publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Junho , 2013, 21:53

 

 

Para a semana será o “nosso” S. João. Mas, por enquanto, ainda é o Santo António quem mais ordena. E porque assim é, ainda hoje (domingo) a Flor do Alva esteve na Bobadela a participar nas festas em honra do Santo António.

A nossa Flor do Alva está em grande forma e no próximo domingo vamo-la ter connosco em Vila Cova.  


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 16 Junho , 2013, 19:12

 

 

Santo António (Fernando Martim de Bulhões, de seu nome de baptismo) nasceu em Lisboa, 1195, (data oficialmente atribuída, ainda que dados científicos atribuam a data de nascimento entre os anos de 1190 e 1195) entrando para o Mosteiro de São Vicente de Fora em 1210. Em 1212 veio para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, onde é ordenado sacerdote, para realizar seus estudos, tendo-se especializado em conhecimentos de Teologia. Ingressa em 1220 na Ordem de São Francisco, pelo que passou a residir no ermitério de Santo Antão, em Santo António dos Olivais, Coimbra, adquirindo então o nome religioso, como integrante da Ordem, de António.

 Em 1221 parte em missão missionária para Marrocos, vindo, já neste país, a adoecer gravemente, sendo forçado a intentar a viagem de regresso para Portugal.

Contudo, uma tempestade no mar leva o barco em que viajava a aportar a Messina, Itália, tendo então ingressado num convento da região.

Torna-se um grande orador, o que lhe acaba por granjear grande fama e respeito.

Veio a falecer em 1231 em Pádua.

A vida de Santo António está muito ligada a Coimbra, pelo que é com toda a naturalidade que nos últimos anos o povo da cidade comece a sustentar pelo santo uma devoção crescente, ainda que dificilmente alguma vez se venha a comparar à devoção que a cidade dedica à Rainha Santa Isabel.

Mas, a veneração pelo Santo, por parte dos conimbricenses, tem aumentado gradualmente, ao ponto de ser celebrada com festejos populares, o que reforça uma tradição que desde sempre existiu, segundo testemunhos históricos, em Coimbra.

De entre estes festejos, de há alguns anos para cá, o povo da cidade tem assistido ao desfile de marchas populares, com agrupamentos de freguesias da cidade e arredores, em locais vários, nomeadamente na Praça 8 de Maio, que se encheu de povo na noite de 14, ao mesmo tempo que restaurantes e “tascos” improvisados na zona da “baixa” serviam a típica sardinha assada e outros petiscos da tradição gastronómica ligada aos Santos Populares.

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  


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