publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 06 Fevereiro , 2015, 22:45

O inesperado aconteceu no jogo de despedida do Vilacovense do Campeonato do Inatel da época 14/15:  Sua Excelência, o árbitro, impediu que a equipa do Vilacovense fosse fotografada.  Usando dos seus poderes, de resto, soberanos dentro do campo onde se disputou a partida, eis que o Todo Poderoso impediu, com a sua determinação, que um suposto terrorista das Brigadas de Combate do Estado Islâmico lançasse uma bomba nuclear, dissimulada na máquina fotográfica, de alto poder destrutivo, que arrasaria Vila Cova e localidades vizinhas.

Aqui fica o nosso aplauso a tão heróica atitude.

 

Classificação final

  

GD S. Gião

23

Arouce Praia

17

GD Pomarense

16

CDR Vasco da Gama

15

GD Vilacovense

8

GDC S. Martinho Cortiça

4

 

Um 5º lugar na tabela classificativa, lugar modesto de mais para o que o Vilacovense nos tem habituado nos últimos anos. Mas, há também que reconhecer que várias foram as contingências que contribuíram para esta classificação, em especial muita falta de sorte, em alguns jogos, e alguma ineficácia no remate em situações de golo eminente. Contudo, o Vilacovense deixou uma boa imagem neste último jogo, em que derrotou o S. Martinho da Cortiça por 2 golos sem resposta, conseguindo uma vitória que, noutros jogos, em condições normais poderia ter obtido.  

 

 

Constituição da equipa:

 

Guarda-Redes: Sérgio;

Defesas: Fábio, Sérgio (bagaço), Mário Reis, Tó-Zé;

Médios: Pedro Abreu, Jorge Reis (capitão) Renato e Pedro Miguel;

Avançados: Tó-Zé Brito e Bruno Santos.

 

Suplente não utilizado: Rodrigo

 

Substituições:

 

Aos 40 minutos saíram Bruno, Tó-Zé e Brito e  entraram Paulo Ribeiro, Luís carlos e Diogo Poço;

Aos 60 saiu Pedro Abreu e entrou David;

Aos 65 saiu Pedro Miguel entrou João Correia;

Aos 79 saiu Fábio entrou Nelson Amaral.

 

Treinador: António Pereira.

 

Massagista: Fernando Figueiredo

Delegado: José Santos.

 

 

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 05 Fevereiro , 2015, 21:14

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Um leitor do Miradouro manifesta a sua indignação perante a não referência do nome de Vila Cova de Alva no Mapa das Estradas de Portugal, publicação do Automóvel Clube de Portugal.

De facto assim é. E não é a primeira vez que tal facto é referido.

Em contrapartida lugarejos de menor dimensão populacional e de nulo peso histórico figuram no referido Mapa, sabe-se lá o porquê.

E há mais: a própria União de Freguesia foi de todo banida do Mapa. Tal como o nome de Vila Cova, para o Automóvel Clube não existem nem Anseriz, nem Vinhó, nem Casal de São João.  

Mas, fica aqui uma sugestão: Informem-se, visitem-nos e concluirão quão inaptos estão a ser. 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 04 Fevereiro , 2015, 12:34

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“Travestis” em Carnaval de 1955. Da esquerda para a direita: Artur Leitão, Zé Lourenço, Abílio Fonseca, Albano Lourenço, Laurentino Marques Costa, António Ribeiro (Torrito), Zé Caetano e António Ribeiro (Parrana)

 

Aproxima-se o período das festas de carnaval. Nos tempos de hoje o conceito do que é apelidado de “festa popular” passa pela organização de espectáculos, em muito, na base do produto visual e tecnológico, mais ou menos sofisticado, consoante a dimensão e capacidade económica subjacentes.

Cria-se uma dicotomia. De um lado o palco, onde há exibição de artistas, do outro espectadores. Veja-se o caso das Festas de S. João em Vila Cova. Há o palco, onde artistas se exibem em espaço bem determinado, realçado até pela profusão dos adereços que integram a sonoplastia, a luminotécnia e diversificados efeitos visuais. Do outro lado um outro espaço, que integra o espectador, a quermesse e o bar.

Dois espaços nitidamente marcados e diferenciados.  

Antes o espaço da festa era partilhado, o espaço da festa era um só,  fosse preenchido com mordomos, filarmónicos ou populares. Todos eram parte do mesmo, não havia, como hoje, o artista "tout court".  

Veja-se ainda o caso das festas de carnaval que se organizam país fora. O palco está nas vias públicas, os artistas estão no corso, que é antecipadamente estruturado e organizado. A plateia, que assiste ao espectáculo, estende-se nas bermas da estrada, nos passeios das avenidas, das ruas, formando um outro espaço. Dicotomia de funções e dicotomia de espaços.

Antes o espaço era um único. Mascarados e populares sem espaços específicos, em interação constante.

(Ah, Como se recordam os famosos bailaricos no "Posto de Socorros"!)

De facto, o espaço, analisado no seu uso, função e percepção, é um factor explicativo de transformações económicas, técnicas, sociais e culturais.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 03 Fevereiro , 2015, 11:19

Informamos o falecimento do Sr. Albérico Augusto Gomes, de 61 anos de idade, emigrante na Suiça, natural do concelho de Mirandela e casado com a a Srª. Dª. Zélia Filipa Paiva Gomes, natural de Vila Cova.

Era pai do Sr. Ricardo Paiva Gomes e da Srª. Dª. Margarida Paiva Gomes.

Apresentamos à família as nossas condolências. 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 02 Fevereiro , 2015, 23:52

 

 

Janeiro-001.jpg

 

Aceda a NOVA TV através do endereço: www.novatv.pt


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 01 Fevereiro , 2015, 18:43

O Vilacovense despede-se do Campeonato do Inatel com uma justa vitória. Agora que venha o torneio "Taça/Inatel".


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 01 Fevereiro , 2015, 18:37

DSCF5082-001.JPG

 Foto: Silvino Lopes

Sopra um vento gelado

Que me tolhe os movimentos

Entra por tudo o que é lado

Gira no ar em lamentos

 

O frio que chega e que fica

Arrefece e amorrinha

Corta os dedos, danifica

Entranha-se pela espinha

 

Sopra um vento gelado

Sem ter dó nem piedade

Que me traz acorrentado

E me tira a liberdade

 

O gelo cerra o caminho

Transforma a terra já morta

Mata o trigo, estraga o vinho

E a vida fica mais torta

 

Sopra um vento gelado

Que atormenta e que faz mal

Sopra e bufa desvairado

Nas terras de Portugal


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