publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Março , 2015, 21:46

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Qualquer sujeito, que se preze de ética desportiva, advoga, como princípio básico, o respeito que é devido a um qualquer árbitro, seja em que modalidade desportiva for. Mas daí à atitude de um árbitro que impõe um regime de autoridade intocável, não permitindo a mínima discordância, manifesta em termos toleráveis, vai a distância que separa o que é autoridade do que é prepotência.

Foi esta prepotência a revelada pelo árbitro que apitou o último jogo em que participou o Vilacovense, jogo disputado em S. Martinho da Cortiça contra a equipa local.

O critério adotado pelo árbitro conduziu à expulsão do nosso jogador Luís Carlos, decorria ainda a primeira parte. Uma expulsão que veio a afetar o rendimento da nossa equipa. Ainda assim, com grande espírito de sacrifício e realizando uma exibição meritória, o Vilacovense arrecadou um triunfo que lhe perspetiva a vitória no torneio, dependendo, para tal, unicamente de si próprio, bastando para tal que vença os dois jogos que lhe restam no calendário.

 

Deste jogo, em que o Vilacovense triunfou por dois golos a um, eis a respetiva ficha técnica..

 

Constituição da equipa: 

 

Guarda Redes: Sérgio;

Defesas: Fábio, Mário Reis, Sérgio (Bagaço) e  Tó-Zé;

Médios: Renato, Pedro Miguel, Pedro Abreu e João Correia;

Avançados: Luís Carlos e Paulo Ribeiro (capitão).

 

Substituições: 

Aos 65 minutos saiu Tó-Zé e entrou Nelson Amaral;

Aos 75 saiu Renato e entrou Rodrigo;

Aos 80 saiu João Correia e entrou Bruno Santos

 

Os dois golos da nossa equipa foram apontados por Pedro Miguel.

 

Treinador: António Pereira.

 

Massagista: Fernando Figueiredo e Delegado: José Santos.

 

O próximo jogo será disputado em Vila Cova, domingo, dia 29, contra a equipa de Arouce Praia.

 

Nuno Espinal/Fábio Santos


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 18 Março , 2015, 21:40

Escorre das paredes
Rasteja nas escadas
Avança para mim
Por todas as entradas
 
Penetra-me na pele
Percorre as minhas veias
Agarra-me nos braços
Amarra-me as ideias
 
Envolve as minhas pernas
Destrói os movimentos
Traz dúvidas eternas
Desfaz os pensamentos
 
Aperta devagar
Abraça a solidão
Assusta até matar
Engole o coração
 
Viola a minha alma
Desfruta do meu ser
Trespassa a minha calma
Obriga-me a sofrer
 
Comanda-me a vontade
Domina-me em segredo
Confunde-me a verdade
E ri-se do meu medo
 
E o vento que fustiga
Encolhe-me na cama
E o peso da fadiga
É uma voz que chama
 
Depois da tempestade
É súbita a bonança
Apenas a saudade
De um quarto de criança.
 
Silvino Lopes

 


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