publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 20 Outubro , 2018, 01:06

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A arrumação ainda não será a apropriada. Depois faltam adereços, elementos decorativos, móveis adequados, tudo contributos para uma maior comodidade e conforto dos utentes.

Mas, tudo a seu tempo e com brevidade se fará.

O que há a realçar, no dia de hoje, 19 de outubro, é uma conquista de todos nós.

Os nossos utentes ocuparam finalmente as novas instalações, a saldo de um tributo que lhes é devido, pela dignidade e respeito de que são merecedores.

Saudemos, pois, o acontecimento. Mas, mais do que um embandeiramento em arco, haja o senso de uma reflexão sobre o papel que cabe à sociedade na defesa dos direitos e respeito pelos mais velhos.

Os nossos idosos não têm sindicatos (corporativos, que é o que existe em Portugal) que os defendam.

Cabe à sociedade um permanente alerta para que que os seus direitos, inseridos na sua justa dignidade humana, em alguma circunstância lhes possam ser postos em causa.

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 19 Outubro , 2018, 21:52

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Na sequência da passagem da tempestade LESLIE pela Região Litoral Centro, que provocou danos avultados nas explorações agrícolas, a Região Regional    de Agricultura e Pescas do Centro encontra-se, desde o primeiro momento, no terreno a efetuar o levantamento dos prejuízos de âmbito agrícola.

No entanto, face à dimensão das ocorrências e para efetuar o levantamento de prejuízos no mais curto espaço de tempo possível, disponibilizou-se na página da internet da DRAPCentro uma plataforma para a submissão online da identificação desses prejuízos, no seguinte link:

 

http://www.drapc.gov.pt/base/especial/pavii_fdp.php

 

 O formulário poderá ser preenchido e submetido online, pelos Agricultores lesados e Associações e Cooperativas do Setor, Serviços Municipais e Serviços das Juntas de Freguesia, que se disponibilizem para o efeito, devendo anexar ou entregar registo fotográfico digital dos prejuízos, cópia da   apólice de  Seguros  quando aplicável,  documentos  de parcelário (IE e P3) e quantificar os estragos.

A identificação  dos prejuízos  não confere qualquer apoio  aos  agricultores  lesados, uma vez que se trata de   um procedimento  exigível  para   a operacionalização das respetivas medidas de apoio a disponibilizar pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, que irão consistir na atribuição de apoios a fundo perdido   no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural POR2020, que atingem os 100%   para prejuízos até 5.000 euros, 85% para prejuízos entre os 5.000 e os 50.000 euros, 50% para prejuízos entre 50.000 e 800.000 euros.

Esta medida abrangerá Infraestruturas, instalações e equipamentos agrícolas e também perdas em animais e culturas permanentes, como é ocaso de olivais, vinhas e pomares.

 Além disto, as despesas serão elegíveis a partir da data da ocorrência dos prejuízos e os pagamentos poderão ter lugar após a contratação dos projetos junto do IFAP, contra a apresentação dos projetos, podendo os agricultores dar já início aos trabalhos, conforme comunicado disponibilizado no seguinte endereço:

 

http://www.drapc.gov.pt/base/noticias.php?noticia=14868

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 18 Outubro , 2018, 12:18

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Próximos espetáculos:

 

20 outubro – Casal de São João

“Se calhar não é chá”

 

3 novembro – Vila Cova de Alva

Festa de Halloween

 

Os “Gorgulhos” vão estar no próximo sábado dia 20, pelas 21h30, em Casal de São João, com a sua peça, “Se calhar não é chá”. 

Com uma “agenda” bastante preenchida, o grupo de teatro da nossa União de Freguesias prepara ainda uma “brincadeira fantasmagórica” para o dia 3 de novembro, onde representarão uma pequena peça – “A casa assombrada” e onde se pretende que quem quiser, venha mascarado e participe na brincadeira.

Simultaneamente, Os Gorgulhos/Teatro Na Serra preparam a sua peça de natal – “A Reforma do Pai Natal” e trabalham ainda, em colaboração com a União de Freguesias, na Festa de Natal da União de Freguesias que terá lugar a 15 de Dezembro.

Para tal, está a ser preparada uma peça com representação única, onde se pretende a participação de todos os que pretenderem brincar ao teatro.

Por isso, se acham que tem jeito para atores e fazer de gatos, fadas, gnomos, etc., entrem em contacto com os Gorgulhos Fernanda ou Silvino (934609752/936330918).

Os ensaios vão começar em breve.

Mas, antes, vamos a Casal de São João no próximo sábado, dia 20 outubro, soltar umas gargalhadas com esta comédia em tom revisteiro, que o grupo estreou em meados de junho último e que tem tido muito sucesso.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 18 Outubro , 2018, 00:33

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Em novembro do ano transato, o Governo de António Costa aprovava um diploma, que obteve a promulgação do Presidente Marcelo, e que, no essencial, estabeleceu um regime transitório para evitar que sejam plantados eucaliptos em áreas ardidas e anteriormente ocupadas por outras espécies.    

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ao promulgar o diploma, deixou avisos sobre a necessidade de garantia efetiva da aplicação do diploma.

Ontem, em texto que assinei, fiz eco desta imperatividade, ciente de que o procedimento alusivo a este cumprimento não está a ser praticado.

O Presidente da República, no seu périplo por tantos cantos deste nosso Portugal, decerto que tem observado o crescimento desordenado e desenfreado de eucaliptos, que se tornarão, a um breve prazo, um terrífico potencial de incêndios florestais.

O gesto demonstrado em Vouzela, perante o batalhão de “média”, e que chegou a todo o Portugal, corroborado que foi pelo ministro do Planeamento e das Infraestruturas e pelo presidente da Câmara local, de arrancar eucaliptos e substituí-los por espécies autóctones é um exemplo que muito se aplaude por poder colher frutos no incentivo a uma maior consciencialização dos portugueses na minimização de futuras tragédias.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 17 Outubro , 2018, 22:02

Com montagem de Silvino Lopes, o Miradouro publicou hoje um vídeo alusivo ao "Dia do Idoso", que granjeou um número superior de visitas, logo após a sua divulgação. No entanto, fomos notificados pelo proprietário de um dos sons musicais de suporte ao referido vídeo, de não estarmos credenciados para a reprodução do referido som, ao abrigo da lei de "direitos de autor".

Assim, fomos forçados a eliminar o referido som, pelo que o vídeo só prcialmente tem base sonora.

Pelo facto, pedimos desculpa aos nossos visitantes.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 17 Outubro , 2018, 02:30

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Este percalço em nada deve esmorecer a equipa, já que o resultado não traduz a superioridade que o Vilacovense demonstrou, em especial na segunda parte, período em que se apoderou do jogo e demonstrou, em toda a linha, mais futebol do que o adversário. Uma bola ao poste e uma penalidade não assinalada marcam dois momentos que poderiam ser concretizados em golos, suficientes para que o Vilacovense tivesse triunfado.  

Lamentável a atitude dos jogadores do Vaso da Gama, que patentearam um comportamento deplorável de antijogo, ao simularem lesões, perda de tempo na reposição de bolas e nas fases de substituições.

Lamentável, ainda, a atitude do árbitro que minorou o tempo devido de jogo perante as paragens ocorridas, dando como prolongamento apenas 5 minutos.

Mas, como diz um velho fado, “por morrer uma andorinha não acaba a primavera”. A equipa promete e o conjunto, com mais rodagem, ganhará mais entrosamento, considerando até que no jogo com o “Vasco da Gama” o onze apenas apresentou 4 jogadores relativamente à época transata.

 

O comentário prestado aos jogadores do Vilacovense pelo seu treinador foi bem elucidativo, quando disse: “Isto não é como começa, mas sim como acaba e assim a jogar iremos dar muitas alegrias aos Vilacovenses”.

O Vilacovense desloca-se a Coja no próximo domingo, onde defrontará a equipa local.

 

Constituição do Vilacovense:

 

Guarda Redes: Luís Tavares (capitão);

Defesas: Luís Chainho, Nuno Cruz, Mário Reis e André;

Médios: Fábio Santos, Tiago Jesus, Ricardo Figueiredo, Luís Garcia e Diogo Pinheiro.

Avançado: Lucas Vargas.

 

Suplentes: Paulo Henriques, Pedro, Bruno Santos e Raul Bento

 

Substituições: Luís Tavares por Paulo Henriques, Luís Chainho por Pedro e Fábio por Raul

 

Treinador: Gonçalo Lobo.

Massagista: Fernando Figueiredo ele

Delegado: José Santos.

 

 

 

Bruno Santos

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 16 Outubro , 2018, 23:00

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São normais e compreensíveis as ações de rememoração do 15 de outubro de 2017. Mas, mais do que um repassar memorial das imagens trágicas dessa noite, o que se torna pertinente é um constante alerta às autoridades e populações para serem aplicadas medidas de prevenção a que nova tragédia possa, mais tarde ou mais cedo, ressurgir.

Parece haver uma dessensibilização transversal para a questão das florestas, a avaliar pela total liberalização e incúria com que o Estado e proprietários, respetivamente, as regulam e cuidam.  

De facto, a política de ordenamento e gestão florestal, apesar da legislação existente, permanece sem aplicação ou deficiente aplicação prática, com desregulação aparente, mantendo-se parte das causas que têm contribuído para o elevado número de incêndios em Portugal.

Entretanto, o Orçamento de Estado, agora aprovado em Conselho de Ministros, prevê a contratação de 25 vigilantes da natureza, com funções que passam pela “primeira intervenção em incêndios florestais, de combate e subsequentes operações de rescaldo e vigilância pós-incêndio. Vigilantes estes que têm ainda de acompanhar a realização de fogos controlados, realizar queimadas, vigiar as áreas a que se encontram adstritos, proteger pessoas e bens e ainda sensibilizar o público para as normas de conduta de prevenção, do uso do fogo e da limpeza das florestas”.

Ainda neste Orçamento de Estado está previsto um instrumento financeiro chamado Plano Poupança Floresta, que tem como objetivo o investimento na floresta, permitindo, a quem a eles se associar, um benefício em IRS que consiste na dedução à coleta em IRS de cerca de 30% do investimento anual nestes instrumentos, até um limite de 450 euros.

Mas, estas medidas, naturalmente bem-vindas, são, a par de outras que já existem e de outras que ainda hão de ser prescritas, em processo dinâmico normal, insuficientes se não houver por parte do Estado medidas de fiscalização e de obrigatoriedade da aplicação da lei.

A profusão indisciplinada de eucaliptos que poluem o espaço florestal na nossa zona são bem um alerta para a intervenção atuante do Estado.

 

Nuno Espinal  

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 14 Outubro , 2018, 15:42

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Vila Cova foi fustigada pela forte ventania que varreu em especial a Zona Centro do País, mas os estragos ocorridos, dentro da povoação, foram de pouca monta, apenas sendo apenas relevante a queda de uma carvalha no cemitério que afetou duas campas.

Faltou a eletricidade e consequentemente a água da canalização pública, mas pela manhã o problema já estava solucionado.

Já a nossa capital de distrito, Coimbra, teve sorte diversa, com prejuízos avultados, sendo de destacar, entre outros, os ocorridos no Estádio Cidade de Coimbra, no Pavilhão Jorge Anjinho e no complexo desportivo "Briosa XXI", nos campos do Bolão, que somam um valor estimado em mais de 1 milhão de euros.

 

Bruno Santos

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 10 Outubro , 2018, 23:42

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Dados oficiais na área da demografia dão-nos uma inquietante realidade do país. Com a taxa de fecundidade a um nível muito baixo (nº de nados-vivos/nº de mulheres em idade de procriação (15 aos 49 anos) x 1000) a par da taxa de natalidade (total de nados-vivos/população absoluta x 1000), a população portuguesa, desde 2013, tem decaído em cerca de 20.000 indivíduos por ano, número este que seria maior se a esperança média de vida não tivesse aumentado significativamente.

A população portuguesa residente ronda hoje perto de 10,3 milhões de indivíduos, com um decréscimo de cerca de 300.000 indivíduos desde 2010.

Por outro lado, o tal Portugal “inclinado” para o litoral tem reduzido expressivamente o número de residentes no interior, em especial em aldeias do país.

Veja-se o caso específico do concelho de Arganil. O número de 15.489 residentes em 1981 reduziu-se para 11.181 no final de 2017. Uma perda de 4.308 residentes, ou seja, um decréscimo de quase 28%.

Mas, o que ainda mais potencia pertinentes preocupações são as projeções estatísticas do INE que prevê, em 2050, uma redução da população residente em Portugal para 9 milhões.de indivíduos.

É evidente que este número está sujeito a variáveis e enquanto tal poderá não se confirmar, sendo de admitir que, àquele ano, a população residente em Portugal possa registar outra dimensão, entre mais e menos.

Contudo, a crença na ciência e em técnicos de reconhecida competência do INE, faz-nos aceitar aquele número como acontecimento que terá toda a viabilidade de acontecer e, enquanto tal,  ser revelador de um declínio demográfico no interior do país de grande dimensão, em especial nas aldeias.

Há cerca de três anos, Vasco Ferreira, em conversa que teve comigo, deu-me a conhecer um dado demográfico por ele contabilizado, referente ao número de indivíduos residentes em Vila Cova:123.

Hoje são menos e daqui a uns dez anos menos serão.

As consequências serão fáceis de equacionar, com o aumento percentual da população idosa e a diminuição, em termos absolutos, da população jovem e ativa.

Esta perceção foi, há já anos, considerada pelas Instituições Filarmónica Flor do Alva e Grupo Desportivo Vilacovense.

Urge que a Santa Casa, no seio da União de Freguesias, enverede pelo mesmo caminho, irmanando-se institucionalmente com quem que lhe seja afim e abrindo-se, na sua composição social, a todos os que a ela queiram aderir e com ela queiram colaborar.

O grande ganho será dos que da solidariedade social mais necessitam, encontrando nas IPSS(s) da União de Freguesias o apoio e conforto que humanisticamente lhes é devido.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 02 Outubro , 2018, 21:30

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O Vilacovense, em fase de preparação, soma e segue na senda das vitórias. No domingo passado, em Alvôco das Várzeas, uma goleada por seis golos sem resposta, contra a equipa local.

Uma excelente exibição, em especial na segunda parte, com a marcação de quatro golos.

Enfiaram a bola no fundo da baliza Renato Reis (4 vezes), Mário Reis e Luís Garcia.

No próximo domingo o Vilacovense apresentar-se-á aos seus adeptos, recebendo o São Martinho da Cortiça, em jogo marcado para as 15h e 30m.

 

Bruno Santos


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