publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Março , 2015, 23:26

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Hoje dia 19 de Março, dia de São José, segundo a liturgia, dia do pai na sociedade contemporânea!

Faz sentido instituírem o evento nesta data, evocando o pai adotivo de Jesus! Presto a minha homenagem a todos os pais, incluindo o pai de meus filhos e a meus filhos, que pais também são!

Recordo com muita saudade e amor o meu querido pai, não somente neste dia mas ele está e estará para sempre nas minhas recordações, no meu coração!

Nesta foto, os meus pais na sua simplicidade e singeleza, amados por todos os filhos e netos a quem eles sempre deram muito amor e carinho!!!

 

Ercília Ribeiro de Almeida


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 19 Março , 2015, 22:51

Damos ao conhecimento dos leitores do Miradouro a seguinte notícia, que transcrevemos do “DIÁRIO AS BEIRAS” de ontem, assinada por António Rosado, com o título “Idosa de Coja transferida de ambulância acabou por falecer”:

 

«A família de uma idosa de 95 anos, que faleceu segunda-feira passada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), denuncia que a burocracia criada pela portaria 142.B/2012, sobre transporte de doentes, fez atrasar o socorro à vítima.

Gracinda dos Prazeres foi vítima de queda, em Agroal, Coja, o que lhe provocou fraturas numa perna e num braço, às 7 H 30 de domingo passado. Socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Coja, foi atendida, numa primeira fase, no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Arganil.

Transferida para Coimbra, a idosa teve que esperar pela ambulância de Arganil, para fazer o transporte, porque é esta corporação que está mais perto do SUB de Arganil, embora a ambulância de Coja estivesse estacionada à frente do edifício. Esta mudança de ambulância implicou que a vítima tivesse de ser desmobilizada da maca onde estava para outra, da ambulância dos voluntários de Arganil. Com todos estes procedimentos, Gracinda dos Prazeres só chegou aos CHUC às 11 H 00, vindo a falecer cerca de 24 horas depois, após intervenção cirúrgica.

A neta da vítima não atribui uma relação de causa/efeito entre o procedimento e o falecimento, mas diz-se “indignada pela demora no transporte, com a repetição dos procedimentos de imobilização, só porque não podiam ser os voluntários de Coja a fazer o segundo transporte, resultando um desfecho infeliz.

Paulo Tavares, comandante dos Bombeiros Voluntários de Coja, confirma a situação, reafirmando as declarações prestadas ao DIÁRIO AS BEIRAS, na semana passada, onde considerou que “com este braço de ferro, quem fica sempre a perder é o utente”.

Esta decisão afeta todas as corporações da região, mesmo de outros concelhos, mas são os bombeiros de Coja quem mais sofrem, uma vez que têm o quartel no concelho de Arganil e também já deixaram de fazer estes transportes noutros concelhos. Isto significa uma quebra de faturação mensal entre seis e oito mil euros, antevê o presidente da direção, Jorge Matos Silva.»

Damos ao conhecimento dos leitores do Miradouro a seguinte notícia, que transcrevemos do “DIÁRIO AS BEIRAS” de ontem, assinada por António Rosado, com o título “Idosa de Coja transferida de ambulância acabou por falecer”:

 

«A família de uma idosa de 95 anos, que faleceu segunda-feira passada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), denuncia que a burocracia criada pela portaria 142.B/2012, sobre transporte de doentes, fez atrasar o socorro à vítima.

Gracinda dos Prazeres foi vítima de queda, em Agroal, Coja, o que lhe provocou fraturas numa perna e num braço, às 7 H 30 de domingo passado. Socorrida pelos Bombeiros Voluntários de Coja, foi atendida, numa primeira fase, no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Arganil.

Transferida para Coimbra, a idosa teve que esperar pela ambulância de Arganil, para fazer o transporte, porque é esta corporação que está mais perto do SUB de Arganil, embora a ambulância de Coja estivesse estacionada à frente do edifício. Esta mudança de ambulância implicou que a vítima tivesse de ser desmobilizada da maca onde estava para outra, da ambulância dos voluntários de Arganil. Com todos estes procedimentos, Gracinda dos Prazeres só chegou aos CHUC às 11 H 00, vindo a falecer cerca de 24 horas depois, após intervenção cirúrgica.

A neta da vítima não atribui uma relação de causa/efeito entre o procedimento e o falecimento, mas diz-se “indignada pela demora no transporte, com a repetição dos procedimentos de imobilização, só porque não podiam ser os voluntários de Coja a fazer o segundo transporte, resultando um desfecho infeliz.

Paulo Tavares, comandante dos Bombeiros Voluntários de Coja, confirma a situação, reafirmando as declarações prestadas ao DIÁRIO AS BEIRAS, na semana passada, onde considerou que “com este braço de ferro, quem fica sempre a perder é o utente”.

Esta decisão afeta todas as corporações da região, mesmo de outros concelhos, mas são os bombeiros de Coja quem mais sofrem, uma vez que têm o quartel no concelho de Arganil e também já deixaram de fazer estes transportes noutros concelhos. Isto significa uma quebra de faturação mensal entre seis e oito mil euros, antevê o presidente da direção, Jorge Matos Silva.»


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