publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 17 Julho , 2014, 23:17

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 16 Julho , 2014, 22:19

Noticia hoje o diário “as beiras” que a companhia de teatro “A Escola da Noite, de Coimbra, apresentará no dia 1 de agosto, pelas 21 h e 30, em Vila Cova, no Salão da Casa do Povo, a peça «Novas diretrizes em tempo paz», cujo autor é Bosco Brasil.

 

Segundo aquele diário e de acordo com uma nota da Câmara de Arganil, «Novas diretrizes em tempo de paz» passa-se em 1945, “quando a II Guerra Mundial estava perto do fim. Clausewitz, emigrante polaco, tenta refazer a sua vida no Brasil, porém deparar-se á com o oficial da alfândega do porto do Rio de Janeiro, Segismundo, que desconfia das suas intenções e se recusa à sua entrada no país. À medida que as personagens são confrontadas com as suas próprias memórias, descobre-se que o polaco, que inicialmente se apresenta como agricultor, é afinal um ator que considera que não há lugar para o teatro depois desta guerra.”

 

A apresentação da peça em Vila Cova, cuja encenação é de Augusto Barros, tem a promoção do Município de Arganil e da Rede de Aldeias do Xisto.

   


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 15 Julho , 2014, 23:07

 

 

Agora sim, aqui está a foto com todos os jogadores que compõem a equipa de futsal “Os Corvachos”. E considerando os jogadores em presença, suscita-se, desde logo, um primeiro comentário: Temos equipa e com perspetiva de bom desempenho desportivo.

Continuem! Acreditem que apoio e patrocínio não vos hão-de faltar, de resto merecidos pela representação de excelência com que tributarão nome de Vila Cova. Força, pois!

E que na próxima sexta feira, no jogo contra a equipa de Avô, a vitória seja a primeira de muitas que virão a alcançar.

 

 

Ah! Só um pequeno e mero apontamento: O equipamento, todo de preto, acreditem que vos fica mesmo bem.

 

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 14 Julho , 2014, 14:23

 

Acabámos de receber a notícia do falecimento do Engenheiro Pinheiro, figura de grande prestígio no concelho de Arganil, em especial na localidade de Coja, onde residia.

 Apesar da idade avançada, o Engenheiro Manuel Dinis Pinheiro aparentava boa saúde, pelo que a sua morte, ocorrida sábado, ao que nos foi informado, devida a um AVC, não deixou de constituir uma surpresa.

O Engenheiro Pinheiro, cuja vida profissional está ligada à gestão da Fábrica da Carriça, era uma pessoa afável, de trato muito social e muito elegante na atitude e porte.

Tinha noventa e dois anos de idade e deixa viúva a Sr.ª Dª. Maria Helena Sinde Filipe Dinis Pinheiro.  

À hora que publicamos a notícia está a decorrer cerimónia fúnebre na Igreja Matriz de Coja, seguindo-se o funeral em direção ao Cemitério Oriental da Figueira da Foz, onde o corpo será cremado.

Apresentamos à família as nossas condolências.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 13 Julho , 2014, 23:59

 

Da esquerda para a direita, de pé: Bruno Santos, Paulo Ribeiro, Paulo Freire, Alfredo Portugal e António Cruz

Primeiro plano: António Antunes, Joel Leal, Fábio Santos e David Coelho

Não estão na foto Marcos Coelho e João Paulo por se terem lesionado.

 

 

Do Fábio Santos o “Miradouro” recebeu a seguinte notícia:

 

Para alguns, em Vila Cova, o fim-de-semana foi algo movimentado. E com uma novidade. A formação de uma equipa de futsal, que se agrupou repentinamente e, sem quaisquer apoios, se apresentou em recinto, com despesas de deslocação, inscrição e equipamentos suportadas pelos jogadores, para disputar um torneio que teve lugar na Vila de Avô. Pouco importam os resultados. O importante, isso sim, é que a equipa esteve lá, em representação de Vila Cova e com o apropriado nome de os “Corvachos”, a disputar dois jogos, sábado e domingo, da parte da noite.

Entretanto, ainda hoje, domingo, a Filarmónica Flor do Alva foi parte integrante das festividades em honra de Santo António, em Bobadela (Oliveira do Hospital).

Parabéns ao “Corvachos” e um vibrante viva à “Flor do Alva”.

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 12 Julho , 2014, 18:56

Da esquerda para a direita: Nuno Espinal, Oliveira Alves, Manuela Calinas, Adelaide Alves, Fernando Vicente, Suzete Espinal e Guida Figueiredo

 

 

Juntámo-nos ontem e há razões que o explicam. Uma primeira, e só por si bastante, já que arrebata os muito por cento das razões, está na amizade que nos liga. E por aqui nos ficaríamos.

Mas vamos a outras, essas, talvez a explicarem as razões da amizade.

Por exemplo, a de estarmos predispostos a ser amigos, a de nos sentirmos felizes como amigos e a de, por tudo o que temos em cada um de nós, nas nossas idiossincrasias, (lá vem o palavrão) nos sintamos, por moto próprio, impelidos ao sentimento da amizade.

Amizade forjada na nossa Vila Cova e reforçada na nossa Coimbra.

Nesta nossa Coimbra em festa e este nosso encontro, sancionado com um opíparo jantar, a inscrever-se no nosso programa das Festas da Cidade.

É já o segundo deste grupo e outros encontros, a coincidirem com as festas da cidade, ou não, iremos, por certo, concretizar.

Uma curiosidade: Sabem quem nos tirou a foto? Foi no arco de Almedina e o acaso fez com que o Oliveira Alves o “caçasse”, como amigos que são, mesmo ali à mão. É uma personalidade de vulto, não tanto como fotógrafo, entenda-se. Mas como personalidade da política nacional e ex Presidente da Câmara de Coimbra: Trata-se nem mais nem menos que do Dr. Carlos Encarnação.  Com o maior companheirismo não hesitou e a foto do grupo lá saiu. E bem! Pelo menos a refletir o ar feliz com que todos estamos.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 11 Julho , 2014, 18:01

 

 

Coimbra, ontem, encheu-se. De lua, em noite aprazível, e de gente, em jornada, para muitos, de fé. Milhares e milhares de pessoas saudaram, ao longo de horas, em percurso entre os Mosteiros de Santa Clara e de Santa Cruz, a Rainha Santa Isabel, Padroeira de Coimbra, Rainha de Portugal.

Um fenómeno, esta Rainha Santa Isabel, pela devoção sincera de toda uma cidade. Impressionante os aplausos que a imagem, imponente no andor que se passeia em ruas e praças da urbe, recolhe dos milhares que à procissão acorrem.

Mas, afinal, aplausos a uma mera imagem?

A questão aqui só tem uma resposta. A Rainha Santa está viva e existe para os que a aplaudem, para os que a veneram, para os que a devotam. Não é só um símbolo e um facto ou acontecimento da história. Para os que têm fé, a Rainha Santa é alguém que os ouve, alguém que os vê. A Rainha Santa, para esses, é alguém que existe, algures, mas que existe.  

Uma afirmação de crença na imortalidade. Imortalidade, ainda que a prorrogativa possa ser só de eleitos: Aqueles que, no dizer de Camões, “da lei da morte se vão libertando”.

Isabel, Santa, que ouve, dos crentes, as preces e sente e acolhe pedidos. Os cumprimentos de promessas bem o comprovam. Podemos não os compreender, mas temos de os respeitar. E respeitar a esperança daqueles que à Rainha Santa recorrem.

Ontem, em Coimbra, os corações de esperança foram muitos.

Ao arrepio desta esperança, o orador (padre) de serviço, no Largo da Portagem, proclamou o pessimismo, em discurso de tom anti-político ou anti-políticos, mas, pelo exacerbamento, a vingar a antítese do sentimento, dos crentes, reinante. Podemos ser críticos, mas não perder o sentido da construção, da tolerância e da esperança. Assim, o deve dizer a Igreja. Assim o diz o Papa Francisco.    

 

Nuno Espinal  

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 10 Julho , 2014, 07:04

Este mundial a decorrer no Brasil, já em reta final, revela, na vertente sociológica, um facto indesmentível. A grande projeção que o futebol adquiriu, a ser acontecimento que atrai milhões e milhões de pessoas em todo o mundo, a incluir, na sua envolvência, responsáveis máximos políticos de vários dos países em disputa. Compreende-se que a política não se queira alhear do futebol, até pelo aparato mediático que recolhe, na sua ação de partilha de emoções e afetos. Veja-se o caso do Presidente Obama que, num país em que não há muitos anos o futebol tinha pouca expressão, surge agora em vibrantes manifestações de patriotismo em torno da equipa dos EUA.

Estamos perante um fenómeno de massificação, como nunca antes visto. Obviamente, para que assim seja, há uma principal razão, para além da própria atratividade intrínseca do futebol, razão essa que tem a ver com o poder dos órgãos de comunicação, em especial a televisão, enquanto agentes da popularização e difusão da imagem deste desporto, reputado, com toda a adequação, como rei.  

O futebol tornou-se abrangente em todo o globo e em todos os extratos populacionais.

Tomemos como referência o caso da nossa Vila Cova. Aqui há uns cinquenta e tal anos, não havia um vilacovense residente que pudesse, com um mínimo de saber, discutir futebol.   

Não havia televisão, poucos eram os aparelhos de rádio, os jornais nacionais não chegavam e muito menos os desportivos.

Veja-se o caso de hoje. Quantos não são os “comentadores” e “treinadores” de bancada? Fala-se de futebol com conhecimento de causa. Como de tudo se vai falando do que a televisão e os vários tablóides, nos oferecem como espetáculo, maxime: telenovelas, cenas de faca e alguidar, escândalos, “realities shows”.  

Como diz Mário Vargas Llosa, estamos perante a “civilização do espetáculo”.  

E o que quer dizer civilização do espetáculo?

Dediquemo-nos ao que nos diz Vargas Llosa:

“A de um mundo onde o primeiro lugar na tabela de valores vigente é ocupado pelo entretenimento e onde divertir-se, fugir ao aborrecimento, é a paixão universal. Este ideal de vida é perfeitamente legítimo, sem dúvida. Só um puritano fanático poderá censurar os membros de uma sociedade que queira dar consolo, descontração, humor, e diversão a umas vidas geralmente enquadradas em rotinas deprimentes e às vezes embrutecedoras”.

Mas, diz mais Vargas Llosa:

“Contudo, converter essa propensão natural para passar uns bons momentos num valor supremo tem consequências inesperadas: a banalização da cultura, a generalização da frivolidade e, no campo da informação, que prolifere o jornalismo irresponsável da bisbilhotice e do escândalo”.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Julho , 2014, 21:29

O documento a que nos reportamos, com quase setenta anos, julgamo-lo de grande interesse para a documentação histórica da ambiência católica da Vila Cova desse tempo, em especial pelo tom do discurso, a remeter-nos para o sentido religioso muito ritualista da época.

Uma escrita muito gongórica, a evidenciar uma prática muito “rezadeira”,  ao ponto de a preparação da festa em honra do Sacratíssimo Coração de Jesus merecer uma preparação com um tríduo a ser cumprido por um "insigne orador". 

Referência a reter: A existência de uma organização religiosa, "O Apostolado da Oração", com associados que pagavam quotas.

Por fim, um outro dado que sugere o grande amor que então se sentia por Vila Cova, pelo tom afetivo e poético com que o nome da terra é rebatizado: Vila Cova Flor do Alva. 

 

Nuno Espinal (um obrigado à Guida Figueiredo pela cedência do documento)

    


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 06 Julho , 2014, 16:14

 

 

 

Em Coimbra comemora-se a Rainha Santa Isabel. Num dos eventos dos festejos, uma jovem ofereceu-me uma rosa. Ao cheirar a rosa, do aroma surgiu-me uma imagem: O altar principal da Igreja Matriz da nossa Vila Cova. Qual o porquê desta sinestesia? É simples. No mês de maio, em Vila Cova, o Padre Januário rezava diariamente o terço. O altar enchia-se de rosas, o aroma enchia o templo. Eis a razão da associação.

 

O dia hoje, em Coimbra, está chuvoso. Mas, naquele mês de maio, de há uns sessenta anos, brilhava o sol. Em Coimbra, hoje, brilha o sol.

 

Nuno Espinal

 


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