publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 18 Janeiro , 2019, 17:15

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Em 2003, a “Missão País” nasceu da iniciativa de estudantes universitários católicos, com o objetivo de organizar e desenvolver Missões de apostolado e ação social em várias faculdades do Porto, Lisboa e Coimbra, donde os jovens universitários começaram a partir, fixando-se, durante uma semana, em regiões e localidades do País.

É assim que virão em Missão, nos princípios do mês fevereiro a terras da Comunidade Interparoquial da Serra do Açor e do Vale do Alva, assentando base, para as suas ações, em Instituições de Coja, Benfeita, Cerdeira e Barril.

Em Vila Cova e Pomares há uma variante a ser posta em prática. Os missionários irão de porta em porta conversar com os moradores, na sua Missão de apostolado e ação social.

Conforme informações fornecidas pelo Sr. Padre Daniel Rodrigues, em Vila Cova estarão nos dias 6 e 7, com equipas constituídas por 5 elementos, estando previsto que sejam acompanhados por um sacerdote, o qual poderá dizer Missa num dos dias, em local ainda não designado.

A Santa Casa irá dar apoio aos missionários, oferecendo-lhes almoço nos dias das suas atividades em Vila Cova.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Janeiro , 2019, 17:06

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Estão a decorrer na Igreja Matriz obras que consistem em retirar o teto da 'Capela Mor' para restauro das imagens, trabalho que será desenvolvido em Braga.

Esta obra terá um custo de 30.000 €, com grande impacto na situação financeira da igreja.

Daí que julguemos pertinente  que o Conselho Económico da Igreja proceda a diligências com vista a serem apoiados financeiramente nesta projeto.

 

Mónica Ferreira

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 16 Janeiro , 2019, 01:24

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Havia a convicção de que a partida Candosa/Vilacovense iria ser muito disputada, proporcionando, inclusive, um bom jogo de futebol. E os que assim pensaram não se enganaram. De facto, as duas equipas empenharam-se no jogo, com bons momentos de futebol, mas a superioridade do Vilacovense foi evidente, criando mesmo a sensação de que os futebolistas vindos de Vila Cova eram guias incontestáveis da série em disputa. Grandes jogadas da nossa equipa, lançando a partir do meio campo um futebol fluido, personalizado, com jogadas bem desenhadas, faltando o golo (ou golos), que dessem a vitória mais que merecida do Vilacovense.

Mais uma vez a arbitragem inclinou o campo a favor do Candosa, com “habilidades” do homem do apito, em especial em faltas mal assinaladas à entrada da área da equipa do Vila Cova.

De salientar que a equipa do Vilacovense soma o 5º jogo consecutivo sem derrotas, o que é demonstrativo da boa forma atual dos seus atletas, que irão tentar manter a senda de bons resultados

O próximo jogo a equipa do Vilacovense, dia 20 de janeiro pelas 15 horas em Vila Cova, disputar-se com o Cojense, atual 1º Classificado da Série. Um grande jogo em perspetiva, que levará ao campo do Vilacovense uma grande assistência.

Ficha Técnica:

Guarda Redes: Paulo Henriques; Defesas: Tiago Jesus (Renato Reis aos 40 minutos), Nuno Cruz, Mário Reis e Diogo Pinheiro; Médios: Ricardo Morgado, Marco Paulo (Raul Bento aos 50 minutos), David Lourenço e Bruno Carvalho; Avançados: Marco Gonçalves (Lucas Vargas aos 65 minutos) e Paulo Ribeiro (Capitão).

Suplente não utilizados: Luís Tavares, Pedro Figueiredo, Tiago Nunes e Luís Garcia

 

O golo do Candosa foi marcado aos 25 minutos e o do Vilacovense por Bruno Carvalho aos 35 minutos.


Aos 70 minutos Ricardo Morgado foi expulso por acumulação de Amarelos.


Equipa Técnica: Gonçalo Lobo e Bruno Alexandre Santos

Massagista: Fernando Figueiredo

Delegado: José Santos

 

Bruno Santos


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 14 Janeiro , 2019, 08:52

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Um ror de escritos e fotografias é diariamente postado nas redes sociais. Muitos destes registos podem constituir uma documentação que, categorizada no acervo de “memória futura”, poderá ser valiosa como fonte de narrativa histórica.

Outros, porém, e seguramente uma muito pesada maioria, serão apenas reportes de meros momentos e não mais do que isso.  

Veja-se o caso destas fotos tiradas no Centro de Dia, em pleno Dia de Reis.  Alguns utentes e trabalhadoras do Centro em pleno convívio mimetizando os Reis Magos com as devidas coroas.

Hoje, os figurantes destas fotos, ao confrontá-las, não se furtarão a um sorriso.

Porém, daqui a uns anos, um bom par de anos, as que puderem ainda olhar estas fotos, vão, por certo continuar a esboçar um sorriso, mas não evitarão uma lágrima, neste sentimento agridoce, que nós, de arreigada alma lusa, tão bem definimos como saudade.

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 09 Janeiro , 2019, 01:29

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Conquanto que na primeira parte não tenha estado tão bem no jogo, ainda assim o Vilacovense dispôs de oportunidades de golo, não concretizadas por falta de eficácia dos seus avançados.

A menor produtividade do Vilacovense talvez se deva ao facto de terem sidos utilizados, no primeiro tempo, jogadores que habitualmente não são titulares.

No segundo tempo o treinador procedeu a alterações na equipa que, em face das mexidas, subiu de rendimento, dominando claramente a equipa adversária e marcando naturalmente os golos que lhe garantiram uma vitória justa.

O próximo jogo do Vilacovense está marcado dia 13 de janeiro em Candosa, a partir das 15 horas, onde a equipa irá defrontar o atual 1º classificado da Série, cumprindo-se assim a 1ª jornada da segunda volta do Campeonato Distrital do Inatel.

Ficha Técnica:

Guarda Redes: Luís Tavares (Paulo Henriques aos 25 minutos);

Defesas: Luís Chainho (Paulo Ribeiro aos 40 minutos, substituído por Pedro Figueiredo aos 50 minutos), Nuno Cruz, Luís Pedro e Diogo Pinheiro;

Médios: Ricardo Morgado, André Marques (Bruno Carvalho aos 40 minutos), David Lourenço (Fábio Santos aos 62 minutos) e Tiago Jesus (Raúl Bento aos 40 minutos);

Avançados: Marco Gonçalves e Lucas Vargas – Capitão (Tiago Nunes aos 75 minutos).

Suplentes não utilizados: Raul Bento e Paulo Ribeiro.

Golos marcados por Ricardo Morgado aos 52 minutos e Bruno Carvalho aos 64 minutos.

Equipa Técnica: Gonçalo Lobo e Bruno Alexandre Santos.

Massagista: Fernando Figueiredo e Delegado: José Santos.

 

 Bruno Santos

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Janeiro , 2019, 13:13

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Dói na pele, mas maravilha a vista. O frio no seu portento em Vila Cova, mais concretamente na zona do Salgueiral. As temperaturas negativas das noites e madrugadas a exporem as suas marcas.

(Obrigado ao Silvino Lopes pelas fotos).

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 06 Janeiro , 2019, 00:35

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Conforme reza o calendário, o último dia das “Festas”, deste período natalício, é a 6 de janeiro. Celebram-se os “Reis” e com esta celebração termina este período festivo em que se comemoraram o “nascimento de Jesus”, “a passagem do ano” e “as janeiras”.

Todas as datas de celebração têm tempos e espaços próprios em que as suas intensidades e impactos têm variado nas últimas décadas.

O período em que se celebrava o Natal, há uns 50 anos, só se manifestava na última semana anterior a 25 de dezembro. O consumismo era fenómeno sem prática generalizada, situação que se alterou nos últimos anos, o que provocou uma amplidão temporal que se começou a fixar já em fins de novembro e princípios de dezembro.

A partir de certa altura, as casas residenciais enfeitaram-se com ingredientes típicos, tanto interna como exteriormente, as montras ganharam novos tons, as ruas com maior assento comercial nas grandes cidades adquiriram encenações coloridas.

Mas, a essência do Natal tem assento indiscutível na noite de 24 para 25. E o registo espacial muda radicalmente entre o que já foi e o que é. Antes, a Missa do Galo atraía montes de gente às Igrejas em aldeias vilas e cidades. Após a Missa o povo dirigia-se ao cepo, em confraternização, olhos postos no braseiro e mãos estendidas em chamariz ao calor, saboreando, no dizer de Torga, o “lume de vida a bafejar a vida”.

Eram tempos em que o espaço público marcava acentuadamente a Noite de Natal.

Nos tempos de hoje já não é assim. A escassez de sacerdotes leva a que as Missas do Galo parcamente sejam celebradas, pelo que a passagem e comunhão do Povo pelo cepo perdeu a usualidade antes reconhecida.

O espaço privado destronou claramente o público, com as famílias a celebrarem a consoada no aconchego residencial, alheios aos cepos solitários que ainda vão ardendo nos lugares estratégicos da tradição.

Avança o calendário e eis-nos na mudança de ano. O “réveillon” era o “top” há uns anos atrás, nos casinos, salões de baile, casas residenciais. Mas, do espaço privado o “top” passou para o espaço público. Mega espetáculos e fogos de artifício monumentais nas cidades arrastam multidões, com predomínio dos jovens, que só desarmam altas horas da madrugada. É um fenómeno mundial, que a globalização consolidou.  

Vem o primeiro dia do ano e eis-nos em tempos das “janeiras”. “Cantar as Janeiras” ainda é uma tradição que permanece em Portugal, conquanto tenha perdido o uso em muitas localidades. Em Vila Cova as crianças iam de porta em porta, pedindo guloseimas, e nos saquitos lá lhes caíam nozes, castanhas, chouriças, morcelas, bolos e até chocolates e bombons. Desaparecem as crianças e vai-se a tradição. O espaço de simbiose entre o público e o privado está a ser, aos poucos, substituído por tunas e grupos corais, que relembram a tradição cantando as “janeiras”.

Por fim os “Reis”, ainda integrados na quadra natalícia, já que evocam a visita dos três reis ao Menino Jesus. O “bolo rei”, neste dia é destacado na mesa de cada casa, segundo reza a tradição. Mas, a celebração do bolo rei está a ultrapassar a sua própria degustação e o simbolismo que ele encerra. Locais há em que a moda é a confeção de bolos reis gigantones, que são medidos em metros e concorrem para a obtenção de recordes. Bizarro! O espaço público a querer vingar e a perverter, pelo modo e intenção, o verdadeiro “Espírito das Festas.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 05 Janeiro , 2019, 19:13

Todos os que vão privando com o avô Abílio Pinto reconhecem o seu enlevo e grande amor pela neta, a Clarinha. Pois bem! A Clarinha faz hoje 4 anos e a propósito, ontem, o avô Abílio fez-nos aviso desta data.

Pois, então, aqui ficam os Parabéns dados inteiramente à Clarinha. Que seja muito feliz e que usufrua, por muitos e muitos anos, do amor do avô.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Janeiro , 2019, 17:24

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É com o maior pesar que comunicamos o falecimento do Sr. António Gouveia Caetano, de 93 anos de idade, natural de Vila Cova e residente na Figueira da Foz. O corpo repousou em câmara ardente, desde quarta feira, na Casa Mortuária de Vila Cova de Alva, de onde saiu hoje, quinta feira, às 9 horas e trinta minutos feira, para a Igreja Matriz, onde foram celebradas exéquias fúnebres, findas as quais o funeral se realizou para o cemitério local.

Apresentamos à esposa, filho e família os nossos sentidos pêsames.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Janeiro , 2019, 00:16

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Caros amigos:

A Associação do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa vem por este solicitar a divulgação no v/prestigiado blog, do nosso evento III Encontro de Cantares do Ciclo Natalício ‘Do Natal aos Reis’, que se vai realizar na Igreja das Mercês, em Lisboa, no dia 06 de Janeiro de 2019, cujo programa se anexa, bem como uma pequena resenha.

Contamos com a vossa presença e o vosso apoio, conforme tem sido habitual ao longo destes anos. Só assim continuamos motivados para levar o nosso trabalho a bom porto.

“Do Natal aos Reis”: 3ª edição

Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

 O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão ao cabo a 3ª edição do evento “Do Natal aos Reis”, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

 O evento terá o seguinte horário:

16h00m - Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m - Atuação dos Grupos de Folclore:

1. Grupo Folclórico e Etnográfico de Alfarelos Soure | Beira Litoral Mondego

2. Grupo Enográfico “Danças e Cantares do Minho” Alto Minho

3. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, Arganil | Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".


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Parabéns à Clarinha. Também tenho uma neta, que se...
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Faz sentido esta ideia da Aprendizagem Cooperativa...
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Visão esclarecida e preocupada de um preclaro cida...
parabéns Dª Lucília silva tudo de bom
também para si um bom ano novo senhor Nuno Espinal...
Obrigado, um bom ano também para si, Um grande abr...
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