publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Agosto , 2015, 17:42

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Durante este mês de agosto, o grupo da “Malta” vai-se alternando, nos parceiros que o compõem, mediante as levas sucessivas dos que vão entrando e dos que vão saindo. E neste vai e vem, parece criar-se uma evidência. Quanto mais avança o mês, mais o “destempero” dos da “malta” aumenta. Claro, tudo isto de uma forma divertida, galhofeira e saudável.

Ainda ontem assim foi. Enquanto o grupo de fados “Artyfadinhos” se exibia, e perante um certo sorumbatismo de alguns vilacovenses residentes, a “Malta” fez a festa, divertiu-se e divertiu os outros. A ponto de uma das fadistas chegar mesmo a dizer: “Quem nos dera ter sempre um público como este!”. De facto, a “Malta” esteve imparável. Cantou, dançou, principalmente quando as guitarras trinavam fados corridos, bateu palmas e terminou a sessão com um muito audível eferreá coimbrão, que se deve ter ouvido lá para os lados de Anseriz e Barril. Ah, um apontamento a registar: o anversário de Alberto Leal, que teve todo o auditório e o grupo de fadistas a cantar-lhe a cantilena dos "Parabéns a Você".

Falemos, entretanto, do Grupo de Fados, sediado em Arganil: Proporciona bons momentos de espetáculo, com um repertório de fados muito apelativo à participação, fados esses uns tradicionais, muito conhecidos na voz de Amália, e outros recentes, em especial da discografia de Ana Moura.

Uma constatação: Afinal, com poucos recursos financeiros é possível fazer-se uma noite de grande diversão.

 

Nuno Espinal

Fotos: Nuno Espinal e Cláudia Lourenço

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 22 Agosto , 2015, 13:34

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A intenção era comemorar as obras já concretizadas na Igreja Matriz. Mas, havia mais. Pretendia-se uma comemoração simples, festiva, sem pavoneios e formalidades.

E, assim foi. Em conformidade com os intentos, tudo foi cumprido.

A abrir, pouco passava das 8 da tarde, os discursos. Curtos e informativos.

O arquiteto Rui Ferrão inaugurou-os, discorrendo sobre a engenharia utilizada nas obras. Depois foi Nuno Espinal, como Provedor da nossa Santa Casa. Enalteceu o desempenho e determinação do Padre Rodolfo Leite e falou dos projetos de obras da Santa Casa: “A atual e improvisada “Casa Mortuária” vai ser intervencionada com obras adequadas, de modo a conferirem-lhe superior qualidade nas suas funcionalidades. Por outro lado, brevemente, assim se espera, estarão em andamento as ampliação e melhoramento das instalações do Centro de Dia, aguardando-se, apenas, pelo concurso próprio de candidaturas a subsídios, que terá lugar em Janeiro”. Retornando às obras na Matriz, Nuno Espinal utilizou uma frase de Pessoa, quando afirmou: “O Homem é do tamanho do seu sonho”. E dirigindo-se ao Padre Rodolfo Leite acrescentou: “O Sr. Padre sonha grande. Eu sei que um dos seus sonhos está ligado aos arranjos dos caixotões do teto da Matriz. Há-de tornar o sonho realidade”.

Terminadas as palavras de Nuno Espinal, foi a vez de António Tavares, Presidente da Junta da União de Freguesias, expor o seu discurso. E projetou-o com grande impacto quando deu uma notícia em primeira mão sobre o negócio de aquisição à “Casa do Convento” do terreno situado na margem direita do Alva, logo a seguir à Ponte, que será aproveitado para espaço da Paria Fluvial de Vila Cova. Uma notícia sublinhada com fortes aplausos, já que a “Praia Fluvial” é uma velha aspiração de muitos Vilacovenses e visitantes da terra no Verão. “Para o ano que vem tudo faremos para que a Praia Fluvial já seja usada no Verão”, sublinhou ainda António Tavares.

A aguardada intervenção do Padre Rodolfo Leite fez-se então ouvir. Agradeceu os elogios que lhe foram feitos, ainda que os não considerasse apropriados. “Faço apenas a minha obrigação como Padre, e mal seria se assim não fosse. A minha entrega é apenas uma exigência do meu dever de Padre”. Quis que todos os seus antecessores fossem considerados, porque todos, sem exceção tiveram importante papel como timoneiros da Paróquia. Fez questão de homenagear uma figura, muito querida dos Vilacovenses: O saudoso Padre Januário Lourenço dos Santos. Quanto ao arranjo dos caixotões em tela do teto da Matriz, o Padre Rodolfo confia que a obra se fará. “Comigo ou com outros esta obra há-de realizar-se”, afirmou. Referiu ainda que o Conselho Económico da Paróquia tem em marcha o arranjo do teto na parte anterior da Igreja, ou seja na zona do Altar, obra que está orçamentada em cerca de dezoito mil euros”.

Fechou esta série de discursos o Presidente da Câmara, Ricardo Pereira Alves. Também ele teceu fortes elogios ao trabalho desenvolvido pelo Padre Rodolfo Leite e frisou a atenção que ao Município merece Vila Cova, pela sua história e beleza. De entre as últimas obras concretizadas em Vila Cova, destacou a ETAR, recentemente concluída.

Com a intervenção do Presidente da Câmara terminou este primeiro “ato” de celebração das obras da Matriz recentemente concretizadas.

Passou-se, então, à confraternização em torno de mesas apetrechadas de iguarias, trazidas por todo o Povo, que acorreu em grande número a estas festividades.

Cerca das nove e meia da noite ouviram-se vozes fadistas, acompanhadas por um “instrumental” muito completo, tanto na quantidade como na qualidade, que agarrou, até depois das onze da noite, uma assistência atenta e participativa.

 

 


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