publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 13 Setembro , 2013, 19:54

Data: 20/10/2013

Horário: 10h- 12h Treinos

14h Inicio da Corrida

 

Pista:

Inicio: capela do Alqueidão

Fim: estrada n 342

Extensão: 800m

Tipo de Piso: Liso

Curvas: 7

Curvas Técnicas: 5

Inclinação: 10%/20%

Protecções: Natural/ artificial

Risco: Médio /alto

Descida: Cronometrada

Mangas: 2 p/Participante (a soma das 2)


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 13 Setembro , 2013, 19:50

 

 

O desejo antigo do autor de produzir um trabalho escrito acerca da Associação Filarmónica Progresso Pátria Nova de Coja concretizou-se, depois de um quase “agora ou nunca” da Presidente da Direção, Sílvia Tavares.

Desde 1992 que Nuno Mata se dedica a “desenterrar” aspetos históricos de Coja e da região envolvente, por entre outras incursões de investigação noutros pontos de país e chegou a vez de tratar da filarmónica cojense que, afirma no livro, é o mais antigo agrupamento filarmónico do concelho, instituição que chegou a liderar e da qual é hoje Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Ao longo de mais de 200 páginas, com ilustrações e fotografias desde 1938 aos nossos dias, Nuno Mata conta histórias de Coja e da sua banda de música, sem a pretensão de apresentar a História da instituição que tão apaixonadamente acarinhada foi ao longo da sua vetusta existência e que ainda hoje conta com o entusiasmo da população que acorre sempre que a sua Música toca. Diz que são 20 histórias e momentos  aos quais se juntaram as mensagens da Presidente da Direção e do Maestro e Coordenador Artístico da Filarmónica, Daniel Gonçalves.

Não é possível historiar verdadeiramente e com pormenor as primeiras décadas, porquanto a documentação é escassa ou mesmo inexistente e a oralidade encontra-se já corroída pelo tempo ou nebulada pela proximidade de pessoas e acontecimentos. Porém e mesmo com estas limitações, crê o autor que com este trabalho a História de Coja ganha mais algumas páginas das muitas que estão por escrever ou reescrever. Uma vez mais o autor sublinha a importância de A Comarca de Arganil (potenciada que está com a digitalização e a sua acessibilidade online) como fonte fundamental e imprescindível para qualquer trabalho histórico, uma vez que o que o tempo e a incúria fizeram desaparecer dos arquivos das coletividades guarda-se nas páginas deste jornal. E foi das páginas do nosso jornal que se recolheram muitos dos dados e algumas das imagens apresentadas.

O trabalho será publicamente apresentado no próximo dia 6 de Outubro, em Coja, com hora e local a informar oportunamente, inserido num encontro de antigos (e atuais) dirigentes e executantes da banda cojense, encontro esse que se quer como um ponto alto de tão venerável existência.


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