publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Julho , 2007, 00:53

Em Defesa da Árvore
 
 
O “Princesa do Alva” exibe, de há uns dias para cá, um pequeno filme que pretende consciencializar para os perigos dos incêndios na floresta, em especial no período estival que atravessamos. É mais uma achega a toda a campanha que nesta altura nunca é excessiva perante potenciais riscos, maioritariamente, de responsabilidade humana.
As condições climatéricas têm, contudo, permitido tréguas, ainda que as previsões meteorológicas, para os dias que se aproximam, já deixem admitir, pelas subidas de temperatura, um possível eclodir de fogos generalizados, em especial em zonas potencialmente propícias.
 
As árvores e em especial as florestas são, para além do sustento de uma enorme variedade biológica, os pulmões do planeta.
Ao consumirem CO2 (dióxido de carbono) atenuam as emissões deste gás, e equilibram as suas quantidades existentes na atmosfera. Por outro lado a queima de árvores e da floresta lança para a atmosfera mais CO2. E surge aqui um duplo prejuízo. Mais CO2 e menos sorvedouros deste gás, pois as árvores deixam de existir.
 
É por isso que a árvore assume uma importância vital na normalização do efeito estufa, que, potencializado nos tempos que correm, provoca aumento da temperatura do ar, com as conhecidas consequências, nefastas para o equilíbrio dos ecossistemas.
 
O culto da árvore serve, no mínimo, para que a respeitemos, glorifiquemos e ajamos em sua defesa. O breve apontamento que se segue fomos colhê-lo a um “Ecos do Alva”. Uma notícia que enternece.
 
“Em 9 de Março (de 1913), por deliberação superior, celebrou-se (em Vila Cova) a festa da árvore, que foi abrilhantada pela filarmónica de Avô. Falaram às crianças e à numerosa assistência sobre o significado da festa e do culto que se deve prestar à árvore o Prof. António Nunes de Oliveira e Costa e o pároco da freguesia Reverendo Alfredo Nunes de Oliveira.”
 
De facto, a relação do homem com o ambiente é de gestos e práticas opostas. Umas vezes amigo, e outras, e vezes de mais, inimigo.
 
 
 
 
 
Nuno Espinal

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