publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 07 Dezembro , 2016, 01:59

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O dia chuvoso não afetou em nada o êxito que foi o “Encontro da Malta” no que lhe é essencial: o convívio e a confraternização, vividos em ambiente de grande amizade e excelente disposição. Apenas impediu, isso sim, a foto de grupo, que deveria ter sido tirada num espaço exterior, face ao número dos da “Malta” (45) que quiseram estar em Penacova.

Ainda, assim, conseguimos surripiar algumas fotos tiradas pelo José Artur Leitão, que não captaram, contudo, todos os rostos dos que participaram neste “Encontro de Coimbra”.

Dos que não puderam estar presentes, recebemos, de alguns, mensagens desejando a todos um excelente “Encontro”. Foram os casos da Isabel Madeira, da Guida Simões, da Adelaide Brassard, do Manuel Fernandes e do Jorge Fernandes.

Entretanto, o Abílio Pinto, que esteve em Penacova, vindo de Braga, fez questão que, via Miradouro, fosse registado o quanto de importante, para si, significam estes Encontros, que lhe permitem rever velhos companheiros de juventude e conviver com novas amizades.

E dá-nos conta de uma sua intenção: logo que a neta, a Clarinha, cresça mais uns anitos, quererá que ela participe e seja mais uma deste formidável grupo.

Pois, que venha. Será com certeza uma mais a remoçar este “jovem agrisalhado” grupo da Malta.

 

Nuno Espinal  

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Dezembro , 2016, 19:30

Derby local, que opôs duas equipas de povoações vizinhas e amigas, que terminou com um empate, conseguido pelo Coja com dois golos, obtidos nos últimos cinco minutos de jogo.

Muito público a assistir, num bom jogo de futebol, em que o Vilacovense merecia melhor sorte.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Dezembro , 2016, 11:47

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O Encontro tem já história, em cada Natal, como o da “Malta de Coimbra”. Mas, muitos foram, dos da “Malta”, que vieram de outras paragens: Porto, Lisboa, Santarém, Braga, Sintra, Almada, Vila Nova de Gaia. E ainda bem. Nós, os de Coimbra, somos assim, dizia o Oliveira Alves. E em tom jocoso acrescentava: nós os rurais, abrimos as nossas humildes portas aos citadinos de Lisboa e Porto. Gargalhada geral, claro, ainda que subjacente estivesse uma crítica aos poderes políticos na forma como protegem as duas cidades, em detrimento do resto do País.

O “Encontro” foi um êxito, não fosse Coimbra uma lição. Almoço muito elogiado, éramos ao todo 45, com um divinal prato de míscaros, adoçado, em final, com as nevadas de Penacova, típicas da localidade, como o próprio nome indica, onde se situa o restaurante escolhido para o repasto: o afamado “Côta”.

Depois uma visita, com explicações do António Simões, a um Moinho, na Espinheira, hoje Museu, e que antes foi propriedade de Vitorino Nemésio.

Para o ano haverá mais. E podem já marcar na agenda: dia 2 de dezembro, sábado. Vimieiro? Burgo? A seu tempo se verá. Com novos ingredientes, vai ser um êxito. E nós, os de Coimbra, nós, os rurais, cá estaremos para receber os citadinos de braços abertos. Não fossemos, afinal, todos, sem exceção, deste grupo impar que dá pelo nome de “Grupo da Malta”. E que nunca seja descurado: com Vila Cova de Alva em pano de fundo, claro.

 

Nuno Espinal    


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 01 Dezembro , 2016, 19:25

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Lurdes Gonçalves assina um texto inserido no “diário as beiras”, de hoje, com o título “Misericórdia de Vila Cova do Alva, vai ampliar Centro de Dia”, texto que publicamos na íntegra:

A ampliação do Centro de Dia, investimento que vai rondar os 250 mil euros, é o principal projeto da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva para o próximo ano, e foi aprovado por unanimidade na última assembleia geral, assim como as restantes ações previstas no Plano de Atividades para 2017.  Anunciando que já estamos na fase do concurso público” e “já temos um empreiteiro escolhido” Nuno Espinal disse ao DÁRIO AS BEIRAS que estas obras são “algo de muito importante para a vida da instituição porque vai dotá-la de outras condições, ao nível de equipamentos e de espaço”.

Garantindo que “as obras devem começar a partir de janeiro”, o provedor da Misericórdia de Vila Cova do Alva explicou que, para realizar estas obras, a instituição conta com o apoio da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa, através do Fundo Rainha D. Leonor, que vai comparticipar com cerca de 140 mil euros esta intervenção. “Sem esta ajuda não podíamos avançar com as obras porque não tínhamos dinheiro”, sustentou o responsável da IPSS, sublinhando que “aproveitando a necessidade das obras na cozinha, decidiu-se também aumentar a sala de estar dos utentes porque tem poucas condições e impede a diversificação das ocupações dos utentes”.

Atrair mais utentes ao Centro de Dia

Defendendo que, com a melhoria deste espaço haverá mais utentes a recorrer ao Centro de Dia e a deixar o Apoio Domiciliário, Nuno Espinal lembrou que, no Centro de Dia, frequentado por cerca de 20 pessoas, os utentes podem participar em várias atividades desde a confeção de trabalhos manuais, ver televisão, fazer desenhos, ler e até consultar a internet, nomeadamente o site “Miradouro de Vila Cova de Alva”, para terem conhecimento “do que se vai passando no mundo”.

Segundo o provedor da Misericórdia, e atendendo a que servem refeições diárias a mais de 40 utentes e que é necessário cumprir as “diretivas que existem” em 2017, a instituição pretende aumentar a cozinha e melhorar os equipamentos.

Lamentando, contudo, que “os apoios do Estado diminuíram muito” o dirigente, que está à frente desta instituição há 16 anos, adiantou ainda que, o próximo ao, em termos de orçamento, será “especial”, uma vez que, apesar de disporem de um saldo de cerca de 10 a quinze mil euros, com a ampliação do Centro de Dia as “despesas serão superiores ao que era habitual”. “os ativos bancários vão ficar reduzidos a zero”, sublinhou, reforçando, no entanto, que “era preciso avançar com estas obras”.

Para além destes projetos, Nuno Espinal salientou que, em 2017, no serviço da área de saúde “estará a funcionar um laboratório de análises clínicas e exames de cardiologia”, bem como estará presente um médico, quinzenalmente, para consultas”.

A instituição, que presta também o serviço de cantina social a oito pessoas carenciadas, vai continuar a dinamizar o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares das “Rodas”, um grupo que recria as cantigas e as danças das “rodas” que se realizavam antigamente nas festas em Vila Cova do Alva, e no qual participa toda a comunidade, incluindo jovens.

O provedor ressalvou, ainda, que em 2017 vão ser eleitos os novos corpos sociais da Misericórdia para os próximos quatro anos, manifestando a sua disponibilidade para exercer funções durante mais um mandato.


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