publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 25 Junho , 2021, 01:07

No passado domingo foram eleitos os candidatos dos Órgãos Sociais da Santa Casa de Misericórdia  Vila Cova, sendo depois apresentado um Guia de Gestão, da autoria do Provedor, de novo eleito, Nuno Espinal

A sessão foi muito concorrida e os novos elementos dos Órgãos Sociais foram eleitos por unanimidade.

 

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

 

PRESIDENTE: Dr. José Manuel Oliveira Alves

1º SECRETÁRIO: José Manuel da Costa dos Santos

2º SECRETÁRIO: Fernando Jesus dos Santos

 

MESA ADMINISTRATIVA

 

PROVEDOR: Dr. Nuno Alberto Fernandes Couto Espinal

VICE-PROVEDORA:  Dra. Margarida Gonçalves de Abranches Figueiredo

TESOUREIRO: António Mendes Santos

SECRETÁRIO: José Manuel Brito Raimundo

VOGAL: Alfredo da Silva Antunes

VOGAL: Bruno Alexandre Pinto dos Santos

VOGAL: Luís Miguel das Neves Ribeiro Mota

-SUPLENTE: Jorge Manuel Assunção

-SUPLENTE: Armindo Alves Costa

 

CONSELHO FISCAL

 

PRESIDENTE: José Artur Leitão Costa

1º VOGAL: João Borges Gonçalves

2º VOGAL: Diamantino Carvalho

SUPLENTE:  António Gabriel de Almeida

SUPLENTE:  Manuel António Oliveira Cardoso Fonseca


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 22 Junho , 2021, 15:23

Eu Sou Tu e Instantes Monocromáticos 

 

A artista, investigadora e programadora Ilda Teresa de Castro, convida todas as pessoas vilacovenses, para a inauguração da exposição INSTANTES MONOCROMÁTICOS, desenhos a tinta-da-china em diário gráfico, e para apresentação do livro coletivo EU SOU TU. EXPERIÊNCIAS ECOCRÍTICAS (CECS, 2020), com presença dos co-autores José Pinheiro Neves e Vitor Rua. Ilda Teresa de Castro é co-editora do livro, autora do desenho da capa e autora de um dos ensaios publicados.



Estes eventos decorrem na próxima sexta-feira 25 de junho, pelas 18.00, na Biblioteca Miguel Torga em Arganil, no âmbito do Festival Literário Internacional do Interior, um projecto intermunicipal pensado como dinâmica cultural e artística, de incentivo psico-social às populações vitimadas pelos incêndios de 2017.

 

EU SOU TU. EXPERIÊNCIAS ECOCRÍTICAS (CECS, 2020), é um livro totalmente adequado aos mais recentes acontecimentos globais que vivemos nos últimos anos e está disponível em versão gratuita em http://www.lasics.uminho.pt/.../cecs_ebooks/issue/view/265

 

“Eu sou tu e tu és eu” constitui uma saudação quotidiana ainda hoje usada por indígenas do sul do México. O primeiro interlocutor diz: “eu sou o teu outro tu”. O outro responde: “e tu és o meu outro eu”. É a partir desta dinâmica que se reflete aqui sobre o passado e o presente do humano, bem como sobre o modo de estar e de viver, daqui em diante, num planeta acelerado pelas mutações técnico-científicas e confrontado permanentemente por crises e catástrofes, sociais e globais. Num contexto de crise-catástrofe irreversível, questiona-se o modo de habitar o planeta, a maneira de detetar os seus contornos e como fazer mapeamentos destas quase “invisíveis” patologias-catástrofes existentes na individuação psicocoletiva.

Eu sou tu. Tu és parte de mim. Juntos somos responsáveis uns pelos outros. É frequente esquecermo-nos disto… (Pedro Rodrigues Costa)

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 19 Junho , 2021, 23:24

Amanhã, dia 20, domingo, realizam-se as eleições para os Órgãos Sociais de Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova.

Os Drs. Oliveira Alves e Nuno Espinal, repetem as suas candidaturas, respetivamente, à Presidência da Mesa da Assembleia Geral e a Provedor da Santa Casa. 

José Artur Leitão será o candidato à Presidência do Conselho Fiscal.

A Dra. Margarida Figeueiredo repete a sua candidatura a Vice-Provedora.

As eleições, com lista única, têm hora marcada para as 15 horas.

Após a divulgação dos resultados das eleições, o Provedor apresentará o Guia de Gestão da Santa Casa, que ele próprio elaborou. 

 

Mónica Ferreira


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 19 Junho , 2021, 01:12

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Este sábado, dia 19 de Junho, pelas onze horas, Os Gorgulhos/Teatro Na Serra voltaram ao palco, no auditório da Biblioteca Miguel Torga em Arganil, com a sua peça “Capuchinho”.

Numa versão muito actual e divertida do célebre conto infantil, o grupo desenvolve a acção dramática simultaneamente com a narração da história e durante meia hora o Teatro acontece.

Estreada no passado mês de Abril na Biblioteca Alberto Martins Carvalho em Côja, a peça “Capuchinho” faz parte de um conjunto de duas animações criadas pelo grupo para a iniciativa cultural do Município de Arganil “Leituras & Teatradas”, que decorre desde Abril nas Bibliotecas do concelho e, para o qual, juntamente com o grupo TEIA, Os Gorgulhos/Teatro Na Serra foram convidados.

A participação do grupo neste ciclo de espectáculos, demonstra que Os Gorgulhos não têm estado parados, ensaiando com alguma assiduidade, dentro das possibilidades que os diversos níveis de “desconfinamento” tem permitido.

Esperando em breve pisar de novo o “seu” palco, na Casa do Povo de Vila Cova de Alva, Os Gorgulhos/Teatro Na Serra convidam todos a assistirem aos seus espetáculos proclamenado o slogan: Vamos ao Teatro!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 13 Junho , 2021, 15:19

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Um fim de tarde aprazível, a reclamar o afecto de um espaço conforme a um estado de espírito ameno.

E foi assim que me acoitei num recanto de seixos e verdura a marginarem o Alva.

Olhei fartamente o rio. E, na solitude, as memórias emergiram â tona de um leito a convidar folhas secas a um suave deslizar.

Tudo tão sereno, tudo tão espiritual!

Mas, ao jeito de contraste, surge um prosaísmo a dominar as recordações.

Prosaísmo inspirado no Alva!

Sim, no Alva.

É que, naqueles meus tempos de estudante, quando cursava o segundo ciclo dos liceus, sempre me intrigaram certos fenómenos da Física que, amiúde, beliscavam a minha curiosidade.

Qual o porquê de boiar quando estendido de costas para o rio? E qual a razão do barco a remos “S. Jorge” (do meu primo Jorge Gonçalves) não ir ao fundo?

A explicação colhia-a no velho livro de Física, sustentada no tão badalado teorema de Arquimedes, que nunca esqueci: “todo o corpo mergulhado num líquido sofre da parte deste uma impulsão vertical de baixo para cima igual ao peso do volume de líquido deslocado.”

Ou seja, se um corpo tiver a sua massa distribuída por um maior volume, isto faz com que a sua densidade possa ser menor do que a da água, permitindo assim a sua flutuação.

Mas, outros fenómenos recordei.

Por exemplo, a refração da luz na água, que distorce a direção ou o volume dos corpos, quando mergulhados na água.

Ou as leis do movimento dos corpos, da autoria de Newton, quando eu desafiava as minhas habilidades e lançava um seixo espalmado e redondo em rasante às águas do rio, proporcionando-lhe saltos até desaparecer em mergulho.

E mais fenómenos me iam surgindo, numa multidão imensa de recordações.

Afinal, o Alva, um laboratório experimental.

Até que…

Reparei no sol, alaranjado, pronto a mergulhar no abismo que nos traz a noite.

Que quietude contagiante. Nada bulia, como se numa tela toda a profusão da Natureza estivesse estampada. O sol, com a sua pronunciada auréola, adensava-lhe um sentir romântico.

Que transmutação sublime! Da prosa ao poético.

E neste cenário lírico, facilmente fui tentado a uma certa inspiração.

Silenciosamente, no silêncio do anoitecer, declamei um velho poema meu, ao Alva dedicado.

 

Rio Alva, rio meu,

Que tanto me espelhas o céu!

 

Dominador,

Imperial!

Inundas-me a memória,

Sedenta de áureos tempos.

 

No teu leito, a minha história,

Em pedaços, em momentos.

 

E em recanto sensual,

Alva, sem igual,

 

Ensinaste-me a conjugar,

Em fulgores, rumo ao mar,

Meus amores, meu amar…

 

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 09 Junho , 2021, 17:40

A nosso pedido, a Funerária do Alva disponibilizou-nos o "post" sobre o falecimento do Sr. José António Gomes da Fonseca. Agradecemos a atenção.

Manifestamos o nosso pesar sobre  falecimento do Sr José António Fonseca e apresentamos à família enlutada os nossos mais sentidos pêsamos. 

 

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