publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 26 Agosto , 2014, 12:47

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 26 Agosto , 2014, 12:40

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 26 Agosto , 2014, 12:36

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 24 Agosto , 2014, 18:34

 

 

Tudo o que ainda vai mexendo em Vila Cova passa por um reduzido grupo de pessoas, nos quais se inclui uma meia dúzia de jovens, jovens estes que se vão lançando em iniciativas lúdicas, maioritariamente de registo tradicional.

É assim que organizaram um original passeio de tratores e motocultivadoras, que congregou cerca de 20 máquinas as quais, saindo hoje da Praça, cerca das 9 horas da manhã, tiveram um primeiro percurso até à Capela do Alqueidão, onde, os seus condutores e acompanhantes, confraternizaram e se banquetearam com um pequeno-almoço bem nutrido.

Depois, a convivência haveria de continuar nas margens do Alva, junto à Ponte, onde com a companhia de novos convivas (ao todo seriam uns cem) seria saboreado um porco no espeto com arroz de feijão, muito ao jeito da gastronomia tradicional beirã.

Para além do convívio, esta jornada teve como principal objetivo a angariação de fundos para a organização da Festa de São João de 2015.

Diz o povo que grão a grão se enche o papo à galinha. Outras iniciativas, em favor da coleta, se hão-de seguir. Por isso, uma galinha bem gorda é o que todos devemos desejar. Boa sorte e parabéns aos mordomos da próxima  Festa de São João.

 

Nuno Espinal

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 23 Agosto , 2014, 15:54

 

 

Mês de férias para muitos, mês de “trabalho” para os Gorgulhos/Teatro Na Serra.

Com quatro epectáculos (13, 14, 17 e 21 de Agosto), Os Gorgulhos levaram a cena o seu divertido espectáculo “AX’ISTO MUITO ESTRANHO”.

No auditório da Biblioteca Miguel Torga, em Arganil e na Casa do Povo, em Coja, a actriz Fernanda Santana (encenação e direcção de actores) e o actor Silvino Lopes (texto, música e letras) realizaram três espectáculos, com uma audiência total de cerca de oitenta crianças.

Tendo como público alvo, neste espectáculo, as crianças, a peça “AX’ISTO MUITO ESTRANHO” agrada também aos adultos, pelas reacções observadas durante e após o espectáculo, onde a Fernanda e o Silvino, após o final, despiram as suas personagens e apresentaram-se ao público como pessoas e, pegando no tema do teatro, perguntaram e responderam às questões colocadas pelas crianças, sobre como tudo se faz, nesta arte. Desde o cenário ao guarda-roupa, do texto aos adereços, os actores mostraram e explicaram a todos, a simplicidade de processos e o aspecto lúdico e divertido que uma peça de teatro pode ter. Mas não se esqueceram de alertar para a importância da leitura e da escrita, mas também da fantasia e da imaginação, ingredientes que fazem de cada criança um ser único e especial.

Mas em Anseriz, durante as festas. O sucesso foi enorme.

No passado domingo, dia 17, Os Gorgulhos actuaram à noite, antes do baile, para uma plateia com muitas crianças e muito mais adultos (mais de cem pessoas, certamente).

Todos estavam curiosos e a surpresa foi total. Assim como o divertimento. Sinceramente, gostámos.

Um texto pensado e escrito para as crianças, mas que a todos diverte, uma mensagem ecológica forte, explícita e bem direccionada. Muita alegria e concentração por parte dos actores, que prende quem vê, pelo ritmo imposto e facilidade com que nos transportam para a acção.

Três canções compõem o ramalhete. Duas tocadas ao vivo pelo actor Silvino Lopes (mais poéticas) e um Rap com apoio instrumental gravado, onde a actriz Fernanda Santana transmite com energia um alerta ecológico simples, directo e envolvente, apelando a todos que se empenhem em cuidar do planeta.

O som da peça é simples e começa por nos envolver naquele universo próprio da história. No final, a nave parte para o planeta Esperança, levando com ela todos nós em pensamento.

Com a ajuda do Diogo Ribeiro, jovem que está a dar os primeiros passos como técnico de som e luz, o espectáculo tem agora uma ambiência acolhedora e envolvente. Parabéns Diogo.

Fruto de investimento próprio e, até agora, sem qualquer patrocínio, Os Gorgulhos tem adquirido material de som e luz que utilizam nos seus espectáculos, melhorando o resultado final.

Actuado maioritariamente pro-bono, Os Gorgulhos/Teatro Na Serra, com a sua arte e prazer, trouxeram ao nosso conselho, uma lufada de ar fresco.

Parabéns aos Gorgulhos

 

Carla Almeida

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Agosto , 2014, 20:17

É com grande mágoa que participamos o falecimento, em Lisboa, da Srª. Dª Maria Isabel Dias Alves, viúva do Sr. Fernando Vicente Alves, natural de Vila Cova.

A Srª. Dª. Isabel Alves, tinha 89 anos de idade e faleceu na sequência de um AVC.  Ainda recentemente, conjuntamente com os filhos, nomeadamente a Sr. Dª. Adelaide Alves Brassard e do Sr. Fernando Vicente Alves, doou um imóvel, localizado em Vila Cova, à Santa Casa de Misericórdia local.

Apresentamos à família as nossas muito sentidas condolências.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Agosto , 2014, 00:46

 

 

Há cerca de cinquenta anos, nos famosos verões de Vila Cova, os “lisboetas”, como então eram chamados os que visitavam a aldeia nos períodos de férias, tinham por hábito, de entre as suas iniciativas, organizar um passeio em viaturas próprias, quase sempre com destino à Serra da Estrela.

Muniam-se do seu farnel e aí iam eles, em caravana de uma vintena de automóveis, prontos a passarem um dia em família, na companhia de amigos e a usufruírem momentos de inesquecíveis convívio e alegria.

À semelhança desses tempos, este ano, um grupo dos da “malta”, em veraneio na nossa Vila Cova, organizou-se para uma passeata, ainda que o principal destino da rota estabelecida se fixasse no Piódão. Em tudo o mais, nada de diferente, vingando o mesmo espírito companheiro e amigo.

Foi um dia de excelente convivência, de tal modo que esta jornada deixou um sabor de saudade, ao ponto de ser  desejo dos da "malta", repeti-la, em cada ano, provavelmente sempre no mês de Agosto.

Um pormenor a destacar: a “performance” do nosso extraordinário Manuel Fernandes, que viveu alguns anos em terras da Serra do Açor, quando sacerdote, e transmitiu conhecimentos preciosos dos usos, costumes, vivência e história daqueles lugares serranos, nomeadamente Piódão e Foz d’Égua.   

Uma curiosidade: alguns de nós, eu próprio me incluo de entre esses, participaram nos passeios do passado, organizados pelos nossos pais, tios e até avós. E (as voltas que a vida dá) houve até os que, desta vez, já levassem filhos. E põe-se a hipótese de no futuro levarem netos. Ao todo, nem mais nem menos (basta contar) do que cinco gerações.

Como o tempo voa!...

 

Nuno Espinal 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 18 Agosto , 2014, 23:44

 

 

Acontece-me ano a ano, neste cenário, de casas e montes e verde, muito verde: um reviver de tempos idos, com amigos de sempre, a marcar um tempo presente em cada agosto.  

Depois, já noite cavada, no ego sentido da solidão, a nostalgia de um passado já longínquo, e os mesmos amigos de sempre, transfigurados pela memória, nos loucos anos das juventudes, das nossas juventudes.

E neste deambular do passado ao presente, do presente ao passado a intermitência do sentir agridoce da saudade e de momentos de jocosos estares e partilhados afetos.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 16 Agosto , 2014, 18:48

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 16 Agosto , 2014, 12:59

 

Seriam cerca das 15 horas de ontem, sexta-feira, quando a “Flor do Alva” fez ouvir as primeiras notas de uma marcha, com a qual se pôs a caminho por algumas das principais vias da aldeia.

Uma novidade. Percorreu o Bairro e São Sebastião, pouco habitual, simbolizando, com esta inclusão, um preito a todos os habitantes da vila.

Depois, já em sede de piquenique, foi a concentração de povo e músicos no terreiro da escola, onde um fumo, com típicos odores, tudo dizia: sardinhas assadas, febras, bolos lêvedos, em reino de comes e bebes.

Entretanto, para compor a festarola, daria entrada no terreiro a rapaziada dos Bombos de S. Nicolau, vindos dos Pardieiros, a bombar até mais não, em ritmo e cadências simples, bem ao jeito popular, a provocar requebros de ancas e batidas de pés.

E foi assim, tarde fora, vinho tinto a escorrer, animação a rodos e a Festa a acontecer.

Ah! Alternando com as tocatas da nossa Flor do Alva e o zabumba do pessoal dos bombos, os altifalantes eram pródigos na música dita popular ou pimba: E de um bem curtido cantor ouvia-se esta rima: “Põe a mão na cabecinha, põe a mão na cinturinha, põe a mão lá na perninha, vai acima, vai abaixo”.

Ora aí está. Nada mais perfeito que este “swing-folclore” como a própria letra instruía. Festa, pois amigos, isto é a Festa Popular.

Por isso, Viva a Festa. E Parabéns à “Flor do Alva”

 

Nuno Espinal

 

 


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