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Pintura a Óleo de Jorge Fernandes
Feita a analise pelos especialistas das infraestruturas de Portugal, foi considerado que duas das tílias se encontram em risco de se partirem, devido à doença que possuem no seu caule e que colocam em risco eminente pessoas e bens.
Trocados e-mails entre as infraestruturas de Portugal e a União de Freguesias, foi a Junta informada de que essas duas árvores serão cortadas por aquele Instituto, possibilitando a plantação de duas novas árvores.
O Executivo da União de Freguesias alertou de imediato a sua discordância em relação a essa decisão e a revolta que provocaria na população, tomando, inclusive, a responsabilidade por estes exemplares e por todo o estrago que os mesmos possam vir a causar.
Como resposta, as infraestruturas de Portugal informaram que aquelas árvores são pertença daquele Instituto e que mesmo compreendendo a preocupação da União de Freguesias, aquela responsabilidade não pode ser delegada, insistindo em que o respetivo corte será efetuado durante o mês em curso.
Informamos que, caso a população assim o entenda, todos aqueles que o quiserem fazer poderão deslocar-se à sede da União de Freguesia nos dias de expediente para ser assinado um documento de “abaixo assinado”, para todos podermos defender o seu corte.
Frisamos mais uma vez que o Executivo da União de Freguesias já enviou diversos e-mails e ofícios a repudiar essa atitude, documentos esses que poderão ser consultados na sede da União de Freguesias.
João Gonçalves – Secretário do Executivo da União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anceriz.
