publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 14 Junho , 2016, 02:08

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Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

A Mocidade do Centro de Dia

 

Com seus arcos e balões

Manjericos e vaidade

Enche os nossos corações

A marcha da Mocidade

 

Vila Cova é nostalgia

E o rio Alva a saudade

Há-de cá voltar um dia

Quem partiu para a cidade

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

A Mocidade do Centro de Dia

 

Nestes santos populares

São João gosta de festas

Enternece os olhares

Ao ver uma marcha destas

 

Ver esta marcha a passar

Lembra os tempos de outrora

Quem cresceu a trabalhar

Vive a mocidade agora

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

A Mocidade do Centro de Dia

 

 

O Silvino fez a letra, a Fernanda foi a ensaiadora e a Marcha fez-se à rua.

E a mim, como representante dos jurados, coube-me a proclamação:

 

-E a vencedora é… a Marcha do Centro de Dia!

 

 

 

Nuno Espinal

Fotos: Manuela Antunes e Silvino Lopes

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 13 Junho , 2016, 02:27

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A “Flor do Alva” esteve presente, este domingo, na XI Feira das Freguesias em Arganil, tendo-se exibido no palco principal, perante o agrado e aplausos de todos os que assistiram à sua atuação.

 

Fotos: Manuela Antunes

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 13 Junho , 2016, 01:32

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Sou sincero: não tenho sido grande apreciador dos desfiles das marchas de Lisboa.  Anos houve em que, das fugazes olhadelas via televisão, sempre as comentei como inestéticas nas coreografias, comandadas por aquele ritmo “binarista apressado”, que remetia as marchantes para movimentos pouco graciosos e os marchantes para desfile tipo parada militar, quase em passo de corrida.

Mas aos poucos, o substrato artístico parece ter melhorado. Melhor música, melhor corografia, diversidade, criatividade. E pela primeira vez até me deixei ficar agarrado ao desfile (via TV) desde a primeira à última marcha.

Mas, atenção! Ainda sou do tempo em que as marchas nasciam, espontaneamente, em locais onde se organizavam bailaricos na noite de Santo António. Era uma festa! Por entre a fumarada da sardinha assada, lá saía a marcha que unia gente dos bairros ou de “pátios”, dos muitos que ainda há em Lisboa. Essas ainda são as minhas marchas preferidas. Mas, agora, só na saudade…

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 12 Junho , 2016, 12:23

Razões de ordem pessoal impediram-me de posta,r no Miradouro, nos últimos dias. Retomarei a atividade a partir de hoje. As nossas desculpas.

 

Nuno Espinal/Miradouro


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 09 Junho , 2016, 01:01

Caminhada Solidária Vila Cova de Alva e Anceriz.j

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 06 Junho , 2016, 11:52

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Tempo houve em que, nas Festas de S. João, em Vila Cova, eram infalíveis as danças e os cantares das “rodas”. As pausas da nossa filarmónica eram preenchidas com as modas das “rodas”. Raparigas e rapazes davam as mãos e em roda lá cantavam e dançavam as modas que outras gerações lhes tinham legado. Modas estas que foram reapresentadas (algumas) na última edição da “Mostra de Lavores e Sabores”, com um despertar de saudades, perante os muitos sexagenários (e daí para cima) que à apresentação e exibição do “Grupo Etnográfico” assistiram.

Pois bem. O Grupo Etnográfico vai de novo exibir-se para os vilacovenses com as suas modas de roda. Será no dia 25, a partir das nove e meia da noite. Mas, tem mais. É que nem só das modas das “rodas” vive o grupo. Desta feita apresentará uma novidade no seu repertório: uma marcha alusiva aos Santos Populares, com destaque para o nosso S. João.

A música da marcha, cuja parte instrumental estará a cargo de músicos da "Flor do Alva", ensaiados pelo maestro Ricardo Calado,  tem sonoridade reconhecida do cancioneiro popular. A letra é que é um exclusivo. Da autoria do Silvino Lopes, foi escrita particularmente para o Grupo Etnográfico. Escrita pelo Silvino Lopes e muito bem escrita. Leiam-na e digam lá se tenho ou não razão.

Já agora uma sugestão: decorem-na. É que no dia 25 toda a minha gente vai cantar e dançar com o Grupo Etnográfico. E a marcha dedicada ao S. João, com arquinhos e balões, tem de estar na ponta da unha.

 

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

Desde o sol-pôr ao romper do dia

 

Com seus arcos e balões

Manjericos e vaidade

Enche os nossos corações

A marcha da Mocidade

 

Nestes santos populares

São João gosta de festas

Enternece os olhares

Ao ver uma marcha destas

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

Desde o sol-pôr ao romper do dia

 

Vila Cova é nostalgia

O rio Alva é saudade

Há-de cá voltar um dia

Quem partiu para a cidade

 

Ao ver a marcha a passar

Lembra os tempos de outrora

Quem cresceu a trabalhar

Vive a mocidade agora

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

Desde o sol-pôr ao romper do dia

 

Por entre fontes e flores

Numa luz que a todos espanta

Passa a marcha dos amores

É Vila Cova que canta

 

Santo António arrebita

Ao ver São João na serra

Ai que marcha tão bonita

A marcha da nossa terra

 

Cá vai a marcha de Vila Cova

De tão velhinha parece nova

Marcha a compasso com alegria

Desde o sol-pôr ao romper do dia

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Junho , 2016, 09:43

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O aparato, constatado na foto, perspetiva-nos algo. E pelo acervo de ditos e reditos, a dedução emerge rápida e incontroversa: vêm aí obras. Nem mais!

E, ao que sabemos, obras que serão faseadas e com início marcado para a próxima semana. Numa primeira fase, a reconstrução da fachada frontal dos edifícios, com um imperativo a cumprir: a manutenção do estilo arquitetónico de raiz. Aplauda-se o critério. A intenção é preservar o conjunto arquitetónico de todo o conjunto imobiliário do complexo do Convento.  

Quanto aos objetivos da obra, a resposta já a sabemos: a criação da “casa do xisto de Vila Cova”, com funcionalidades várias, entre as quais um “espaço museu”.

Posto isto, surge a pergunta. Para quando o termo da terceira fase da obra? Ou, melhor, para quando o termo da obra?

 Aqui, a resposta é pouco esclarecedora. É que, de quem de direito, ouvimos o seguinte: “Vamos a ver… Vai-se fazendo à medida que houver dinheiro!”.

Ui! Que susto! À medida que houver dinheiro? Obras concluídas lá para as calendas, ou uma nova edição de “Santa Engrácia”?

Calma! Vamos ter fé. Lá em cima, a Igreja do Convento de Santo António parece-nos inspiradora. Fé! E já agora, um tanto à boleia do nome do nosso Convento, aqui deixo uma prece ao nosso Santo António, em tempo dos seus tão populares festejos:

 

Santo António, milagreiro

Meu rico e bom santinho

Benze lá o mealheiro

Manda pr’a cá dinheirinho

 

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Junho , 2016, 07:47

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O “CLDS – Arganil” tem promovido ações junto de idosos, a que chama “Idosos em segurança” e que visam a prevenção de situações de risco, como roubos, burlas, violência e outras mais. Para estas ações conta com a colaboração de agentes da GNR, nomeadamente o Núcleo de Programas Especiais daquela Corporação. Uma destas ações decorreu em Vila Cova, nas instalações do Centro de Dia, onde um dos agentes da GNR, concretamente do Posto de Tábua, fez algumas chamadas de atenção para estratagemas utilizados por atacantes, com o objetivo de roubos, ao mesmo tempo que era exibido um filme que denunciava procedimentos utilizados por falsos “doutores da segurança Social”.

Antes desta ação e no mesmo dia, uma técnica do CLDS, a Dr.ª Daniela, fez-se acompanhar de uma enfermeira e visitou utentes da Santa Casa, em regime de “Apoio Domiciliário”.

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Junho , 2016, 08:49

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O que surpreendeu, nesta sétima edição da “Mostra de Lavores e Sabores”, foi o elevado número de visitantes que acorreu ao recinto da Praça, apesar da chuva e do frio que nos três dias do certame foram sempre desmotivadores.

Este fenómeno atesta o êxito que a “Mostra” em si já é, êxito reforçado, este ano, por uma programação bem delineada e diversificada, nunca fugindo ao padrão de consagração da cultura especialmente regional e mesmo, quando não especificamente regional, sempre integrada no padrão da cultura tipicamente portuguesa.

Sendo uma manifestação cultural, a “Mostra” tem, nas ações que proporciona, gradações lúdicas, o que se revelou nesta última edição, desde a exposição de fotografia de Nuno Caetano, o teatro, da responsabilidade do grupo “Os Gorgulhos”, o próprio Grupo Etnográfico “Os Cantos e Danças das Rodas”, da Santa Casa de Misericórdia, até ao Grupo “Sons e Suadelas” um verdadeiro paradigma do modo de divertir e contagiar os espectadores.   

De permeio os ranchos folclóricos (o nosso carinho para com o rancho “As Flores” de Casal de S. João), as tunas e as filarmónicas, com uma palavra de grande afeto e respeito para com a nossa “Flor do Alva” e de admiração para com a Banda Arganilense, decerto, entre todas as do concelho, de um patamar superior.

Uma referência à gastronomia, apresentada pela nossa Santa Casa, com uma excelente "feijoada de polvo", e um não menos agradável “bacalhau frito em molho de cebolada”, para além do típico “bucho de Vila Cova”, e pela cozinha da associação entre a “Flor do Alva” e o “Vilacovense” com, entre outros pratos, um “rancho” muito saboroso.

Uma palavra para com as instituições que colaboraram nesta “Mostra”, com maior ou menor grau de participação, mas todas vitais para o êxito desta organização.

Por fim uma palavra de grande reconhecimento para com a “União de Freguesias de Vila Cova e Anceriz”, a organizadora do certame, e com uma referência especial para com o seu Presidente António Tavares, que de forma responsável, empenhada e democrática soube coordenar, sem praticamente máculas e perante as adversidades do mau tempo, exemplarmente toda a organização da “Mostra”. Sem ostentações, soube reconhecer em outros o valor que lhes julgou merecidos. E quando assim é a vontade de colaborar sairá reforçada.

Parabéns a todos, Parabéns Vila Cova.

 

Nuno Espinal

 

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