publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 04 Fevereiro , 2010, 20:36

Um dia cinzentão, tristonho. Sou levado a alguma nostalgia. Tento reagir, talvez alguma leitura, ou até alguma música. Isso mesmo, alguma música. Aleatoriamente surge uma valsa. Uma conhecida valsa de Strauss. Marco o compasso, um, dois, três… um, dois, três.  

Uma velha foto da Flor do Alva. Lá está meu avô, de chapéu, como dirigente. Um, dois, três… um dois, três e trauteia o Danúbio Azul…

Ouço-lhe a voz: “Um, dois, três… um, dois, três…anda lá rapaz…não fujas ao ritmo…”

Recordo bem, foi com meu avô que os aprendi, os compassos básicos, teria uns seis, sete anos…

Um, dois, três…um, dois, três e já cantarolamos uma velha valsa, arrancada magistralmente pelo saxofone do Sr. Augusto.

 

Nuno Espinal

 


rui nunes a 4 de Setembro de 2010 às 12:16
Muito contente fico por saber que o tempo passa ,mas nem tudo será esquecido .
E com grande alegria e um pouco comovido ,por ver que o senhor do saxofone não será esquecido na historia e a quem devo uma parte da minha educação. Augusto Gabriel dos Santos meu avo materno


Rui Nunes

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