publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 12 Outubro , 2014, 19:56

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A sangria que o Vilacovense sofreu de jogadores fazia prever o pior. Mas descansem os adeptos. Saíram uns, alguns de boa valia, mas os que entraram não ficam atrás dos “desertores”. De facto, no jogo treino hoje efetuado no seu próprio campo, o Vilacovense, que teve neste amigável a oposição da equipa de S. Martinho, mostrou boa estrutura coletiva, bons pormenores individuais, um fio de jogo baseado na troca de bola, ora com passes curtos, ora com passes longos a pingar o esférico na grande área adversária, apenas com um detalhe, que por certo será resolvido, que é o de um jogador com acuidade de área.

O resultado verificado (vitória do Vilacovense por um zero) não espelha a superioridade demonstrada pela nossa equipa, que dispôs de um bom número de oportunidades que poderiam ter resultado em golos..

Entretanto, a equipa esta época passa a ser orientada por um seu ex-jogador: António Pereira.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 12 Outubro , 2014, 17:51

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O Padre Rodolfo Leite continua a surpreender. Já nem pela sua criatividade, em termos das iniciativas e da qualidade com que as incorpora. A isso já nos habituámos. Mas, desta vez, mais pelo número de pessoas que arregimentou, as quais, aos acontecimentos que protagoniza, aderem voluntaria e felicissimamente.

Dez são as paróquias nas quais pastoreia o nosso Padre Rodolfo. No seu conjunto não terão mais que umas cinco mil almas. Pois ontem, sábado, na sua jornada mariana, o Padre Rodolfo juntou um número de paroquianos que rondou, seguramente, os mil. Impressionante, de facto.

O “Dia Mariano” iniciou-se, cerca das duas e meia da tarde, com a procissão, a mais extensa de que me lembro no concelho de Arganil, na qual se integraram Irmandades de todas as paróquias, com os respetivos estandartes, para além de andores com imagens diversificadas na simbologia da Virgem Maria e as três filarmónicas representativas do espaço paroquiano do Padre Rodolfo, nomeadamente, a nossa “Flor do Alva” e as filarmónicas do Barril e de Coja.

Vila Cova esteve presente, para além da Flor do Alva, com a Irmandade da Santa Casa De Misericórdia e o andor de Nossa Senhora da Natividade.

Após a Missa, celebrada no Parque Verde de Coja, houve uma homenagem à mulher beirã, com uma alocução que eu próprio proferi e um reconhecimento, por razões aduzidas aos mil paroquianos que em circunstância alguma desmobilizaram, a senhoras em representação de cada uma das paróquias.

A cerimónia terminou com uma breve intervenção do Presidente da Câmara.

 

Texto: Nuno Espinal

Fotos: Manuel Fernandes

 

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