publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 06 Abril , 2014, 22:09

Aproxima-se a data (17 de Maio) do “Encontro da Malta/2014”, sendo este o VII que iremos efetuar. Este ano com um bom atrativo: A exposição de quadros de Jorge Fernandes, cerca de catorze, exposição, organizada pela Santa Casa de Misericórdia, a ser apresentada na Igreja da Misericórdia e enquadrada no programa da “Feira de Lavores e Sabores”, Feira esta organizada pela Junta de Freguesia..
Entretanto, o número de participantes no almoço continua a crescer, apesar de a data ter sofrido uma antecipação ao que tem sido habitual, devido às eleições que se realizarão no Domingo 25 de Maio.
O entusiasmo neste reencontro de velhos amigos é sempre enorme. Que o diga o nosso grande “companheirão” Abílio Pinto que nos enviou esta mensagem:
Malta Vilacovense, como não podia deixar de ser, também este ano, se Deus quiser, estarei, em Vila Cova no dia 17 de Maio para participar no nosso “ENCONTRO”.
Espero ansioso por esse dia, para abraçar os meus amigos/as. PARTICIPEM!
Abílio Pinto

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 04 Abril , 2014, 22:07
Na última Assembleia Geral da Sociedade Filarmónica Flor do Alva foi aprovada por unanimidade a seguinte proposta:

Ato imediato, a Direção apresentou para publicação no “Miradouro” a seguinte lista de donativos, que se destinam à compra do estandarte:

 

Alberto Artur Jesus Leal                              50,00 Euros

F. H. van Ruyven                                          94,70 Euros       

Maria Augusta Pereira                                 20,00 Euros

João Gonçalves                                            20,00 Euros

José Artur Leitão Costa                                 7,50  Euros

Nuno Alberto F. Couto Espinal                     40,00 Euros

 

A Transportar                                             232,2 Euros

 

O preço do estandarte é de cerca de 1.100 Euros.

Como se constata, conquanto não tenha sido feito o peditório na aldeia, ainda faltam mais de 800 Euros para que a compra se possa concretizar.

Solicitamos pois, a todos os que queira ajudar na compra do estandarte, que o façam utilizando o NIB da conta da Flor do Alva: 0045 3451 40146507186 56.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Abril , 2014, 22:22

Enquanto membro dos Órgãos Sociais (Assembleia Geral), e como associado da Sociedade Filarmónica Flor do Alva, não deixaria como sempre faço de dar a minha opinião em prol das Instituições da minha Freguesia pois a elas ganhei amor e respeito enquanto amigo, filarmónico e membro autárquico ao longo dos já avultados anos que faço parte da família vilacovense, mas neste caso refiro-me em concreto á situação menos feliz por que passa a nossa querida Filarmónica.

No entanto, e sei que poderei ferir susceptibilidades e algumas mentes mais fracas, mas tenho por hábito dizer aquilo que me vai na alma pois não tenho interesses instalados ou muito menos me dedico às instituições para atingir objectivos concretos como por vezes se verifica.

Ao referir-me em concreto à nossa Filarmónica, tem-se verificado um certo desprezo pela, sendo mais fácil criticar pelas ruas quando no passado dia 29 de Março se realizou uma Assembleia Geral devidamente e previamente anunciada e além dos elementos dos Órgãos Sociais apenas se encontrava um único associado na assistência.

Como se pode aceitar que ao serem alguns associados abordados para efectuarem o pagamento das quotas em atraso se diga que não querem pagar ou então que apenas pagam o ano actual?

Sabemos que é responsabilidade das diversas Direcções procederem a tempo e horas à cobrança das respectivas quotas, o que não tem acontecido, mas todos sabemos que enquanto associados e conforme os estatutos, temos a obrigação de pagar as mesmas ou a dignidade de chegar junto da Direcção e proceder ao seu cancelamento.

Como se pode aceitar que seja feito um apelo às populações e amigos da Banda para a compra do símbolo mais importante das suas fileiras que é o estandarte, e poucos ou quase ninguém ainda tenha contribuído, mesmo sabendo que os tempos não são fáceis mas que uma moeda ou uma nota vai contribuindo para atingir o objectivo. Lembro, que de um cidadão estrangeiro e a residir fora de Portugal, já chegou uma verba generosa sem que certamente tenha algo a ver com a Banda, mas certamente e como visitante do «MIRADOURO» tenha verificado e contribuído para o apelo feito pela Direcção tendo mais consideração e respeito do que alguns que deviam dar o exemplo.

Onde está a Câmara Municipal de Arganil e a União de Freguesias de Vila Cova/Anseriz quando deveriam ser as primeiras a contribuir, lamentando desde já que por parte da Junta de Freguesia ainda nem o donativo de 2013 foi entregue.

Onde estão aqueles que criticam os que não são residentes na Vila e que querem simplesmente contribuir para o bem das instituições que se encontram “abandonadas “na Freguesia?

Na referida Assembleia Geral, e ao verificar as finanças da filarmónica, sugeri que se aumenta-se para 7€ o valor anual da quota, pois julgo ser um valor irrisório mesmo sabendo que não são assim tantos os associados originando por isso uma verba pequena mas como disse vai contribuindo para o saco, lembrando no entanto a Direcção que podem sempre contar comigo e que existem peditórios, rifas, concertos de angariação de fundos, almoços de aniversários entre outros eventos para uma melhoria da situação financeira…haja ideias e vontade de trabalhar.

Como amigo da Banda à qual já pertenci como executante e quase sempre como director, nunca deixarei de criticar aqueles que nada fazem, e que apenas estão disponíveis para ver o barco afundar ou neste caso uma instituição prestes a comemorar 100 anos de existência e para isso não contam comigo.

Como refiro no título desta opinião é apenas…” uma questão de confiança.”

“Viva a Flor do Alva”

 

JOÃO MANUEL BORGES GONÇALVES


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 02 Abril , 2014, 18:50

Pelo que se deduz da notícia hoje avançada no “Diário as beiras”, os vilacovenses bem podem esperar sentados pela ETAR. Prometida desde 2004, passados dez anos nem cheiro da sua concretização. Ou melhor, cheiro sim, mas mau cheiro das fossas que suportam atualmente os resíduos efluentes da aldeia.

O Município culpa as “Águas do Mondego”, e com razão, deste atraso. O processo segue agora para tribunal. E quando assim é…  

 

Eis o texto do “Diário as beiras”:

 

O município de Arganil anunciou ontem a instauração de um processo judicial contra a empresa Águas do Mondego, SA por incumprimento do contrato celebrado entre as duas partes em 30 de Dezembro de 2004.

Em comunicado, a autarquia explicou que “na génese da decisão está o incumprimento do contrato de concessão, celebrado entre o Estado português e as Águas do Mondego, e dos contratos de fornecimento de água e de recolha de efluentes, celebrados entre o município de Arganil e aquela concessionária.

“A empresa obrigou-se a fornecer água em alta ao município e a integrar, remodelar e a reabilitar cinco sistemas autónomos de captação. Obrigou-se ainda a recolher os efluentes do sistema próprio do município e e integrar novos subsistemas de saneamento, reabilitando e ampliando dois e construindo cinco”, descreve o documento, referindo que aquelas obrigações deveriam ter sido cumpridas até 31 de Dezembro de 2008.

No que respeita à água, “regista-se um incumprimento contratual total por parte da concessionária”, acusa a autarquia de Arganil, que relativamente à recolha de efluentes fala em intervenções em apenas dois subsistemas.

Segundo o comunicado, a empresa Águas do Mondego não construiu “nenhum dos cinco subsistemas a que estava obrigada: Barril de Alva, Pomares, S. Martinho da Cortiça, Vila Cova de Alva e Vinhó”.

“Apesar do investimento previsto para o concelho de Arganil estar quase todo por realizar, a câmara municipal critica, de forma veemente, o facto de estar a suportar uma tarifa superior à considerada no estudo de viabilidade integrante do contrato de concessão, que tinha em consideração a totalidade dos investimentos”, lê-se na nota.

O município sublinhou ainda que qualquer uma das intervenções contratualizadas “é absolutamente fundamental para se dar cumprimento às obrigações legais e ambientais relacionadas com a recolha e tratamento de efluentes”.

“Este último aspeto é objeto de grande preocupação por parte do executivo, porquanto o incumprimento contratual da Águas do Mondego teve já como consequência a aplicação de contraordenações ao município por parte da Administração da Região Hidrográfica do Centro”.

O recurso à via judicial foi aprovado, por unanimidade, em sessão da câmara.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 01 Abril , 2014, 22:11

publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 01 Abril , 2014, 21:11

 

Decerto que o dia 1 de Abril potenciou esta notícia, porém ela não é mais do que uma antevisão do que já nos está a tocar à porta. As fusões, que iluminados políticos implementaram sem qualquer espécie de vantagem a não ser a afronta aos que ainda sobrevivem no interior e que outros menos iluminados decidiram levar por diante, serão absolutamente inevitáveis até que em Lisboa se cumpra o desígnio nacional de eliminar o interior do país. Curiosa a chamada de 1ª página de uma recente A Comarca de Arganil acerca da visita do secretário de estado Emídio Guerreiro que, numa fotografia sorridente e com um leve esfregar de mãos, "deixou a certeza de um maior e mais equilibrado apoio aos jovens do interior", porventura no pagamento de uma parte das viagens que os levarão para o litoral... esta gente demagogicamente despudorada continua a fazer dos portugueses do interior parvos! E, gravemente, a ter interlocutores... As nossas bandas sofrem com a falta de meios financeiros para custear a formação de jovens músicos, para lhes dar uma farda que os orgulhe e lhes dê responsabilidade e para lhes fornecer um instrumento musical que lhes abra o horizonte cultural. Ao invés são carregadas de obrigações, incluindo fiscais e receptoras de migalhas a que pomposamente chamam apoios... As nossas bandas sofrem com a sangria demográfica das nossas terras que alguns teimam ignorar. As escolhas são simples: cimento ou cultura? tijolo ou juventude? palavras ou actos? verdade ou mentira? Um abraço à Flor do Alva! Fruto da vontade de homens bons que, por causa de uma certa gente, pode vir a desaparecer. Pena que esta certa gente não siga o mesmo caminho. Quiçá um dia cada nota musical possa valer um voto e aí os teremos, a todos, afinados pelo mesmo diapasão.

 

Nuno Mata

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 01 Abril , 2014, 21:03

 

 

 

 

E pronto! Mais uma mentirola, mais um primeiro de abril quase passado. Claro, não vai haver fusão das filarmónicas. Mas, o futuro caminha para algo parecido ou mesmo igual. As partilhas, os acordos, os funcionamentos em rede serão porventura a única opção de associações, sejam elas de que natureza forem, poderem sobreviver nas regiões e espaços do interior.  

 

Mas para já, tranquilos! A Flor do Alva vai continuar a sua história e, claro, a Filarmónica do Barril de Alva também.

 

Felicidades para as duas.

 

 

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 01 Abril , 2014, 02:00

 

 

 

A notícia das dificuldades financeiras que atravessa a “Flor do Alva” não foi novidade para alguns, concretamente para os que, ou integrantes dos Órgãos Sociais ou com informação privilegiada, estão ao corrente das “contas” e decorrências da Instituição.  

De resto, problemas financeiros e dificuldades de recrutamento de novos músicos estão na ordem do dia em muitas bandas filarmónicas do concelho.

Por essa razão, e de modo a manter um dos alicerces culturais mais importantes e com raízes de dezenas da anos na região, alguns Vilacovenses e Barrilenses  decidiram avançar com uma proposta no sentido de salvar a continuidade da atividade filarmónica nas suas localidades, proposta esta que perspetiva a fusão das duas Bandas Filarmónicas de Vila Cova e Barril.

A proposta vai ser entregue aos respetivos Presidentes de Mesa das Assembleias Gerais das duas Associações, que vão publicitar as convocatórias de Assembleia Geral para o mesmo dia e hora, onde constará como ponto único da Ordem de Trabalhos o debate e a votação no sentido desta fusão poder ser concretizada.

Os termos em que esta proposta de fusão assenta ainda não foi tornado público, sendo só do conhecimento dos proponentes.

Os dois principais subscritores Vilacovenses da proposta são José Manuel Santos e José Raimundo.

 

Nuno Espinal


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Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
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