publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 23 Março , 2015, 22:17

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A Páscoa vai ser comemorada em Vila Cova e povoações vizinhas com vários atos religiosos que passamos a divulgar:

 

-Dia 27 de março: Caminhada contra a indiferença, em Coja, a partir das 20H 30M;

-Dia 28: Via-Sacra pública em S. João, às 19H (Capela);

-Dia 29: Bênção dos Ramos na Igreja do Convento, às 13H 30M, seguida da Procissão;

-Dia 31: Via-Sacra pública em Vila Cova, com início na Capela da Misericórdia, a partir das 20H;

-Dia 3 de Abril, Sexta-Feira Santa: Procissão da Senhora da Soledade;

-Dia 5: Celebração da Missa de “Domingo de Páscoa”, a partir da 10H 30M, seguida da Procissão da Senhora da Alegria.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 22 Março , 2015, 23:25

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O altar da Matriz foi embelezado.

Um verdadeiro trabalho de arte na talha que tem, a final, um resultado que nos suscita os maiores elogios. Parabéns aos artistas da obra.

-Agora, como dizia alguém, só falta a recuperação dos caixotões do teto.

E prosseguia:

-Mas, para que isso aconteça, só um milagre.

-Ah, sim! Um milagre! Ouviu-se de um outro.

Todos os ali presentes aquiesceram. De facto, uma obra de complexidade e com custos de muitos milhares.

Uma terceira voz, entretanto, confiante e positiva, empertiga-se.

-Milagre? Pois eu acredito no milagre!

E continua:

- Só que aqui o milagre não será tanto de inspiração divina. Tem um nome: Rodolfo Leite.

Quem sabe?!...

 

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 20 Março , 2015, 22:33

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Florescem as mimosas a indiciar os alvores da primavera. Mas, o inverno ainda mantém marcas, como nas árvores despidas ou na vegetação de castanho seco.

As chaminés, ao cair do fresco que finda a tarde, tecem cortinas de fumo que acinzentam o branco do casario.

E oiço alguém que canta uma cantilena das saudosas danças de roda:

 

A primavera traz lindas flores

Todas são lindas mas não são iguais

A primavera vai e volta sempre

A mocidade vai, não volta mais.

 

Nuno Espinal

 

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Março , 2015, 23:26

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Hoje dia 19 de Março, dia de São José, segundo a liturgia, dia do pai na sociedade contemporânea!

Faz sentido instituírem o evento nesta data, evocando o pai adotivo de Jesus! Presto a minha homenagem a todos os pais, incluindo o pai de meus filhos e a meus filhos, que pais também são!

Recordo com muita saudade e amor o meu querido pai, não somente neste dia mas ele está e estará para sempre nas minhas recordações, no meu coração!

Nesta foto, os meus pais na sua simplicidade e singeleza, amados por todos os filhos e netos a quem eles sempre deram muito amor e carinho!!!

 

Ercília Ribeiro de Almeida


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Março , 2015, 22:51

Damos ao conhecimento dos leitores do Miradouro a seguinte notícia, que transcrevemos do “DIÁRIO AS BEIRAS” de ontem, assinada por António Rosado, com o título “Idosa de Coja transferida de ambulância acabou por falecer”:

 

«A família de uma idosa de 95 anos, que faleceu segunda-feira passada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), denuncia que a burocracia criada pela portaria 142.B/2012, sobre transporte de doentes, fez atrasar o socorro à vítima.

Gracinda dos Prazeres foi vítima de queda, em Agroal, Coja, o que lhe provocou fraturas numa perna e num braço, às 7 H 30 de domingo passado. Socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Coja, foi atendida, numa primeira fase, no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Arganil.

Transferida para Coimbra, a idosa teve que esperar pela ambulância de Arganil, para fazer o transporte, porque é esta corporação que está mais perto do SUB de Arganil, embora a ambulância de Coja estivesse estacionada à frente do edifício. Esta mudança de ambulância implicou que a vítima tivesse de ser desmobilizada da maca onde estava para outra, da ambulância dos voluntários de Arganil. Com todos estes procedimentos, Gracinda dos Prazeres só chegou aos CHUC às 11 H 00, vindo a falecer cerca de 24 horas depois, após intervenção cirúrgica.

A neta da vítima não atribui uma relação de causa/efeito entre o procedimento e o falecimento, mas diz-se “indignada pela demora no transporte, com a repetição dos procedimentos de imobilização, só porque não podiam ser os voluntários de Coja a fazer o segundo transporte, resultando um desfecho infeliz.

Paulo Tavares, comandante dos Bombeiros Voluntários de Coja, confirma a situação, reafirmando as declarações prestadas ao DIÁRIO AS BEIRAS, na semana passada, onde considerou que “com este braço de ferro, quem fica sempre a perder é o utente”.

Esta decisão afeta todas as corporações da região, mesmo de outros concelhos, mas são os bombeiros de Coja quem mais sofrem, uma vez que têm o quartel no concelho de Arganil e também já deixaram de fazer estes transportes noutros concelhos. Isto significa uma quebra de faturação mensal entre seis e oito mil euros, antevê o presidente da direção, Jorge Matos Silva.»

Damos ao conhecimento dos leitores do Miradouro a seguinte notícia, que transcrevemos do “DIÁRIO AS BEIRAS” de ontem, assinada por António Rosado, com o título “Idosa de Coja transferida de ambulância acabou por falecer”:

 

«A família de uma idosa de 95 anos, que faleceu segunda-feira passada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), denuncia que a burocracia criada pela portaria 142.B/2012, sobre transporte de doentes, fez atrasar o socorro à vítima.

Gracinda dos Prazeres foi vítima de queda, em Agroal, Coja, o que lhe provocou fraturas numa perna e num braço, às 7 H 30 de domingo passado. Socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Coja, foi atendida, numa primeira fase, no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Arganil.

Transferida para Coimbra, a idosa teve que esperar pela ambulância de Arganil, para fazer o transporte, porque é esta corporação que está mais perto do SUB de Arganil, embora a ambulância de Coja estivesse estacionada à frente do edifício. Esta mudança de ambulância implicou que a vítima tivesse de ser desmobilizada da maca onde estava para outra, da ambulância dos voluntários de Arganil. Com todos estes procedimentos, Gracinda dos Prazeres só chegou aos CHUC às 11 H 00, vindo a falecer cerca de 24 horas depois, após intervenção cirúrgica.

A neta da vítima não atribui uma relação de causa/efeito entre o procedimento e o falecimento, mas diz-se “indignada pela demora no transporte, com a repetição dos procedimentos de imobilização, só porque não podiam ser os voluntários de Coja a fazer o segundo transporte, resultando um desfecho infeliz.

Paulo Tavares, comandante dos Bombeiros Voluntários de Coja, confirma a situação, reafirmando as declarações prestadas ao DIÁRIO AS BEIRAS, na semana passada, onde considerou que “com este braço de ferro, quem fica sempre a perder é o utente”.

Esta decisão afeta todas as corporações da região, mesmo de outros concelhos, mas são os bombeiros de Coja quem mais sofrem, uma vez que têm o quartel no concelho de Arganil e também já deixaram de fazer estes transportes noutros concelhos. Isto significa uma quebra de faturação mensal entre seis e oito mil euros, antevê o presidente da direção, Jorge Matos Silva.»


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Março , 2015, 21:46

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Qualquer sujeito, que se preze de ética desportiva, advoga, como princípio básico, o respeito que é devido a um qualquer árbitro, seja em que modalidade desportiva for. Mas daí à atitude de um árbitro que impõe um regime de autoridade intocável, não permitindo a mínima discordância, manifesta em termos toleráveis, vai a distância que separa o que é autoridade do que é prepotência.

Foi esta prepotência a revelada pelo árbitro que apitou o último jogo em que participou o Vilacovense, jogo disputado em S. Martinho da Cortiça contra a equipa local.

O critério adotado pelo árbitro conduziu à expulsão do nosso jogador Luís Carlos, decorria ainda a primeira parte. Uma expulsão que veio a afetar o rendimento da nossa equipa. Ainda assim, com grande espírito de sacrifício e realizando uma exibição meritória, o Vilacovense arrecadou um triunfo que lhe perspetiva a vitória no torneio, dependendo, para tal, unicamente de si próprio, bastando para tal que vença os dois jogos que lhe restam no calendário.

 

Deste jogo, em que o Vilacovense triunfou por dois golos a um, eis a respetiva ficha técnica..

 

Constituição da equipa: 

 

Guarda Redes: Sérgio;

Defesas: Fábio, Mário Reis, Sérgio (Bagaço) e  Tó-Zé;

Médios: Renato, Pedro Miguel, Pedro Abreu e João Correia;

Avançados: Luís Carlos e Paulo Ribeiro (capitão).

 

Substituições: 

Aos 65 minutos saiu Tó-Zé e entrou Nelson Amaral;

Aos 75 saiu Renato e entrou Rodrigo;

Aos 80 saiu João Correia e entrou Bruno Santos

 

Os dois golos da nossa equipa foram apontados por Pedro Miguel.

 

Treinador: António Pereira.

 

Massagista: Fernando Figueiredo e Delegado: José Santos.

 

O próximo jogo será disputado em Vila Cova, domingo, dia 29, contra a equipa de Arouce Praia.

 

Nuno Espinal/Fábio Santos


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Março , 2015, 21:40

Escorre das paredes
Rasteja nas escadas
Avança para mim
Por todas as entradas
 
Penetra-me na pele
Percorre as minhas veias
Agarra-me nos braços
Amarra-me as ideias
 
Envolve as minhas pernas
Destrói os movimentos
Traz dúvidas eternas
Desfaz os pensamentos
 
Aperta devagar
Abraça a solidão
Assusta até matar
Engole o coração
 
Viola a minha alma
Desfruta do meu ser
Trespassa a minha calma
Obriga-me a sofrer
 
Comanda-me a vontade
Domina-me em segredo
Confunde-me a verdade
E ri-se do meu medo
 
E o vento que fustiga
Encolhe-me na cama
E o peso da fadiga
É uma voz que chama
 
Depois da tempestade
É súbita a bonança
Apenas a saudade
De um quarto de criança.
 
Silvino Lopes

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 16 Março , 2015, 23:09

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Nas conversas que mantemos no seio familiar, deambula-se por vezes para histórias e factos relacionados com o fantástico, ocorrendo-nos à memória episódios distantes de experiências vividas. Uns mais sérios do que outros, o facto é que a imaginação sempre tem tendência a sobrevalorizar as circunstâncias, dando ao narrador o ar de pessoa que passou por experiências terríficas. Numa dessas conversas que surgiu após um jantar com meus filhos, seus cônjuges e netos, contaram-se histórias de que ouvimos falar, todas elas eivadas de profundo mistério e apelo ao Extraordinário e ao Além. Resvalando os relatos para um clima assustador e achando que as coisas estavam a enveredar pelo tenebroso, lembrei-me de relatar um episódio ocorrido em Vila Cova e que foi protagonizado por mim, meu irmão e meu primo Jorge Augusto. Entra ainda nesta história o Sr. Fernando Gabriel, vulgo, então, “Fernando da Loja”.

Os mais velhos decerto se lembram dos célebres Loureiros de Vila Cova, aquele abundante arvoredo sobranceiro à estrada, junto às escadas da Igreja do Convento.

Pois contava-se que aí, em noites de profunda escuridão, logo de Lua Nova, apareciam almas penadas que atormentavam quem ali passasse a altas horas da noite. Criava-se, portanto, em torno dos Loureiros, um clima misterioso e assustador, ainda mais reforçado pela fraca iluminação pública que, há cerca de 50 anos, era apanágio das aldeias de todo o Portugal. O pequeno pedaço de estrada abraçado pela densa vegetação dos frondosos Loureiros e pela profunda escuridão que encerrava, era de facto propício às narrações que os mais velhos nos passavam.

Certa noite, após os nossos passeios nocturnos, estrada abaixo, estrada acima, entre o Barranco e a casa da D. Amélia, que caracterizavam os finais do dia da malta que ali passava as férias de Verão, regressávamos nós a casa vindos das Tílias ou do Café do Vasco, eis senão quando, ao passarmos nos Loureiros, já para lá da meia-noite, nos surge ao caminho um vulto aterrador que, aos uivos, nos queria barrar a passagem. Pernas para que vos quero, em breves segundos nos pusemos no chafariz de S. Sebastião, mal refeitos do susto e das maléficas intenções da alma penada que nos saíra ao caminho. A nossa imaginação juvenil teimava em dizer-nos que algo do outro mundo nos tinha tentado assombrar e que só a nossa boa presença de espírito nos salvara de males que nem queríamos imaginar. O episódio daria pano para mangas se não tivesse sido logo deslindado pela manhã pelo saudoso Fernando Gabriel. Vendo-nos aproximar dos Loureiros e aproveitando a escuridão envolvente, escondera-se nas escadas da Igreja do Convento sem que nos apercebêssemos e, à nossa passagem, pregara-nos aquele valente susto. E ria-se a bandeiras despregadas, narrando com laivos de orgulho o medo que nos pregara.

Um abraço a todos.

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 15 Março , 2015, 19:12

Excelente vitória do Vilacovense que readquire possibilidades de vitória no Torneio.   


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 14 Março , 2015, 23:54

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Hoje, domingo, o Vilacovense desloca-se a S. Martinho para cumprir mais um jogo da Taça Restauração. Com expectativas reduzidas quanto à sua classificação neste torneio, o Vilacovense vai a jogo com o objetivo de alcançar um bom resultado e, mais do que o resultado, demonstrar a sua valia, que, por contingências várias, não tem sido concretizada nos “scores” dos encontros já disputados.

Do último jogo, em que a equipa foi derrotada no seu campo, pelo Paradela por um golo, damos a respetiva ficha técnica:

 

Constituição da equipa:

 

Guarda redes: Sérgio

Defesas: Fábio, Mário Reis, Sérgio Bagaço e Tó-Zé Lopes;

Médios: Pedro Abreu, Pedro Miguel, Bruno Lopes e Renato;

Avançados: João Correia e Paulo Ribeiro (capitão).

 

Substituições:

 

Aos 50 minutos saiu Tó-Zé Lopes e entrou Luís Quaresma;

Aos 65 saiu Fábio  e entrou Nelson Amaral

Aos 77 saiu João Correia e entrou Rodrigo

 

Suplentes não utilizados: Bruno Santos, Tó-Zé Brito

 

Treinador: António Pereira

 

Massagista: Fernando Figueiredo

 

Jogador lesionado: Jorge Reis.


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