publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 21 Junho , 2014, 10:39

Nas minhas auto-análises entendo-me como alguém que preza a sociabilidade. Seja a mera sociabilidade de interagirmos, na consciência (ou inconsciência) de nos dispormos em função dos nossos interesses individuais e coletivos, na forma agregada de vivermos em sociedade e, mais do que em sociedade, nos agruparmos ou tendermos a agrupar em comunidade. Esta mera sociabilidade que foi o ponto de partida para a dissipação do chamado “estado da natureza”.

 

Mas passemos a um conceito tendencialmente apolítico, mais pessoal, direto e afetivo de sociabilidade. A sociabilidade que me faz gostar de ter amigos. E de ter quem de mim goste. E de sentir que há quem me sorria e me saúde e me estime. Gosto mesmo que de mim gostem, como eu gosto de gostar. Porque no gostar (em tese radicalmente anti-masoquista) há prazer. Repito: Gosto que de mim gostem, mesmo quando o gostar é, na aparência, de reduzida ou quase nula dimensão. Mesmo que seja um gostar de “clique”, um simples “like”.

 

Ontem fiz anos. Recebi inúmeras mensagens, efeito da internet. Obrigado amigos. Quanto me senti feliz!

 

 

Nuno Espinal  


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