publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 23 Janeiro , 2014, 23:34

 

 

Com o objetivo de angariar fundos para as obras de beneficiação do clube, nomeadamente remodelação dos bancos de suplentes entretanto já iniciados e a construção de uma garagem para a viatura do clube, estamos a proceder à venda de cachecóis do G.D. Vilacovense de campeão de série 2013/2014.

Cada cachecol tem o custo de 8 Euros, que ao arredondares para um valor superior já estás a ajudar!

Esta campanha destina-se à beneficiação das nossas instalações, pelo que apelamos a todos os vilacovenses e amigos da nossa instituição que possam colaborar ao adquirirem o nosso cachecol e assim arredondarem o valor do mesmo para um valor superior com o objetivo de ajudar a custear as despesas com a obra.

Aproveitamos ainda para agradecer à Câmara Municipal de Arganil a oferta de material para esta concretização, nomeadamente as quantidades necessárias de tijolos, areia e cimento, pois sem este contributo não nos seria possível alcançar o nosso objetivo.

Para o efeito, ainda necessitamos de algum material extra, bem como custear as despesas de mão de obra inerentes à construção, pelo que solicitamos a ajuda de todos os nossos sócios, adeptos, simpatizantes e vilacovenses em geral.

O sucesso do nosso clube também depende das condições que podemos proporcionar aos nossos atletas.

Ajude-nos a concretizar este projeto, com pequenos gestos conseguimos fazer grandes transformações.

 

Saudações Vilacovenses

 

A Direção do G.D. Vilacovense

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 23 Janeiro , 2014, 23:09

 

Com o título “Reeleito o Provedor da Santa Casa” o diário “as beiras”, na sua edição de hoje, publica um artigo, assinado pela jornalista Isabel Duarte, que aborda alguns assuntos relativos à nossa Santa Casa, nomeadamente a última eleição para os Corpos Gerentes da Instituição, a ampliação do edifício do Centro de Dia e a requalificação do edifício do Posto de Socorros, no sentido de em definitivo ser ali criada uma Casa Mortuária.

 

Andreia Tavares

 

  


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 22 Janeiro , 2014, 23:01

 

 

Mesmo ao cair do pano o Vilacovense sofreu o golo (único da partida), que lhe ditou a derrota, quando tinha em campo apenas dez jogadores, devido à lesão de Diogo Poço e já esgotara as substituições.

 Um jogo sem grande história, a não ser o facto de o treinador Rui Mota ter optado, o que se compreende, por utilizar, como equipa inicial, os jogadores menos rodados, que acabaram por dar muito boa conta de si e provas de estarem à altura sempre que forem chamados a jogo.

 

Constituição da equipa:

 

Guarda-Redes: Bruno Oliveira;

Defesas: Nelson Amaral, Diogo Poço, Luís Carlos Quaresma (António Cruz aos 65 minutos) e Tó-Zé (Joel Leal aos 50 minutos);

Médios: Filipe Tavares, Ricardo Santos (Jorge Reis aos 65 minutos), Sérgio Fonseca (Luís Carlos Costa aos 60 minutos) e Renato (Jorge Sousa aos 40 minutos);

Avançados: António Dinis e Bruno Santos (capitão, substituído aos 40 minutos por João Correia).

 

 Delegado: Rui Lourenço

 

Treinador: Rui Mota

 

Massagista: Fernando Figueiredo

 

O próximo jogo do Vilacovense, contra o Bobadela, disputar-se-á domingo, em Vila Cova, às 15 horas, e contará para os quartos final da Taça.

 

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 21 Janeiro , 2014, 23:01

 

Dei por mim a divagar sobre os nomes dos dois gémeos recentemente nascidos: Leonardo e Magda. São nomes que me soam bem, com musicalidade, com vogais abertas. Conclusão: Pessoalmente não desgosto.

 

Mas a tal musicalidade, baseada na abertura das sílabas, não é razão para simpatizarmos com todos os nomes ou palavras. Ouça-se a palavra cueca. Não tem sonoridade? Julgo que até tem. Mas, pessoalmente, confesso, não é bem das minhas simpatias. Outra ainda: alforreca. Ui, detesto. Pensando bem, a palavra em si até tem alguma sonância auditiva. A questão está em associá-la ao bicharoco. E aí é que está o busílis. A associação acaba por destruir toda a estética sonora das palavras. E muitas outras poderemos citar. Uma mais: marreco. Outra ainda: xelindró. Gaita, dirão alguns, essa é que não! Pois é! De palavras destas, com sonoridade alegre, mas com significados menos simpáticos está o nosso léxico cheio.

 

Vou-vos então contar uma história. Aqui há uns anos, um alemão, de visita a Portugal, apaixonou-se de tal maneira por uma palavra portuguesa, que não hesitou em lhe apreender a fonética, a fim de a levar para o seu país e com ela dar nome de batismo à recém nascida filha.

 

Sabem qual era a palavra? Nem mais nem menos que esta: ALGUIDAR! Não é bem musical?

 

 

 

Nuno Espinal     

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 20 Janeiro , 2014, 22:33

 

Já não me é muito fácil à noite sair de casa. E muito menos o é num dia de chuva à farta e frio a valer. Mas fui. De Vila Cova a Arganil, com destino específico ao novo Auditório da Cerâmica. E valeu mesmo a pena. Em palco um grupo de que já ouvira falar mas que nunca tinha presenciado em espetáculo. Os “Real Companhia”. Grupo que se inspira na tradição da música portuguesa. A sonoridade é essa mesmo. A de aqueles grupos e cantores que fizeram furor no pós 25 de Abril. Mas os “Real Companhia têm essa sonoridade e ainda mais. Músicas próprias e uma sonoridade própria que lhes dá uma identidade que os aparta e seduz. Sinceramente gostei. E recomendo-os com toda a força. Sei que no Verão vão atuar em Arganil. Lá estarei. E vamos estar muitos, tenho a certeza. Eles merecem a nossa presença. E sabem que mais? Três deles têm as suas raízes na nossa região. Nem mais: Cerdeira e Sargaçoza. O mentor do grupo é mesmo natural da Cerdeira: Fernando Pereira. Não espanta por isso que cantem melodias ligadas à região, à Serra do Açor, a toadas que eram cantadas pelos nossos avós.

Vamos pois aguardá-los no Verão. Por mim vou-me empenhar em ribombar a presença dos Real Companhia. Ribombar, troar e até trovejar se necessário for. Porque isto de defesa dos nossos valores culturais faço todo o barulho que necessário for. Venham até cá, pois, os “Real Companhia”.

Vai-nos bailar o corpo, vai-nos bailar a alma!

 

Texto: Nuno Espinal

Foto: António Silva (Rouxinol de Pomares)

  

Ana Lains participou no espetáculo dos "Real Companhia"


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 19 Janeiro , 2014, 20:10

O Vilacovense, já campeão de série, limitou-se, no jogo de hoje, a cumprir calendário.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 18 Janeiro , 2014, 19:27

Nasceram em Coimbra, no Hospital Pediátrico, como é corrente nestes tempos. Mas terão Vila Cova de Alva a identificar-lhes a sua terra de naturalidade, local onde os pais residem. São dois gémeos, foram ontem dados à luz, um rapazinho, de nome Leonardo e a mana de nome Magda.

Os pais merecem os nossos Parabéns. É que isto de gémeos não é para qualquer um. Ele, vilacovense, o jovem Cristiano José Santos, e a mamã, de Aldeia das Dez, a também jovem Maria João Bento.

E porque este acontecimento não é comum nestes tempos de esvaziamento demográfico, queremos também saudar os avós pela sua quota-parte, ao serem responsáveis por tão produtivos papás. Os avós paternos, vilacovenses de gema, são o Sr. José Adelino Santos e a Srª. Dª. Natália Santos. Os nossos Parabéns também.

Agora vamos ficar a aguardar a foto dos recém-nascidos. Que tenham toda a sorte do mundo!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 17 Janeiro , 2014, 21:10

 

A degradação cresce com o somar dos dias de chuva. E se muitos vilacovenses parecem alheios ao espetáculo deplorável da “Escadaria do Convento” outros há que manifestam a sua revolta, em comentários, por vezes em tom sarcástico, como este que ouvimos há dias:

Durante anos e anos habituámo-nos a ver a pedra de xisto na “Escadaria”. Recentemente vieram com a versão “argamassa em tom bege”. Agora já é o que se vê: “Argamerda multicor”.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 16 Janeiro , 2014, 22:50

Há ainda quem se lembre da figura do regedor. Exercia gratuita e obrigatoriamente as suas funções que eram, sobretudo, de polícia municipal e geral e representava e coadjuvava na freguesia o presidente da Câmara, de quem diretamente dependia.

Dos regedores havidos em Vila Cova recordo um que, nesse cargo, foi personagem nos meus tempos de infância e juventude. Era o Sr. Francisco Fernandes também conhecido, entre o povo, por “Chico da Guarda”. “Chico da Guarda” porquê? Porque era descendente de um feitor dos Condes da Guarda, que vindo daquela cidade por cá ficou e deixou raízes.

O “Chico da Guarda” era um homem curioso, muito apessoado e que lá ia tentando impor o respeito próprio das suas funções.

Fruto da sociabilidade e valores da época, tinha uma visão muito hierarquizada da sociedade, que se refletia nos tratamentos devidos, consoante o escalonamento a cada um atribuído em termos de classe social.

Um dia houve em que o Sr. “Chico da Guarda” recolhia, em resultado das suas funções, um abaixo-assinado, por uma qualquer razão.

A lista de assinaturas já ia extensa quando chegou a vez de minha mãe, na altura de férias, em Vila Cova, que aderiu ao abaixo-assinado. Minha mãe escreveu o nome e assinou.

Tudo parecia resolvido, quando o nosso amigo regedor, depois de uma pausa e com ar circunspecto, em que concentrou em si olhares e expectações, rematou:

 -Peço-lhe toda a desculpa, mas há aqui uma incorreção minha senhora.

-????

-Antes de seu nome terá que escrever Srª Dª. Sim, digo bem, Srª Dª Adelaide Espinal.

 Lembro-me da surpresa de minha mãe, que logo retorquiu.

 -Oh Sr. Francisco isso é que não. Não sou eu que me vou tratar a mim própria por Srª Dª. Esse tratamento, quem o receber, recebe-o sempre de outros.

-Não minha senhora, peço-lhe desculpa. As minhas razões de regedor dizem-me que na lista o seu nome tem de ser acompanhado por Senhora Dª.  

 A conversa, com argumentos de parte a parte, prolongou-se. Sei que minha mãe não acedeu. Foi então que o Sr. Francisco, não se querendo dar por vencido, pegou na caneta e por o seu próprio punho escreveu antes do nome o tal Srª Dª.

E com ar triunfante, papel na mão erguido, exclamou:

 -Agora sim, está certo. Já posso prosseguir com o abaixo-assinado! Srª Dª Adelaide Espinal. Nem podia ser de outra maneira. Eu também sou Regedor. Regedor Francisco Fernandes. É que quem é Dona é Dona. Dona Adelaide Espinal!  

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 16 Janeiro , 2014, 00:11

 

Em 27 de Setembro de 1942, Miguel Torga, absorvendo o momento passado na ponte que liga as freguesias de Barril a Vila Cova, em Diário II, escrevia assim:

 

"É bonito o Alva! Manso, claro, calado, sem a tragédia do Doiro, nem a grandeza do Tejo, é bem o rio da Beira que define a Beira. O Mondego envenenou-se em Coimbra dum lirismo de borla e capelo, que o comprometeu; o Zêzere deu-lhe para uma retórica de sermão do encontro, que lhe tira o sentido; o Ceira, com a façanha do Cabril, esgotou-se. De maneira que ficou a representar a sua terra, a Beira das ovelhas, dos pinhais e duma tenacidade sem palavras, este veio de água pura, que desce da Estrela, toca um milheiro, ou dois de rodas, lava os avós, os filhos e os netos da mesma família e acaba pudicamente quando tem a missão cumprida." 

 

As águas do Alva, no seu movimento entre a nascente e o encontro com o Mondego, mantinham, nas representações que as ligavam ao homem e à natureza, a coerência na identificação do real. Isso disse-nos superiormente Miguel Torga. Mas os rios também correm pelos cursos dos anos, pelas travessuras do tempo. Hoje Miguel Torga, do Alva, seguramente não diria o mesmo…  

 

Nuno Espinal


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