publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Fevereiro , 2014, 22:49

 

Pereira 4 - Vialcovense 1

 

Perdeu o Vilacovense e… paciência! Há que aceitar a derrota, ainda que a diferença de golos seja um exagero relativamente ao que se passou, no cômputo diferencial de desempenho das equipas.

De resto, o Vilacovense nem com o vento teve sorte, que amainou um tanto quando o teve por “trás das costas”. Tarde de temporal, com ventania forte, ao ponto de no intervalo ter mesmo arrancado o banco do quarto árbitro.

Apesar da derrota os nossos jogadores merecem os maiores elogios, pois suportaram, pode dizer-se que, estoicamente, uma tarde de invernia agreste, privando-se, naturalmente, de confortos que noutras condições encontrariam.

 

Constituição da equipa:

 

Guarda redes: Bruno Oliveira

Defesas: Joel Leal, António Cruz (capitão) Luís Quaresma e Tó-Zé;

Médios: Jorge Reis, Jorge Sousa (Diogo Poço), Luís Costa (Ricardo Santos), Sérgio Fonseca (António Pereira) e João Correia;

Avançado: Paulo Ribeiro (Bruno Lopes)

 

Golo marcado de livre por Jorge Sousa

 

Suplentes não utilizados: Nelson, Rui Lourenço e Bruno Santos

 

Treinador: Rui Mota

 

Massagista: Fernando Figueiredo

Delegado: José Santos

 

O próximo jogo é em Vila Cova domingo, dia 16, com o Marmeleira.

 

NE/FL


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 14 Fevereiro , 2014, 19:50

(A cadela cegou com ano e meio. Cão e cadela nunca mais se deixaram e o cão tornou-se guia da cadela)

 

 

 

Parou a chuva. O sol já ilumina

A gota cintilante de água pura

Que escorre pela folha pequenina

Que brota deste chão de pedra dura

 

Agora a luz brilhante predomina

No que já foi, parecia, a noite escura

Que não acaba mais, mas que termina

Num carrossel de cor e de frescura

 

No teu olhar intenso de menina

Sorrindo à vida, frágil e insegura,

Transportas a mulher que me fascina

Que me domina e me leva à loucura

 

Mas quem te olha de longe, assim franzina,

Pequena no tamanho e na estrutura,

Quando nos vê aos dois não imagina

Que tu és o bordão que me segura

 

Silvino Lopes escreveu o poema

(Nuno Espinal retirou a foto da Internet. Uma comovente história e um verdadeiro hino ao amor)


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