publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 10 Novembro , 2013, 19:48

À terceira jornada, terceira vitória do Vilacovense. Em grande!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 09 Novembro , 2013, 22:12

 

Com mais fiéis do que tem sido habitual nos últimos anos, a Missa de aniversário da Irmandade da Santa Casa, celebrada pelo Sr. Padre Rodolfo Leite, consagrou, de acordo com a tradição, uma evocação, em cerimonial litúrgico, de todos os Irmãos da Irmandade já falecidos. Esta evocação foi ainda proferida na homília do Sr. Padre Rodolfo Leite, que enalteceu ainda o papel assistencial que caracteriza a Santa Casa, na sua dedicação aos mais carenciados da freguesia de Vila Cova.  

Refira-se ainda o reconhecimento prestado pelo Sr. Padre Rodolfo Leite à Mesa Administrativa da Santa Casa, pelas obras recentemente realizadas na Igreja do Convento, de colocação de redes em todas as janelas.

Realizou-se, antes do termo de todo o cerimonial litúrgico, uma curta procissão, que integrou o estandarte da Santa Casa.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 08 Novembro , 2013, 22:04

 

 

Hoje, sexta-feira, 8 de Novembro, é dia de aniversário da nossa Irmandade da Santa Casa. E, na intenção de ser cumprida a tradição, estava marcada, para este mesmo dia, a Missa de celebração de aniversário, a qual, como característica sempre dominante, invoca os Irmãos da Irmandade já falecidos.

Só que, por pressão de alguns Irmãos, a celebração da Missa acabou por ser transferida para amanhã, sábado, pela simples razão de se evitar a sua efetivação num dia útil de trabalho.

Esta alteração não impediu a realização, hoje, de um almoço para o qual tínhamos convidado o Sr. Padre Rodolfo Leite e o Professor Manuel Fernandes, um grande amigo de Vila Cova.

Foi um momento de agradável convívio e boa confraternização, que reuniu elementos da Direção e aqueles dois nossos convidados, com a feliz particularidade de constituir uma manifestação de boas intenções, vindas em especial do Sr. Padre Rodolfo Leite, que sublinhou, uma vez mais, a sua total entrega e empenhamento em prol da recuperação da nossa Igreja Matriz. Mas há mais: O Sr. Padre Rodolfo está disposto a recuperar a tradição da Semana Santa em Vila Cova, com a celebração, neste primeiro ano como padre da paróquia, de uma ou outra cerimónia, em réplica aos tempos antigos.  

Sabemos do entusiasmo contagiante do Sr. Padre Rodolfo. E quando assim é as coisas vão mesmo acontecer.

 

Texto: Nuno Espinal

Fotos: Manuel Fernandes

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 08 Novembro , 2013, 22:04

É sem dúvida uma linda história de amor e de fidelidade. Digo bem, de fidelidade. Os animais domésticos de companhia, neste caso os cães, são de uma lealdade para com os donos que chega a ser comovente. E já agora, aconselho-vos a ver um filme que se intitula "Achiko" e que trata da relação entre um cão e o seu dono. É muito ternurento e atesta bem o que acabei de dizer sobre a lealdade dos canídeos. Se virem o filme, não se esqueçam de ter uns lenços por perto. Ainda voltando ao "farroscas" e ao Sr. Albertino, este apontamento da Manuela Antunes ilustra bem a relação entre o homem e o seu cão. Admirável.

 

 

Quim Espiñal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 07 Novembro , 2013, 18:28

É-me reconfortante recordar estas peripécias do meu avô Albertino, o qual evoco com saudade. Tinha o seu feitio especial, já que era muito convicto nas suas razões. Muitas são as vezes que o recordamos no Centro de Dia, entre nós funcionárias, não esquecendo que sempre que chegava ao Centro de Dia o fazia com um aperto de mão a todas as minhas colegas, questionando o que iria ser o lanche nesse dia. E perante a nossa resposta de que ainda não sabíamos, retorquia logo que queria batatas "fritadas".

Muito ele gostava do cão e muitas vezes, antes de se servir, dava primeiro a comida ao “Farroscas”. Quando eu o ia visitar no inverno, com a lareira acesa, lá estavam os dois, o meu avô e o cão, companheiros inseparáveis.

Era um cão muito especial. Quando o meu avô, por total incapacidade, teve de deixar a “quinta” onde vivia, o cão lá ficou, sempre bem alimentado e acarinhado por todos os filhos e netos, é certo, mas com a tristeza da ausência do dono. Não aguentou e acabou por não durar muito tempo. Faleceu por velhice, mas também por sentir muito a falta do meu avô. Não que não fosse muito bem tratado. Mas, desde a saída da "quinta" do meu avô o cão nunca mais foi o mesmo, abatido de dia para dia, cada vez mais triste e magro, recusando-se até a comer.

Para mim, o meu avô e o seu cão “Farroscas”, são bem protagonistas de uma linda história de amor.

Manuela Antunes


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 07 Novembro , 2013, 18:18

 

 

Desde há anos a Igreja do Convento era devastada por animais voadores (corujas e morcegos principalmente) que corroíam, com excrementos e depósitos digestivos, imagens, móveis e talhas, deteriorando o património artístico do templo. Para obviar à entrada destes “intrusos” havia que colocar vidros e redes em todas as janelas.

A Irmandade da Santa Casa tomou a cargo a resolução desta situação, suportando os custos do encargo.

Neste momento o interior da Igreja está protegido de qualquer invasão deste tipo, pois foram colocadas redes e vidros em todas as janelas, tendo esta ação custado cerca de mil e duzentos euros.  

 

 

NE


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 05 Novembro , 2013, 15:33

 

 

Faleceu hoje no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Arganil a Sr.ª Dª. D. Adelaide Ribeiro com a idade de 91 anos. Era viúva do Sr. José Ribeiro e pai da Sr.ª Dª. Ana Paul Ribeiro. Estava acamada há já alguns anos e, atualmente, era apoiada no Lar da Santa Casa de Misericórdia de Arganil.

O funeral realiza-se amanhã, a partir da 10 horas e 30 minutos, para o cemitério de Vila Cova.

Apresentamos à família as nossas condolências.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 04 Novembro , 2013, 23:43

 

 

“Ninguém pode se queixar da falta de um amigo, podendo ter um cão.”

A propósito desta frase, resgatei um texto, já publicado no Miradouro em Outubro de 2007, que titpifica uma tocante relação estabelecida entre alguém e o seu cão. O Sr. Albertino, o principal protagonista desta história já não é vivo, assim como o seu cão Farroscas.

 

Quando um dia, no edifício do Centro de Dia, estava ocupado com uma qualquer tarefa, alguém irrompeu de repente na sala e interpelando-me, de modo determinado e vigoroso, quase vociferou:

O Sr. é que é o Provedor? Estou aqui para reclamar. O comer que me levam a casa não chega.

Confesso que fiquei atordoado tanto pelo inesperado do argumento como, apesar da idade, pela energia e vozeirão do reclamante.

Refeito do impacto inicial, lá lhe consegui saber a identidade. Tratava-se de um utente do apoio domiciliário, residente em Vinhó.

 Albertino Antunes, não me conhece? Tenho 84 anos”.

 Normalizado o meu estado emocional, lá chegámos ao diálogo.

 “Oh Sr. Albertino, confesso que não percebo. Toda a gente elogia o comer do Centro de Dia e nunca ninguém se queixou da quantidade…”

“Mas, eu por mim também não me queixo. Para mim até chega…o problema é o meu cão…não quero que passe fome.”

 Foi, para mim, e para quem não seria, o segundo atordoamento, recebido de rajada.

 “Comida para o cão Sr. Albertino? Do Centro de Dia? Olhe que isto tem comparticipação do Estado, estamos sujeitos a regras…”

 “Que seja! Mas o que tem que entender é que o Farroscas é a minha companhia…”

 

Confesso que um rápido clique me fez entender o Sr. Albertino.

Até porque o coração tem solidariedades que o “Abstrato Estado” não quer nem sensibilidade tem para as ter.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 03 Novembro , 2013, 22:00

 

 

A minha amiga Guida Figueiredo, ou melhor, a Sr.ª Dra. Margarida Figueiredo dificilmente se conseguiria descolar da vivência académica coimbrã mesmo que o quisesse. A culpa vem dos dois filhos que a obrigam a acompanhar tudo o que se vai passando na “cena” universitária, inclusivamente as velhas praxes, já que os dois são estudantes da velha Universidade.

O João, na foto à esquerda, já é doutor nos ditames da praxe, porque é finalista de medicina. O Pedro, debutante universitário, dá os primeiros passos em Bioquímica, seguindo as pisadas da mãe.

Esta foto foi tirada no período das “latadas”, festejo de receção aos caloiros, que dura uma semana inteira e terminou na quarta-feira passada.

Um efeerreá aos três.

E já agora, um efeerreá à avó, Sra. Dª. Natália Figueiredo, que está completamente restabelecida da intervenção cirúrgica às cataratas a que foi sujeita com o maior sucesso.

 

Nuno Espinal


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