publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 23 Junho , 2013, 23:03

 

Situemo-nos no contexto: Uma festa popular, com ingredientes típicos como a quermesse, a barraca de comes e bebes, as fitas e papeluchos coloridos de adorno, muito povo, um grupo de música a interpretar cantilenas populares, quase todas ao gosto dos presentes, e a surpresa que para a segunda noite estava prometida.

A surpresa veio, ainda que já sem o ser. Alguém “chibou” e, em velocidade supersónica, toda a minha gente tinha a informação do que ia acontecer. Nada mais, nada menos, do que um foguetório de fogo-de-artifício. Só que o tempo de duração, das respetivas luminárias coloridas, ultrapassou, o que poderia ser, mesmo pelo mais afoito, apostado. Foram largos os minutos em que o céu de Vila Cova se abria em mantos de cor.

E é este o contexto.

Agora o pormenor que só se justificará neste contexto.

Findo o festival de fogo-de-artifício houve uma vibrante salva de palmas. Talvez que, motivado pelo agrado dos presentes, o speaker do conjunto musical mostrou o seu entusiasmo. E dando largas ao seu ímpeto discursivo, referindo-se ao bombástico estalejar final do foguetório, com a maior das espontaneidades, disparou este mimo de prosápia:

“Foi o Senhor que comeu feijoada ao jantar…”

 

Nuno Espinal

 

 


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