publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 07 Dezembro , 2018, 14:15

A Câmara Municipal de Arganil foi notificada pela empresa SOCORPENA – Engenharia e Construção, S.A., entidade responsável pela empreitada de estabilização do muro de suporte da Estrada Nacional 342 (kms 110+465 a 110+700), em Vila Cova do Alva, da necessidade imperiosa de proceder ao desvio de tráfego. Segundo esta entidade, a decisão decorre da ocupação da totalidade da faixa na Estrada Regional 342, na localidade, exigida na próxima fase de execução dos trabalhos. 

O desvio de tráfego associado à circulação de veículos ligeiros, no sentido Arganil – Vila Cova de Alva inicia-se na interseção entre a EN 342 e a EM 517-1, imediatamente antes da entrada na localidade de Vila Cova de Alva, seguindo pela EM 517 até Lourosa, onde o desvio de trânsito passa a ser realizado pela CM 1322, atravessando os lugares de Campo e Digueifel (Rua Principal) até à Estrada Regional 342.

No sentido Avô – Arganil, o trânsito circulará de forma inversa.

O trânsito pesado face à largura da via, efetuar-se-á pela N17.

As alterações descritas serão implementadas no período compreendido entre 10 de dezembro de 2018 e 14 de janeiro de 2019 e estarão devidamente sinalizadas.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 07 Dezembro , 2018, 00:51

Nativity_tree2011.jpg

Ora aí estamos nós em plena época do fervilhar natalício, com todas as várias “manifestações” típicas deste período de evocação do nascimento de Jesus.

Para além das manifestações religiosas, que com os presépios devem ser a substância essencial da comemoração,  outras foram colhendo implantação, como as parangonas alusivas à paz no mundo, à fraternidade, à amizade, à solidariedade,  como as árvores coca-cola de natal, com escalas de preços nas suas aquisições,  a refletirem escalas de estatuto social e de riqueza, como os pais natais, pendurados e equilibristas  nas varandas, paredes e chaminés, onde também brilham luzes cintilantes, como a loucura consumista, invadindo “grandes superfícies” e lojas de todo o tipo, bem como os almoços e jantares de grupos de amigos, de empresas e de instituições, a proporcionarem, na maioria dos casos, um manancial financeiro a reverter para a restauração.

De todos estes e mais registos há uns que elejo, outros que tolero e alguns que descarto.

Mas a este nível opinativo, por aqui me fico.

Apenas me vou focar no almoço de confraternização protagonizado e da iniciativa da nossa União de Freguesias.

E faço-o porque, na senda do que é o tão propalado “Espírito de Natal”, há uma cadeia solidária estabelecida, que permite que a União de Freguesias não tenha quaisquer despesas neste acontecimento.

Ora vejamos: a tenda gigante montada no Pátio do Centro de Dia é da responsabilidade da Câmara. O Bacalhau é oferecido por uma empresa. O serviço de cozinha, assim como o serviço de mesas, é prestado pela Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova, que conta com alguma ajuda, em termos de pessoal, da Associação Sócio Cultural de Anseriz. Há ainda a oferta de couves, batatas e vinho por vários populares. Doces, com destaque para a tigelada e arroz doce, são também oferecidos por populares e ainda pela Santa Casa.

E há mais nesta cadeia solidária: a atuação dos Gorgulhos, que apresentarão, logo após o almoço, a peça em estreia “A Reforma do Pai Natal…”

Este almoço comunitário integra, de facto, um verdadeiro espírito de solidariedade, que se agrega incondicionalmente naquilo que se deve reputar como identidade caracterizadora da época de natal.

Aberto a todos os que queiram marcar a sua presença e participação neste almoço, de grande convívio e confraternização, estão descartadas em absoluto, segundo as palavras do Presidente da União, Paulo Amaral, discriminações tanto de ordem partidária, de credos, de etnias, ou seja as principais referências que sobre este tema estão referidas em “liberdades e garantias” na Constituição da República Portuguesa.

E se se cumpre a Constituição, acima de tudo cumpre-se o Natal.

 

Nuno Espinal


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