publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 02 Agosto , 2020, 01:25

3.2 – Civis

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3.2.1 – Solar dos condes da Guarda


Propriedade dos pais de Dom Gaspar Afonso da Costa Brandão bispo do Funchal. Em meados do século XX passou por compra para a posse de Sr. Adelino de Almeida Teixeira que o demoliu e construíu o edifício actual. Mantém a fachada da capela do solar, na qual sobressai o brasão de armas com a data de 1629.

 

3.2.2 – Edifício dos Osórios Cabrais, no largo do Pelourinho.


Casa do século XVII, com sacadas de verga cornijada, bacias molduradas e grades de ferros da época, que foi mais tarde a Casa da Câmara. Pertence actualmente ao Sr. António Bernardo Gonçalves de Carvalho sendo conhecida como a casa da praça.

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3.2.3 – Solar Abreu Mesquita


Situa-se ao lado da Igreja, é uma casa datada do ano de 1828, diferente do restante conjunto devido à sua varanda coberta, vulgarmente designada por marquise, que ostenta ornatos muito curiosos em madeira, entre as telhas e a cobertura.

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3.2.4 – A escadaria que conduz à igreja do Convento


Construção muito interessante que faz lembrar o estilo da escadaria do Bom Jesus de Braga.

 

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3.2.5 – Pelourinho


O Pelourinho é do século XVI em estilo manuelino. Tem fuste octogonal de granito emoldurado na base. O capitel é coroado de agudo remate (com esquinas e faces adornadas) e moldurado na base e no capitel.

 

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3.2.6 – Rua quinhentista


A rua que conduz à Igreja matriz pode afirmar-se ser globalmente quinhentista, porque as casas mostram abertura guarnecidas de granito aparelhado com esquinas sistematicamente chanfradas e ao lado das vergas rectas aparecem algumas arqueadas e lobuladas à moda manuelina.
Esta rua que parece ligar toda a zona mais antiga da aldeia dá testemunho de uma riqueza e de um desenvolvimento económico que testemunha o que já foi dito para o período de oiro do desenvolvimento religioso, séculos XVI a XVIII. É evidente que esta rua evidencia esse desafogo económico. Todas as casas de que restam vestígios têm esses traços quinhentistas. Quiçá a ruralidade de um estilo manuelino pobre é no entanto o estilo manuelino que está ali presente nas janelas e nas portas, em granito aparelhado. Isto demonstra poder económico.

 

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