publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 04 Junho , 2019, 22:24

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Com o título "Mostra de Sabores e Lavores deu a conhecer o que de melhor se faz na região" a jornalista Isabel Duarte assina um artigo no Diário "As Beiras", que foi publicado ontem, segunda-feira, e que transcrevemos:

Foi com a atuação do Rancho Folclórico “As Flores”, de Casal de S. João, que terminou ontem, domingo, a X Mostra de Sabores e Lavores Tradicionais, que decorreu em Vila Cova de Alva, concelho de Arganil, durante três dias.

Numa organização da União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anceriz - com o apoio do Município de Arganil e das Instituições locais – para além de grupos culturais da região, participaram 25 expositores, que aproveitaram a iniciativa para vender os seus produtos, sobretudo gastronómicos e artesanais.

João Gonçalves, secretário da União de Freguesias, começou por destacar que, para além da população local, estiveram presentes neste certame alguns visitantes que se deslocaram a Vila Cova de Alva, apresentando “o que de melhor têm para oferecer”.

 

Gentes da terra

Paulo Amaral, Presidente da União de Freguesias, começou por referir que esta iniciativa é sobretudo “uma forma de dar a conhecer as nossas gentes”, lembrando que, quando o seu executivo tomou posse, em 2017, “pensámos em dar um ânimo diferente à mostra” e “temos feito algumas alterações que têm sido bem-sucedidas, tanto pelos expositores como pelo público”, assegurou. Agradecendo a quem “iniciou este evento” o presidente da União de Freguesias considerou que “é muito importante para Vila Cova de Alva, para a União de Freguesias e para o concelho”.

Por sua vez, Luís Almeida, vereador da câmara municipal, congratulando-se por se ter assinalado “uma década de um evento que já marca a nossa região”, constatou que esta mostra “há muito que extravasou as fronteiras da União de Freguesias” e “é uma marca do nosso concelho que prima por ter tido ao longo dos anos uma série de melhorias”, sublinhou.

Ressalvando, no entanto, que “a sua matriz mantém-se, o vereador da autarquia arganilense afirmou que “continuamos a potenciar os nossos expositores, os sabores e a arte de fazer, que tanto enriquecem o nosso concelho”.

 

Fotos de Nuno Espinal

Refira-se ainda que, no decorrer deste evento, esteve patente, na Igreja da Misericórdia, uma exposição de fotografias, da autoria de Nuno Espinal, alusiva à história da Sociedade Filarmónica Flor do Alva. Explicando que nesta exposição estiveram patentes fotografias  que vão desde a sua fundação até aos nossos dias, o provedor da Misericórdia de Vila Cova de Alva apresentou um brochura onde fez “uma breve resenha histórica com depoimentos de dois antigos dirigentes da banda, Rogério Fernandes e Alfredo Antunes, e que terá continuidade em futuras edições da mostra, com depoimentos de outros elementos que podem dar-me informações da Filarmónica”, adiantou.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 04 Junho , 2019, 16:36

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O domingo, na “Mostra”, é sempre menos concorrido. A razão tem a ver com a abalada de quase todos os que vieram de fora, principalmente, de Lisboa. Veja-se o caso dos da “Malta”: dos 80 que vieram a Vila Cova não restariam, no domingo, mais do que dez.

Mas, mesmo assim houve gente em bom número na Praça, a assistir aos momentos de música e dança folclórica dos grupos convidados para o certame.

Houve também teatro, ou melhor, “uma brincadeira” escrita e pensada pelo Silvino Lopes, fazendo expressão das suas próprias palavras.

Muito interessante o momento vivido com os nossos amigos “Gorgulhos”, acompanhados, na representação do “pastor e suas ovelhas”, por crianças e mães, que se voluntariaram para esta “brincadeira”, que provocou permanentes sorrisos na bem composta plateia.

Houve, de facto, divertimento, bem percebido em todos os que estiveram presentes neste momentos de representação cénica: atores e plateia.

Mas, o agrado e ludismo dos adultos foi acrescido por um pormenor que a ninguém deve ter escapado: a felicidade e o gozo das crianças que em palco estiveram. Os sorrisos, o ar galhofeiro e o consolo com que representaram as ovelhinhas foram um outro momento, dentro do momento da representação.

Obrigado aos Gorgulhos, obrigado caro Silvino.

Fecharam a “Mostra”, nesta sua décima edição, os dançadores, cantores e instrumentistas do muito afamado Rancho Folclórico “As Flores” de Casal de São João. As suas modas espelham com fidelidade o cancioneiro da região e são um contributo para a afirmação da identidade cultural do povo deste pedaço de território.

Uma palavra final, mais do que merecida aos elementos do Executivo da União de Freguesias.

Trabalharam com afinco, para que a organização da “Mostra” funcionasse em pleno. E funcionou. A programação também foi bem concebida, com expositores variados nos produtos expostos e a parte de diversão e cultura a corresponder aos gostos dos potenciais visitantes da “Mostra”.  

Parabéns, pois, aos três elementos do Executivo, ao Presidente Paulo Amaral, meticuloso coordenador, ao Zé Santos e ao João Gonçalves que foi um excelente “locutor”, sem exagerar nos tempos de apresentação dos grupos, com as palavras certas e elucidativas.

 

Nuno Espinal

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