publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 25 Julho , 2017, 12:08

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Uma notícia que podemos adiantar, com toda a veracidade, é a da saída do Padre Rodolfo Leite, das Paróquias que pastoreia no Alto Concelho, a partir de outubro deste ano.

Foi o próprio Padre Rodolfo Leite que deu a conhecer a sua saída na Missa que celebrou domingo passado em Vila Cova.  

O Padre Dr. Rodolfo Leite, que se encontra entre nós desde Março de 2013, vai partir para um novo desafio, sendo ainda do nosso desconhecimento qual a localidade onde se sediará para novas funções pastorais.

O seu nome ficará ligado, como Padre, a um estilo novo e apelativo, com relevo para a sua arte discursiva, especialmente apreciada nas homilias, sendo ainda de realçar a sua meritória ação na reconstrução e melhorias no património mobiliário propriedade da Igreja Católica da região, nomeadamente na Igreja Matriz de Vila Cova.

É com tristeza que os paroquianos estão a receber a notícia da sua partida, mas ao mesmo tempo reconhecendo que este acontecimento ocorreria mais tarde ou mais cedo, considerando as qualidades pastorais do Sr. Padre Rodolfo, que subirá, por certo, mais um degrau, no seu promissor percurso ao serviço da Igreja Católica.

Não temos conhecimento ainda do nome do substituto do Sr. Padre Rodolfo.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Julho , 2017, 19:06

Cocluiu, ontem, dia 21 de julho, 76 anos de idade o Sr. Carlos Mendes Oliveira. Festejou o seu aniversário no Centro de Dia, comungando com os restantes utentes e trabalhadoras da Instituição, o bolo de aniversário da praxe.

Parabéns Sr. Carlos Oliveira.

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 18 Julho , 2017, 07:22

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Gente e cântaros, em número incomum nos fontanários, era, há já muitos anos, corrente nos meses de Verão. 

A rede pública de abastecimento de água ao domicílio não existia e era dos fontanários que a população se abastecia para prover as necessidades caseiras.

Em determinadas horas do dia (e da noite) a procura superava em muito a oferta e este facto determinava tempos de espera infindos até que chegasse a vez de os vasilhames abrirem as goelas à mingua de água que caía.

A “vez” adquiria-se de acordo com regras dos usos e costumes. Mas, havia os abusos de quem utilizava expedientes típicos de “aos costumes nada dizer”.  E, claro, lá vinham as gritarias, insultos e desavenças.

Hoje, ao ver a imagem da fonte de Santa Teresa, nesta foto publicada, sinto alguma saudade, ou melhor, alguma nostalgia.

Mas, que não restem dúvidas: bendigo, como todos bendizemos, a água ao domicílio.

Só que a imagem me associa a cenas de um grande pulsar de gente e de vida nas ruas de Vila Cova nesses tempos. Mesmo com os tais desacatos, inconsequentes desacatos.

Tanta coisa que mudou. E nos os tempos de hoje é o que se vê: as ruas sem gente, sem vida, um vazio.

Tão triste…  

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Julho , 2017, 01:39

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Prosseguem as obras de aumento e remodelação do edifício do Centro de Dia, nesta fase com a montagem dos vários equipamentos de ligados a condução de águas, esgotos e eletricidade.

O termo das obras está agora previsto para Novembro.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 10 Julho , 2017, 02:37

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A notícia, que a seguir divulgamos, já tem uns dias e foi-nos enviada, em tempo oportuno, por Joana Madeira Silva, que mais uma vez nos sensibiliza para questões do ambiente. Vinha acompanhada de um vídeo que, devido a razões tecnológicas que estão a  ser corrigidas, ainda não conseguimos publicar. Contudo, pela sua atualidade, entendemos não dever atrasar mais o apontamento referente à louvável atitude dos habitantes de Casal de São Simão e de Ferraria de São João, e que é retirado do "Diário de Leiria". O nosso muito obrigado à Joana Madeira Silva.    

 

"Depois de Ferraria de São João, a aldeia do xisto de Casal de São Simão, em Aguda, no concelho de Figueiró dos Vinhos, deverá ser a próxima a desistir da espera por uma solução política e de ordenamento do território para evitar que os lares da  localidade voltem a ficar cercados por chamas.

Tal como em Ferraria, ali os moradores vão reunir no dia 23 de Julho para discutir um acordo para se livrarem dos eucaliptos e acácias num anel à volta da aldeia que, no dia 18, esteve ameaçada pelo fogo que começou em Pedrógão Grande e vitimou 64 pessoas.

A Associação de Moradores, liderada por Aníbal Quinta vai discutir a plantação de  nogueiras, carvalhos, castanheiros e outras folhosas, além de manterem as terras livres para uso comunitário."

 

E se outros lhes seguissem o exemplo?...

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 06 Julho , 2017, 21:06

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No dia 1 de julho a Família «GRILO» teve o seu 6º Encontro em Vila Cova e Vinhó. Esta Família adotou esta alcunha no início do século XIX, nos ascendentes de Vila Cova e da Cerdeira. Os nossos antepassados, que ainda conhecemos, foram João da Silva (Grilo) nascido a 28 de junho de 1883, que era filho de José da Silva, de Vinhó e de Maria Emília, de Vila Cova. Por sua vez o seus avós maternos eram António de Brito e Joaquina de Jesus, ambos de Vila Cova. É das famílias mais numerosas desta Beira Serra, pois conta com mais de 300 «Grilos».
O 7º Encontro ficou marcado para 30 de junho de 2018.»
 
Manel Fernandes
 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 03 Julho , 2017, 18:03

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Ainda não tinha sido espectador do “Capitão Fragata”.  E fi-lo, na Casa da Filarmónica do Barril de Alva, desta feita no último domingo, com as expetativas bem altas, na senda de tudo a que já me habituei relativamente às peças dos “Gorgulhos”.  Eis uma situação algo problemática. Muitas das vezes, nestas circunstâncias, as expetativas saem frustradas.  Mas não foi o caso, até pelo contrário. “Os Gorgulhos” superam-se de peça para peça, de estreia para estreia. O texto do “Capitão Fragata”, da autoria, como sempre, de Silvino Lopes, é fluído, numa linguagem atrativa, consistente do princípio ao fim, em coerência com a narrativa subjacente. Peça muito divertida, com momentos de grande comicidade, quando, por exemplo, na cançoneta cantada pela “feiticeira”, com uma desafinadela monstra, a rivalizar com qualquer “Zé Cabra” daquém e dalém mar, os tremeliques de susto dos marujos “lagosta” e “sardinha” deixam a assistência entregue a sonoras gargalhadas.

A interpretação artística continua com nota alta nos atores Silvino Lopes e Fernanda Santana. Entretanto, uma surpresa que muito valoriza a apreciação da peça: a excelente interpretação de Acácio Simões, com muita graça e sentido de representação. Também a jovem Sofia Gouveia merece uma palavra de estímulo, já que se lhe reconhecem potencialidades.

Por fim um lamento. Que razões são determinantes para que este grupo não tenha os apoios devidos por parte do Município? O investimento financeiro que os “Gorgulhos” dedicam ao “teatro”, é já de milhares de euros, sem nada, ou muito pouco receberem em contrapartida. Outros há, nesta área, sem “performance” que mereça o mesmo reconhecimento, que são apoiados, ao que consta, pela edilidade. Os Gorgulhos merecem outro tratamento.

 

Nuno Espinal    

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