publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Janeiro , 2017, 12:41

 

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Diogo Quintela é alguém com popularidade a nível nacional. Mas, em Vila Cova, todos o conhecemos, também, pelas estadias que tem feito na nossa terra, em casa dos Drs. Francisco Costa e Filomena Fortes, pais da sua companheira Maria.

Os “Gatos Fedorentos” deram-lhe projecção através da televisão, ainda que já antes, com as Produções Fictícias, tivesse ganho notoriedade como argumentista. Hoje, a sua dinâmica de vida levou-o à condição de empresário, ainda que prefira definir-se como investidor.

Por todo este contexto, Diogo Quintela foi o convidado mediático do fórum “Ideias com Futuro”, dinamizado pelo CLDS/Arganil, que teve lugar no último domingo, na nave central da Cerâmica Arganilense e em que se discutiam aspetos ligados ao empreendedorismo.

Na sua intervenção, Diogo Quintela discorreu sobre várias das experiências por si vividas no mundo empresarial, dando realce a um fator, entre outros muito importantes, que julga imprescindível para que um projeto de negócio possa ter êxito: a confiança e o espírito de equipa que deve prevalecer entre os vários empreendedores. Espírito esse que partilha nas empresas de que atualmente é empresário, nomeadamente a cadeia de pastelarias “Padaria Portuguesa” e a “Feels Like Home”, uma empresa de aluguer temporário para turistas.

Outros empresários falaram das suas empresas, nos percursos e processos que as consolidaram e as levaram ao êxito: “Follow Inspiration” uma empresa especializada em tecnologia, a “Iellow”, uma marca da venda de mel e a “Science 4 you”, empresa que produz brinquedos educativos para crianças.

Antes, alunos do Agrupamento de Escolas de Arganil apresentaram projetos de negócio, tais como o “Solar Phone”, que respeita à captação de energia solar através de placas instaladas em capas de telemóvel e equipamentos correlativos, o “Donkey Cosmetics”, ligado à produção de cosméticos feitos com leite de burra, o “Friend Cap”, criador de um chapéu para invisuais, com sensor que deteta obstáculos ao nível da cabeça e a “I Wish”, a operar ao nível do turismo.

Foi uma sessão interessante, não só pelos testemunhos de empresários e investidores já com experiência profissional, como ainda pelo entusiasmo apresentado nos projetos dos jovens empreendedores de Arganil, a augurarem um futuro esperançoso no concelho.

Um comentário final: todos os nomes de empresas citadas neste fórum, estão escritos em língua inglesa (à exceção da “Padaria Portuguesa”), curiosamente numa altura em que os dois países expoentes desta língua estão em litígio com a Europa. Vejam-se as constantes ameaças do anormal Trump e a eminência do chamado Brexit que, pelas palavras da primeira ministra inglesa, promete ser duro.

Esta profusão de termos ingleses não é só do mundo empresarial e da economia. É comum em muitas outras áreas e, para cúmulo do ridículo, o futebol surgiu agora, no léxico da Taça da Liga, com a “final four”.

Será que estamos a caminho de um “Language Ptexit”?

Claro, já todos sabemos: A “imperative globalization”...

Valha-nos God!...

 

Nuno Espinal


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