publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 25 Setembro , 2013, 11:42

 

 

É tempo da cor escarlate das amoras,

Em dias que se estreitam em prematuras horas.

 

O silêncio é mais silêncio na solitude que emerge.

 

Íntimo, vagueio passos de nadas

Em estalidos vazios nas folhas secas tombadas.

 

No silêncio reforça-se o silêncio.

 

Eis-me a sós com o outono ameno.

 

Qual alma perdida?

 

Seguro e sereno, neste meu outono da vida!

 

 

 

Nuno Espinal, em Vila Cova de Alva (24/9/13)


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