publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 05 Outubro , 2017, 00:18

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Rasgos no tempo o peito das minhas memórias. Grito no vento vida e estórias. São rasgos rasgados, onde o Tempo rasga o Tempo e eu me Rasgo no Tempo. São Rasgos no Tempo e sem nós que me guardam de tantos revés onde grito o silêncio e o tempo sem voz. Rasgo o tempo que me enlouquece a cada momento em que o horizonte desvanece. São Tempos guardados. São Tempos de Rasgos no Tempo. Abro as mãos, abraço o momento, escuto o vento. São rasgos no tempo que me devoram, guardam, demoram, e abraçam o pensamento. O Tempo é infinito e tão finito que me deixa louco de tanto querer encontrar Tempo no Tempo. É no isolamento do Tempo que o Tempo rasga e bebe o meu corpo. A liberdade e a vida que Rasgo no Tempo a cada rasgo no peito. E porque se trata de uma busca permanente tão minha, deixo o silêncio e o tempo me invada para perceber o Tempo que me faz sentir no Tempo. São rasgos no Tempo em mim, de um silêncio em silêncio Rasgado no Tempo sem fim….

 


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