publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 20 Dezembro , 2013, 21:06

 

 

O Vilacovense vai entrar em campo em 5 de Janeiro de 2014, data em que defrontará o Pomarense, no campo deste, jogo a contar para a 8ª jornada. Vai entrar em campo como líder e com uma vantagem, na série que disputa, de 5 pontos sobre a equipa de S. Martinho da Cortiça, equipa 2ª classificada. Nos jogos que disputou até agora, precisamente sete jogos, tem um “score” de 5 vitórias, 1 empate e 1 derrota.

No último jogo que disputou, em Alvoco, a nossa equipa continuou a dar boa conta de si, podendo, inclusivamente, ter terminado os noventa minutos regulamentares com um resultado mais elevado, atendendo às oportunidades de golo de que dispôs. Mas há a salientar a boa exibição do guardião da equipa adversária, ainda que o nosso guarda-redes mereça também destaque pelas boas defesas que fez.

 

Em Alvoco foi esta a constituição da equipa:

 

Guarda-redes: Bruno Oliveira

Defesas: Joel Leal (Diogo Poço aos 75 minutos), Luís Carlos Quaresma, António Cruz (capitão) e Paulo Ricardo (Tó-ZÉ aos 70 minutos);

Médios: Filipe Tavares (Bruno Santos aos 77 minutos), Luís Carlos Costa, Jorge Reis, Sérgio Fonseca (António Pereira aos 65 minutos) e Renato (Jorge Sousa aos 40 minutos);

Avançado: João Correia.

O marcador do golo foi Filipa Tavares.

Suplentes não utilizados: Fábio e Rui Mota (treinador/jogador).

Massagista: Fernando Figueiredo

Delegado José Santos

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 20 Dezembro , 2013, 16:53

 

 

Multiplicam-se os almoços e jantares de confraternização nesta época de Natal. E na nossa região esta é também uma constante. O que não sendo nestes últimos anos uma novidade é algo que não acontecia antes de há uns cinquenta ou sessenta anos. Duas razões a explicarem este fenómeno. Alteraram-se as relações de trabalho, O setor primário, que individualizava quem trabalhava a soldo de proprietários individuais da terra, perdeu não só hegemonia como acima de tudo expressão. Implantaram-se os setores secundário e terciário e a população ativa trabalha maioritariamente para empresas. Ora, na senda de um mimetismo, a que a globalização tantas vezes conduz, nada como aplicar procedimentos usados nas cidades. Nesta altura trabalhadores de empresas juntam-se e confraternizam, e seguindo uma característica tão latina, à volta de uma mesa, aliando ao prazer do convívio o prazer da boca.

E porque trabalhadores são todos os que trabalham, seja em grandes ou pequenas empresas, as trabalhadoras do Centro de Dia da nossa Santa Casa não fugiram à regra. Ontem, sexta-feira, juntaram-se ao jantar, acompanharam-se de maridos e filhos e, em convívio pacato, mas sincero, ali estiveram fazendo jus à boa disposição.  

Eu tive o prazer de lhes fazer companhia. E como me senti em família!

 

Nuno Espinal


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