publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 18 Março , 2014, 19:23

 

 

Encontra-se internada, desde dia 14 do corrente mês, no CHUC, a Sr.ª D. Normelia Júlia Santos, de 85 anos, utente da resposta social de Centro de Dia, afetada por um problema do foro respiratório.

Desejamos-lhe rápidas melhoras.

 

Andreia Tavares

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 17 Março , 2014, 23:23

 

Se atendermos à semântica, a tertúlia tem como espaço de excelência um “café”, ou uma taberna. Mas prezo mais o que do significado da palavra no essencial se retira: Tertúlia como reunião de amigos, que se encontram de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos.

Dizem os anais da história que chegaram a Portugal vindas de Paris e tiveram grande implantação no século XIX e princípios de XX.  Famosas as de Lisboa, de Coimbra e até do Porto, onde se reuniam grandes figuras do nosso universo intelectual. Mas, as tertúlias não eram só acontecimento nestas três cidades. Espalhavam-se pelo país, quer em cidades, quer em vilas, onde de tudo se discutia, desde a política, às artes e ao futebol.

Com o advento da televisão e de tecnologias da comunicação caíram em desuso. Mas ainda há quem as promova, numa principal desígnio de reunir amigos. E nem é preciso ir longe. Em Coja, por exemplo. Patrocinador: Padre Rodolfo.  Amigos? Os que o Sr. Padre elege como tal. Temas de conversa? Os que há baila vêm. Opiniões divergentes? Claro, porque não? E convergências? No domínio das ideias, sempre que as houver há.

Mas uma há que é capital e indiscutível: a da amizade. Obrigado Sr. Padre Rodolfo!

 

Nuno Espinal: Texto

Manuel Fernandes: Fotos

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Março , 2014, 17:47

As coisas complicam-se...


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Março , 2014, 17:16

 

A sua mais emblemática obra está em Coimbra, na Cozinha Económica, onde no ano de 2013 serviram cerca de cento e quarenta mil refeições a cidadãos pobres, com recursos que advêm de subsídios da Segurança Social, donativos de particulares e receitas de cobranças às refeições de 1,4 Euros, mas apenas a 23% dos que na Cozinha são servidos.

Para que esta obra de solidariedade seja possível vale-lhe a entrega e dedicação das “Criaditas dos Pobres”, irmãs religiosas que congregam a ACERSI, (Associação Cozinhas Económicas Rainha Santa Isabel, que existe desde 1933), despojadas, por vontade própria, de riquezas materiais, e apenas rendidas a fazer bem, material e espiritual, a quem dele mais carece.

Mas não é só em Coimbra que a obra destas religiosas se concretiza. Espalham-se por alguns pontos do país, inclusive, Madeira e até têm presença no Nordeste do Brasil.

Ei-las há algum tempo em Coja. Daí partem em calcorreio por aldeias da região, quais verdadeiras “Teresas de Calcutá”, na missão de confortar e ajudar quem de um gesto e palavra amiga precisa. Estiveram recentemente em Vila Cova. Com uma verdadeira palavra amiga e de esperança para todos, sinalizaram uma família sem recursos.

Dão o que podem, com o que têm, onde quer que estejam.

Disse um dia Madre Teresa de Calcutá: "Eu sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor."

Não Irmã! Onde quer que a Irmã se encontre, aceite este meu humilde juízo: O trabalho da Irmã foi um grande mar de virtude, esperança e amor.Tal como o é o das “Criaditas dos Pobres”.

 

Nuno Espinal - Texto

Manuel Fernandes: Fotos

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Março , 2014, 23:08

Realiza-se dia 29, sábado, para deliberação sobre o "relatório e contas" do exercício de 2013, às 20 horas.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Março , 2014, 12:05

 

 

Desde quarta-feira que abriu as portas. E brevemente vai exibir a placa do seu novo nome: “Pão Quente do Alva”. A venda de pão, de fabrico próprio, vai ser uma das novidades e que, para já, se mostra muito atraente. Pão fresco, cozido em forno próprio, desde os tradicionais papo-secos a outras espécies, incluindo a broa.

Mas, para os leitores residentes noutras paragens, que não Vila Cova, vamos aclarar a notícia. Estamos a falar do “café da música” localizado no Bairro de São Sebastião, no edifício da nossa Flor do Alva. Quem o passa a gerir é o Carlos Miguel Assunção Nunes, um jovem de 28 anos, vilacovense de nascimento, ainda que desde os 16 anos a residir em Coimbra.

Tornou à sua terra natal, a tentar a sorte nos “ganhos” necessários à vida. E vem cheio de boa vontade. “Ao fim de semana podem contar com sopa da pedra, e petiscos”, diz-nos. E dá-nos ainda conta de outros manjares que porá à disposição da clientela: “bifanas, hambúrgueres e até francesinhas”.   Ah! E, para quem gosta, no "Pão Quente do Alva" pode encontrar, entre outros e por enecomenda, um petisco de eleição: a “bôla”, tanto de carne como de sardinha, preparada em vinha de alhos.

Que tenha muita sorte!

 

 

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 12 Março , 2014, 23:20

 

 

Mais um bom jogo do Vilacovense, a provar que os resultados positivos que vem alcançando não são obra do acaso. O Vilacovense, no jogo com o Bobadela, teve uma defesa e um meio campo muito consistentes e usou, como já vem sendo hábito, o pragmatismo do contra ataque e de incursões com lançamentos de bola em profundidade, que surpreenderam os adversários, permitindo aos avançados surgirem em condições de perigar as balizas contrárias.

 

Constituição da equipa:

Guarda-redes: Bruno Oliveira

Defesas: Joel Leal, António Cruz, Luís Carlos e Ricardo Nunes;

Médios: Jorge Sousa, Jorge Reis, Ricardo Santos, Luís Costa e Renato;

Avançado: Paulo Ribeiro.

Substituições:

Aos 65 minutos saiu Renato e entrou Sérgio Fonseca;

Aos 73 saiu Ricardo Santos e entrou António Dinis.

Suplentes não utilizados: Bruno Santos, Fábio Santos, Tó-Zé e Diogo Poço.

Os golos foram apontados por Luís Costa, Jorge Reis e Paulo Ribeiro.

Treinador: Rui Mota.

O próximo jogo é domingo, em Vila Cova, contra a equipa de Pereira do Campo, às 15 horas.

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 11 Março , 2014, 23:06

 

Perante eventuais dúvidas suscitadas pelo artigo 15.º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembroque obrigava a prova documental, que remontava a data anterior a 31 de Dezembro de 1864 ou a 22 de março de 1868, para reconhecimento de propriedade ou propriedades de parcelas de leitos /…/ navegáveis ou flutuáveis, foi obtida, com total idoneidade, a seguinte resposta, remetida do Departamento do Litoral e Proteção Costeira.  

 

 

Exmos. Senhores,

 

Relativamente ao solicitado por V. Ex.ªs via Portal do Governo e reencaminhado para os nossos serviços, cumpre-nos informar que:

1.       De acordo com a informação histórica oficial relativa ao Domínio Público Lacustre e Fluvial, e considerando os conceitos gerais de água navegável e água flutuável (Lei das Águas, 1919 e INAG, 2008), o rio Alva e restantes cursos de água do Concelho de Arganil não são navegáveis nem flutuáveis e por isso não estão abrangidos pelo disposto no Artigo 15.º da Lei n.º 54/2005, de 15 de novembro e não terão, assim, que ser alvo de requerimento/acção judicial para reconhecimento de propriedade privada sobre parcelas de leitos e margens públicos.

2.       Os referidos cursos de água enquadram-se assim no disposto do n.º 2 do artigo 12.º, sendo os seus leitos e margens particulares sujeitos a servidões administrativas.

3.       Informamos ainda que a existência de barragens e açudes, como é o caso da barragem de Fronhas e a de Rei de Moinhos não conferem a estes troços navegabilidade ou flutuabilidade, de acordo com os conceitos gerais previstos na Lei.

4.     Mais se informa que conforme disposto no artigo 21.º da referida lei, as parcelas privadas de leitos ou margens de águas públicas estão sujeitas às servidões estabelecidas por lei e nomeadamente a uma servidão de uso público, no interesse geral de acesso às águas e de passagem, e ainda da fiscalização e policiamento das águas pelas entidades competentes.

5.      Esta servidão impõe obrigações aos respetivos proprietários, nomeadamente, no que diz respeito à conservação, desobstrução e limpeza na porção desses cursos de água correspondente a esses prédios particulares, bem como algumas limitações no que diz respeito à execução de obras (abrangendo o solo dessas parcelas do leito e/ou da margem e, também, o subsolo e o espaço aéreo correspondentes).

 

Ao dispor para qualquer esclarecimento adicional,

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Águeda Silva

Chefe de Divisão

Divisão de Ordenamento e Valorização

Departamento do Litoral e Proteção Costeira

 

 

PS: Em nome do Miradouro, agradeço ao Vasco Gouveia Ramos a informação prestada, conseguida na sequência de diligência sua.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 10 Março , 2014, 23:40

 

A vida não está nada fácil para a Flor do Alva. Muitas são as dificuldades, centradas, a maior parte, na exiguidade financeira. As festas já não rendem o que rendiam, já que com a crise os mordomos nas várias localidades dispõem de menos verba. Depois há que pagar ao Maestro e ainda aos músicos. Por outro lado, os equipamentos, desde os instrumentos musicais a outros que são imprescindíveis, como fardamentos, viaturas, consumos de água e eletricidade na Sede, e outros gastos, obrigam ao dispêndio permanente de parte das parcas economias.

Surge agora uma despesa que não pode ser adiada. A da Bandeira da Filarmónica. É que a atual está a esfarelar-se devido ao uso e à antiguidade, necessitando urgentemente de ser substituída.

A Direção já pediu orçamentos para a aquisição de uma nova. O preço mais em conta que conseguiram orça os 1094, 70 Euros, já com IVA.

Este preço engloba “Estandarte bordado a fio de ouro, à máquina, numa face forrado a cetim liso e nas costas forrado de cetim liso, com a área total de 120X80 cm. Com 4 passadeiras, e debruado a cordão de seda e ouro, mais terminal de Cordão e Borlas de seda e ouro, na extremidade superior”.

Sendo o preço mais barato, não deixa o Estandarte de aparentar condições de poder dignificar o nome da Filarmónica.

Mas, para que a aquisição se concretize temos de ajudar financeiramente a nossa “Flor do Alva”.

Um pequeno donativo que seja já se torna uma grande ajuda. Vamos pois dar o nosso contributo. Para tanto basta fazerem um depósito no seguinte NIB:0045 3451 40146507186 56.E não se esqueçam: ponham a vossa identificação.

E pronto! Agora resta esperar. Há quem já esteja ansioso por ver a Flor do Alva passar com o novo estandarte. Que seja muito em breve!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 09 Março , 2014, 17:40

 

Merecida vitória do Vilacovense


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