publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 10 Outubro , 2013, 22:53
 

A placa ainda diz “vende-se”. Mas dissesse “doa-se” e estaria mais acertada. E ainda mais se dissesse “doa-se à Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva”.  É isto mesmo amigos. Este imóvel, situado ao lado do edifício da Junta de Freguesia, vai ser doado à Santa Casa e os doadores são a Srª. Dª. Maria Isabel Dias Alves e os filhos Srª. Dª. Maria Adelaide Dias Vicente Alves Brassard e Sr. Fernando Dias Vicente Alves.   

A escritura da doação realiza-se amanhã, dia 11, em Lisboa e neste ato vão estar presentes, para além dos doadores, o Provedor da Santa Casa como representante do donatário.

Palavras de agradecimento por este gesto tão solidário seriam muitas e emocionadas. Mas, mais do que as merecidas palavras vamos intentar, nós Santa Casa, gratificar o gesto com acções e obras que lhe correspondam na essência. E prometer solenemente que tudo faremos para que todas as dádivas que recebemos tenham um único propósito: Ajudar e apoiar todos aqueles que a nós recorrem.

Um grande “Muito Obrigado” família Vicente Alves.

 

Nuno Espinal, Provedor da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva

Foto: Manuela Antunes      

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 10 Outubro , 2013, 00:33

Para esta lindíssima jovem, os desejos de uma longa e recheada carreira, repleta de muitos e bons êxitos, numa profissão de grande exigência física e mental. De facto, "quem sai aos seus não degenera" e a comprovar esta "máxima" está a sua avó, a Nelinha, como era tratada em Vila Cova, dona de uma beleza que fazia furor nos tempos de então.

 

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 08 Outubro , 2013, 22:29

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Outubro , 2013, 21:11

 

 

De facto é linda de morrer, mas, esta razão, só por si, poderia não justificar uma foto no nosso Miradouro. Mas, há de facto motivo de monta para que a Ana Baptista, é este o seu nome, surja em notícia no nosso “site”. É que esta jovem, que vai representar Portugal  num concurso da Elite ModelLook, que se realizará na China, é neta da Drª Manuela Cruz, natural de Vila Cova, e bisneta do saudoso Professor Aurélio Cruz.

Na sua edição de hoje diz o seguinte o Diário de Coimbra:

É novamente de Coimbra a vencedora da final nacional do Concurso Elite Model Look. Depois de Diana Pereira, que há alguns anos, se lançou para o mundo da moda depois de ter sido escolhida como representante de Portugal na final internacional do certame, des­ta vez foi em Ana Beatriz Baptista, de 17 anos, aluna da Escola Secundária Avelar Brotero, que o júri do concurso confiou para levar o nome do país até à China onde, em Novembro, será escolhida a grande vencedora internacional do concurso.

 

Nuno Espinal/Guida Figueiredo


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Outubro , 2013, 11:12

Em jogo de preparação, com vista à nova época do Inatel de Combra, o Vilacovense empatou, a três golos, com a equipa do Vasco da Gama de Seixo da Beira.

No próximo domingo, o Vilacovense desloca-se a S. Martinho da Cortiça, onde defrontará a equipa local, em mais um jogo de preparação.

 

Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 06 Outubro , 2013, 14:33

Hoje, domingo,  a Filarmónica "Flor do Alva" estará em Nogueira do Cravo, localidade pertencente ao concelho de oliveira do hospital, a fim de participar na festa em honra de Nossa Senhora do Rosário.
Também, hoje, a equipa de futebol do "Vilacovense" se desloca a Seixo da Beira para disputar um novo jogo amigável contra a equipa local do "Vasco da Gama".

 

Fábio Leitão 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 04 Outubro , 2013, 19:26

 

 

Recentemente li, de Piaget, a importância que o jogo tem para a criança. O jogo, a brincadeira, e a sua íntima ligação ao desenvolvimento da própria inteligência. Diz Piaget que, desde bebé até aos dois anos, a criança, nas suas brincadeiras, começa a aprender a controlar e coordenar os movimentos. São, para Piaget, as brincadeiras de domínio. Entre os dois e os seis a sete anos é o jogo do fingir, do faz de conta. A criança finge que é isto ou aquilo, imagina ser outra coisa ou pessoa. São as brincadeiras simbólicas. Em fase posterior do crescimento entra nos jogos com regras. “Vou-me esconder, tens de contar até cem. Só depois é que podes abrir os olhos. Não vale fazer batota”: São as brincadeiras com regras.

Ora, neste caminhar das fases do crescimento, fui levado à recordação de uma cena passada em Vila Cova, no sítio do Adro, com a Matriz por fundo, teria para aí os meus 6 anos. Detive-me, pois, nesta parte do livro que versava as brincadeiras com regras. E porquê?

É que, nesta viagem ao passado, vejo-me atrás de uma bola com outras crianças e um senhor, de batina preta, com um apito, a apitar… a apitar… a apitar. As “coisas” que as apitadelas denunciavam essas não as guardo na memória. O que eu registei é que o “Senhor do Apito” era nem mais nem menos o Sr. Prior, o bondoso Padre Januário Lourenço dos Santos.

Foi, porventura, este mero jogo com uma bola de futebol, um primeiro, ou dos primeiros momentos que, no percurso do meu crescimento e aprendizagem, me terá sinalizado que há regras…as tais brincadeiras com regras.

E lá está o Sr. Prior, atitude amiga e protetora, registado na recordação mais antiga que dele guardo.

E será assim, amigo, protetor e solidário, que sempre o hei-de recordar.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 04 Outubro , 2013, 19:13

Mais comentários ao nosso apontamento, “Reflexões para debate”, sobre o fenómeno dos “independentes”:

 

Arménio Silva Vitória:

 

Questão novíssima e portanto ainda difícil de analisar. Podemos desde já concluir que a solução produziu resultados como o da Câmara do Porto, mas também como o da Câmara de Oeiras. São movimentos inorgânicos, não sujeitos a qualquer filtro partidário e sem qualquer garantia de que venham a ser aquilo que imaginámos quando e se neles votámos. Numa primeira e rápida análise parece-me que eles são o resultado do princípio da falência dos (de alguns) partidos políticos que não têm sabido abrir-se e modernizar-se. Acho mesmo que a estrutura superior dos dois maiores partidos não desejam intromissões de quem por ela não tenha sido previamente "apadrinhada". Depois temos também de meter neste caldeirão de análise a questão dos votos brancos e nulos que nestas eleições atingiu níveis elevadíssimos. Mas atenção, entendo que não haverá democracia sem partidos políticos. Espero que eles tomem a iniciativa de refletir sobre eventuais alterações no nosso sistema eleitoral. Também nesta matéria julgo que, se as coisas correrem mal, devemos atribuir-lhes as responsabilidades ao permitirem, por omissão, que apareça alguém a pretender cavalgar esta onda de descontentamento. Lembram-se do PRD?

 

 

Nuno Mata:

 

Lidas algumas (e boas) achegas, tenho para mim as seguintes conclusões: a Democracia precisa de partidos, mas não destes; a Democracia precisa de políticos, mas não destes; a Democracia precisa de independentes, mas não destes...

Em suma, seja no plano europeu, nacional ou local, a pobreza de alternativas é de tal forma agoniante que pouco mais nos restará do que tentar viver sem perder muito tempo com a confrangedora ausência de propostas, de projectos e de decência que só perdura devido ao triste espectáculo do rotativismo. E a cegueira é tal que se continua a ignorar o nº dos abstencionistas, dos votos nulos e dos votantes em branco, talvez porque nenhum desses contribua para a derrocada do edifício do poder, dos interesses e caciquismos.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 03 Outubro , 2013, 23:05

Em resposta ao nosso apontamento “Reflexões para debate”, recebemos, via “Facebook Miradouro” dois comentários que puderam ser lidos por todos os nossos visitantes que acedem ao nosso “site” através daquela rede social. Contudo, são muitos os visitantes do “Miradouro” que o acedem diretamente pelo próprio endereço do site. Para estes visitantes não ficarem privados das suas leituras, decidimos publicar os citados comentários neste espaço:

 

Comentário de Albino Rodrigues:

A este propósito, e porque partilho algumas das preocupações referidas, estou empenhado num movimento de “Cidadãos Por Coimbra” que, através de plenários abertos a todos os cidadãos, procura alternativas para uma democracia mais participada. A Democracia precisa dos partidos, mas os cidadãos vão dando sinais de que estão descontentes com a sua prática. Os movimentos de cidadãos independentes, embora e apesar das suas diversas causas, deverá merecer a melhor atenção por parte dos partidos. Não me parece ser boa prática para a democracia ignorar ou menosprezar este "fenómeno".

 

Comentário de Fernando Manuel Castanheira

Este "fenómeno" da proliferação dos chamados "independentes" também poderá ter a ver com um outro fenómeno a que se poderá chamar "pescadinha de rabo na boca", e que terá a ver com o seguinte. Os partidos políticos têm normas internas porventura um pouco desfasadas da realidade. Efetivamente, é de pensar e repensar o facto da maior parte dos filiados em determinado partido político se alhear, se afastar sistemática e permanentemente do quotidiano desse mesmo partido, gerando, por si só, uma situação em que os mais empenhados e persistentes, ou mais cabeçudos no dizer de Torga, conquistem lugares representativos desses mesmos partidos cujas lideranças, em princípio, não estarão de acordo com o pensamento da maioria. Neste contexto, e "in extremis" até poderá eventualmente aparecer a ideia da "posse" do partido. E acontece que, formalmente, ficará tudo bem, não podendo haver lugar a contestações, pois essas mesmas normas internas terão sido cumpridas. Depois, devido a essa discrepância gerada por esses mesmos que lhe deram origem, eles mesmos abandonam, alheiam-se, chegando mesmo a utilizar-se o voto noutro partido ou formação como forma de retaliação. E, porventura, também por esta via se vai chegando aos referidos grupos de cidadãos. Importa, pois, refletir, e admitir uma maior e efetiva participação nos partidos a que se pertence. Porque, quer queiramos quer não, um dado objetivo tem a ver com a absoluta necessidade da existência desses mesmos partidos como sustentáculo imprescindível para uma democracia que se quer cada vez mais efetiva e melhor.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 02 Outubro , 2013, 22:44
 

Em rescaldo ao período eleitoral autárquico há uma questão que se me suscita: O fenómeno dos independentes, enquanto organizados em grupo. E sublinho: “organizados em grupo”. Surgem desligados dos partidos e em antagonismo aos partidos, como algo de peculiar e até transcendente ao sistema político.

Mas, em meu entender, quando argumentam em termos “anti-partidos” cometem desde logo uma contradição. Porque, tal como os partidos políticos, existem ou emergem no objetivo da conquista do poder. Este é o móbil da sua existência, porque se organizam para tal. Terão, é certo, pontos divergentes dos partidos, em especial porque o seu despontar, e por esta fase se ficam a maioria das vezes, lhes confere uma aura de inocência e os isenta de vícios e máculas, colhidos da praxis política.

Depois, há outra questão que me intriga. Alguém que é independente a partidos é-o porque ideologicamente não se revê em um qualquer partido. Mas, também pode estar em conformação com a ideologia de um partido, não se revendo, entretanto, na sua estrutura organizativa, ou na sua formulação política e modo de agir em função da ação política.

Seja como for, o que não é concebível é haver quem, sendo o homem um ser pensante, se renegue ideologicamente.  

Partimos pois do princípio de que o homem, dotado de normal capacidade de pensar, tem obviamente a sua ideologia.  

Ora, assim sendo, com a agregação de massas que estes grupos de independentes vieram a captar, naturalmente que surgem como integradores de uma amálgama, muito heterogénea e divergente, de ideologias. Eis a dificuldade de perceber como se podem fazer representar ideologicamente na ação política, partindo deste inquestionável princípio de que “não se concebe nem existe ação política sem ideologia”.

Não pretende esta argumentação, ao entender que os grupos independentes nada acrescentam de mais valioso ao sistema democrático, relevar e branquear a ação dos partidos. Há críticas a fazer e o próprio sistema político revela uma incompletude que se repercute na democracia amolecida que vivemos.

A democracia representativa, por si só, é curta e não responde aos anseios de intervenção política de muitos cidadãos. Por outro lado, os partidos não têm oferecido aos cidadãos instrumentos que os levem a sentir-se participativos e influentes nas deliberações políticas.

 

Uma questão a ser aflorada em próximo comentário. Aguardo a vossa participação.

 

Nuno Espinal


comentários recentes
O meu profundo sentir á minha querida amida Sra D....
os azulejos lhe davam valor e beleza. muito perdeu
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
Outubro 2013
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5

6
7
8
9
11
12

15

24
25

30


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds