publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 05 Junho , 2018, 18:13

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A TVI, no alinhamento do “Jornal das 8” de sábado passado, dia 2 de junho, apresentou uma reportagem em que alterna apontamentos sobre o bucho de Vila Cova e o maranho da Sertã, na série "A Minha é Melhor que a Tua".

Sobre o que foi dito sobre o maranho da Sertã não me pronuncio, até porque nunca saboreei tal iguaria e por uma redutora razão: rejeito, liminarmente, por uma questão de gosto, tudo o que é derivado da carne de cabra.

Quedemo-nos, pois, no que sobre o “nosso bucho” foi dito e visto. A reportagem, conduzida pelo jornalista José Manuel Santos, apresenta imagens captadas no Miradouro das Alminhas, ou na zona do Escuro, para se fixar no átrio da Igreja do Convento, onde a Dr.ª Fernanda Maria, da Confraria do Bucho de Arganil, faz algumas referências sobre o Bucho de Vila Cova.

Mas, o momento mais interessante da reportagem passa pelas imagens captadas na cozinha onde o bucho é fabricado, com a sequência de processos que vão sendo aditados desde o começo da sua preparação até ao momento em que a sua confeção está concluída.

As explicações são prestadas, com grande autoridade e sabedoria, pelo Sr. Vasco Cruz, proprietário da empresa confecionadora do bucho de Vila Cova, ajudado pela sua esposa, Sr.ª Dª. Isabel Cruz.

A reportagem passa depois para Coja, onde, na Praça principal da vila, são exibidos alguns buchos do concelho, dados a provar a quem rodeia uma mesa, na circunstância preparada para tal. E a prova parece conclusiva quando o jornalista, ao saborear o nosso bucho exclama: “este é o melhor!” “São todos bons”, argumenta, no politicamente correto, alguém da Confraria. “O melhor é o de Vila Cova” contra-argumenta o jornalista em tom perentório e voz muito audível.  E fá-lo com toda a razão. De facto, o Bucho de Vila é reconhecido, maioritariamente, como o melhor!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 03 Junho , 2018, 14:43

 

 

 

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Comparando “tempos” não há que negar evidências. Dos isolamentos das urbes de há 50 e mais anos, aos dias de hoje, a era global está bem assertiva. Veja-se o caso dos “Gorgulhos”. Exibiram-se ontem num palco (Salão da Casa do Povo) de Vila Cova. O seu técnico de luzes e som é bem Vilacovense: o Duarte Martinho. Os principais protagonistas do Grupo, o Silvino Lopes e a Fernanda Santana, residem em Anceriz. Outros dois atores, o Acácio Simões e a Sofia Gouveia são do Barril de Alva.  E a outra atriz do elenco, a Vera Filipa, é de Cascais e reside em Lourosa.  

Que se calem, pois, os bairristas exacerbados. São poucos, mas de ruído truculento. Daqui e de outros lugares. No âmago do bairrismo, quando exacerbado, está a divisão doentia entre o “nós” e os “outros”, o que conduz à exacerbação do próprio relativamente ao alheio. Amemos as nossas terras de um modo natural, sem complexos de superioridade, ou de inferioridade, perante os outros. A nossa “Flor do Alva” é um exemplo significativo da necessidade de “outros”, para que a sua continuidade seja uma realidade.

Mas, tornemos aos “Gorgulhos”. Têm um cada vez maior domínio do palco. A nível de texto, da empatia com o público, da cenografia, da representação de atores. “O Capitão Fragata”, pela última vez ontem exibida, é uma peça que, por tudo o referido, agarra o espetador do princípio ao fim. Os momentos musicais, então, põem o espetador a bater palmas, a bater o pezinho, a bambolear-se na cadeira. Parabéns aos “Gorgulhos” e uma especial referência ao Silvino Lopes, porque muito do que os “Gorgulhos” são tem muito da sua lavra.

A tarde de ontem prometia um miniconcerto da “Flor do Alva”. Não aconteceu porque alguns dos músicos da Banda não puderam comparecer.

Mas, a sardinhada, essa, cumpriu-se. E graças a se ter cumprido porque foi bem saboreada, com o recheio habitual de umas ótimas batatas cozidas e salada, os adorados bolos lêvedos e a consagrada “Tigelada à Vila Cova”.

Teatro e convívio, a pretexto de uma sardinhada, e uma tarde bem passada. Que aconteça mais vezes!

 

Nuno Espinal

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 01 Junho , 2018, 23:45

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Segundo a “Agência Ecclesia”, desde o século XII muitas localidades portuguesas unem-se á celebração da festa do Corpo de Deus, invocadora do "triunfo do amor de Cristo pelo Santíssimo Sacramento da Eucaristia".

É provável que Vila Cova, atendendo à sua antiguidade medieval, seja uma dessas localidades.

E ontem, dia 31 de maio, essa celebração aconteceu, com Missa rezada na Matriz, ao que se seguiu a Procissão.

Apesar do tempo chuvoso, os fiéis associaram-se em bom número a estas manifestações religiosas, que foram presididas pelo Padre Daniel Rodrigues.

 

Nuno Espinal

Fotos: António Gabriel de Almeida

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 01 Junho , 2018, 21:49

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Amanhã, dia 2 de Junho, “Os Gorgulhos” exibem-se às dezasseis horas no Salão da Casa do Povo, onde apresentarão a peça, “O Capitão Fragata”, que dedicarão às crianças, a propósito do Dia Mundial da Criança que está a ser comemorado hoje.

Após este momento de teatro a Flor do Alva oferecerá um miniconcerto aos Vilacovenses e, cerca das seis e meia da tarde, tem organizado um convívio, a pretexto de uma sardinhada, que poderá ser saboreada no espaço fronteiro ao edifício da Casa do Povo.

 

N.E.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 01 Junho , 2018, 02:20

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Transmitido de Arganil, durante a manhã e grande parte da tarde de quinta feira, o programa “RTP Mais Perto” incluiu no seu guião um apontamento sobre o “Clube de Produtores de Arganil”, uma criação do CLDS – Arganil, que integra 13 entidades, entre as quais a “Queijaria Quinta do Raro”, e os “Produtos da Santa” da nossa Santa Casa, representados respetivamente pela Sra. Dª. Natalina Jorge e Dr. Nuno Espinal.

 

Texto: Mónica Ferreira

Foto: António Gabriel de Almeida


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