publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 17 Janeiro , 2011, 11:31

 

Ontem fui ver a minha Académica. Perdeu, paciência.

Encontrei gente da região e passei os noventa minutos de “contenda” reconfortantemente acompanhado: o vilacovense Jorge Costa e os arganilenses Dr. Manuel Augusto e filho. Adeptos da equipa adversária, é certo, mas com quem serenamente e desportivamente pude comentar as peripécias do jogo.

“Ah, aquele golo solitário que ditou a derrota da Briosa, marcado em fora de jogo e com a mão!...”

Mas, enfim, já estou habituado. Com o Benfas e os do Porto as arbitragens inclinam sempre o campo para o outro lado.   

Mas não é do jogo, o de entre as quatro linhas, que me disponho a discorrer. Isso é assunto para gente de cátedra. Refiro-me, sim, àquela gentalha vinda de Lisboa, com uns barretes vermelhucos, com berloques pendurados, tipo cornos. Gente boçal e, quando em grupo, perigosa.  E os do “Dragão” não são diferentes. Só muda a cor.

De há uns tempos para cá pregou-se-lhes a mania, a alguns, de se agitarem, tipo trogoloditas, tronco nu, nas bancadas, em noites verdadeiramente gélidas. Tipo “sou homem à brava, sou mesmo macho”.

Coitados!

 

Nuno Espinal


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