publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 05 Julho , 2013, 23:25

Antes de mais, quero dar-lhe os meus parabéns pelo bonito texto referente à cadelita que apareceu junto ao Centro de Dia e aos funcionários que "acolheram" a pequenina e vão tratando dela. Concordo plenamente, quando diz que a solidariedade não deve ser apenas entre os humanos, mas que deve estender-se também aos animais não humanos. Infelizmente, na nossa sociedade fala-se imenso de solidariedade, mas vê-se cada vez menos e em relação aos animais nem se fala. Enfim...Agora vamos ao que realmente interessa. A cadelita (já tem nome?) foi mamã há pouco tempo e, pelo que sei, daqui a algumas semanas estará novamente com o cio, voltando a engravidar, tendo mais uma ninhada (e pela primeira, não são tão poucos quanto isso!) e para conseguir dá-los, não vai ser fácil. O que eu gostaria de saber era se existe alguma possibilidade, por mais remota que seja, de alguém levar a cadelita a um veterinário para ser esterilizada. Eu comprometo-me com o pagamento da mesma. Assim, a pequenita podia continuar a fazer companhia a todas as pessoas do Centro de Dia, e ninguém precisava de preocupar-se com futuras ninhadas indesejadas.

Margarida Rosa

 

Nota do Miradouro: Já tive oportunidade de falar com esta nossa leitora, que demonstrou grande sensibilidade para com os animais. E tive oportunidade de a esclarecer que a cadelita, vai ser acompanhada por uma veterinária, que no momento oportuno a esterilizará.

Agradecemos as palavras simpáticas e asseguramos-lhe que, dentro das circunstâncias, trataremos a cadelita, que não será assim tão cadelita porque é um canídeo de porte físico a tender para o grande, o melhor que pudermos.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 04 Julho , 2013, 09:51

A pretensa unidade da Europa tem sido forjada, em quase exclusividade, na vertente económica. Para ser mais do que isso, e a Europa tender a um modelo de comunidade, os vários Estados que a compõem teriam de, à partida, estar em estatuto de plena igualdade política, sem hierarquias de poder, que submetem as soberanias de uns Estados relativamente a outros.

Mas há mais. Para que a comunidade possa alguma vez emergir e afirmar-se em toda a sua plenitude enquanto tal, os povos que a compõem terão de estar fidelizados a uma ideia de pertença comum.

Sou europeu, porque me sinto europeu, porque me sinto irmanado com todos os outros povos europeus, num espaço delimitado que se chama Europa”.   

Mas, não é isto que acontece. Quanto estrangeiro me sinto numa Alemanha, quanto estranho me sinto com um alemão, um sueco, um norueguês e tantos outros por esta Europa fora.

Claro, há em tudo isto uma razão de passado histórico e cultural. Razão esta que me aproxima de outros, que nem europeus são.

Ainda ontem me dei a pensar, no recinto do Festival de Verão aqui em Coimbra, que o programa apresentado faz uma síntese do que aqui estou a apregoar.

Sons ibéricos, galegos e andaluzes, fado de Coimbra e de Lisboa, mornas e coladeras de Cabo Verde, merengues de Angola, sons do Brasil.  

Nesta comunidade sinto a minha pertença, o meu envolvimento. Eu e muitos mais.

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 01 Julho , 2013, 23:28

Vêm aí as autárquicas. Prendamo-nos a Vila Cova, como freguesia e a Arganil, como concelho. O suposto debate de propostas, projetos, ou mesmo ideias não vai colher espaço. Oxalá me engane. Mas, muito desconfio que tudo se aferrolhará ao folclore habitual.

Quanto mais não seja, o debate ou mesmo simples encontros coloquiais, permitiriam a colocação de questões que enriqueceriam quem futuramente há-de decidir e contribuiriam para a consecução de um armazém de eventuais soluções em prol desses mesmos decisores.

 

Mas vingará na campanha, que se avizinha, muito do que a política tem de desinteressante e até pouco nobre.

Repito: Oxalá me engane!

 

Entretanto, para os "democratas", de todos os quadrantes, que se hão-de apresentar a terreiro, deixo, de um político espanhol de nome Enrique Múgica Herzog, esta breve mas muito lapidar frase:

 

“La democracia no es el silencio, es la claridad con que se exponen los problemas y la existencia de medios para resolverlos.”

 

 

Nuno Espinal

 


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