publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Março , 2013, 19:34

Do nosso excerto…

 

«/…/ O Presidente da Câmara de Arganil destacou a escolha de Vila Cova de Alva como aldeia do xisto, que levou a “uma intervenção relevante em termos de espaço público, num investimento muito próximo dos 200 mil euros”.»

 

… publicado ontem, Silvino Lopes fez o seguinte comentário:

 

«... Tão relevante que o xisto, principal "vedeta" da agora vila inserida na rota do dito, tenta romper por entre a bela alvenaria da escadaria do convento - por cima colocada, tenho a certeza, no intuito de o proteger e preservar - tentando mostrar aos passantes que... ESTÁ POR LÁ!

Esta nova "ÓPTIMA APLICAÇÃO DE DINHEIROS PÚBLICOS/NOSSOS" que a CMA se prepara para (DEITAR FORA?) distribuir pelas suas freguesias (ou pelos seus "fregueses") pode até ser bem pensada e benéfica para as populações envolvidas mas... SERÁ MESMO? Olhando para o passado muito, muito, muito recente, permitam-me duvidar. Sem querer faltar ao respeito seja a quem for, sem me rir a bandeiras despregadas, permitam-me duvidar...

 

Silvino Lopes»


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 21 Março , 2013, 19:20

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 20 Março , 2013, 21:27

 

 

A notícia, com o título “Obras em Vila Cova de Alva” e assinada por Lourdes Gonçalves, vem publicada no Diário das Beiras de hoje e diz o seguinte:

 

«A freguesia de Vila Cova de Alva vai ser alvo de obras de beneficiação comparticipadas pela Câmara de Arganil, que procedeu à assinatura de um contrato programa com a junta no valor de 5.025 euros. A verba destina-se à execução dos parques de lazer na Fonte dos Passarinhos e rua das Fontainhas, criação de um muro em Vinhó e de uma vedação em madeira no largo das Cerejeiras e beneficiação dos largos da Associação de Moradores 1º de Maio, em Casal de São João.

Cidalina Lourenço, presidente da junta, realçou que as intervenções a realizar “são nas três localidades da freguesia – Vila Cova de Alva, Vinhó e Casal de São João – e o que se pretende é “melhorar o aspeto de cada uma delas” estando “atentos às suas necessidades”.

O Presidente da Câmara de Arganil destacou a escolha de Vila Cova de Alva como aldeia do xisto, que levou a “uma intervenção relevante em termos de espaço público, num investimento muito próximo dos 200 mil euros”.»

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 19 Março , 2013, 22:56

 

 

Na sua edição de 11 de Abril de 1963, a “Comarca de Arganil” publicava a seguinte notícia:

 

Vai realizar-se mais uma vez nesta freguesia a Procissão do Encontro e Enterro do Senhor, havendo o sermão respetivo na Praça Dr. Luís da Costa Faria.

Na Quinta-Feira Santa haverá Missa comemorativa da Última Ceia, às 20 horas.

No Sábado Santo far-se-á a Bênção do Lume Novo e da Água Batismal, seguindo-se a Missa de Aleluia.

Estas cerimónias principiarão ao Sol-Posto.

As cerimónias de Sexta-Feira Santa principiarão às 17 horas.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 18 Março , 2013, 21:02

Nas procuras aleatórias que, de quando em quando, faço de títulos e apontamentos sobre Vila Cova, publicados em “Comarcas de Arganil” antigas, encontrei um texto de um comovente laudatório a Vila Cova, assinado, em Março de 1963, pelo Sr. António Jorge Leitão.

Presto-lhe hoje, a este grande vilacovense, uma simples e póstuma homenagem, ao recordá-lo como um homem, não só de grande seriedade e estatura moral como ainda, dentro dos relativismos adequados à dimensão de Vila Cova e àqueles tempos, sem dúvida, com um muito aceitável apuro de escrita literária.

Não tinha mais que as habilitações da antiga 4ª classe, mas era senhor de um estilo literário e até de oratória de fazer inveja a muitos que, nos tempos de hoje, contabilizam vastos anos de percurso académico.

Era dos tempos em que se amava apaixonadamente Vila Cova.

Este muito breve excerto, que escreveu e assinou na edição da Comarca nº 5528 de 14 de Março, diz muito sobre a extrema paixão à sua terra:

 

“/…/ Peço desculpa pela vaidade que eu sinto pelas belezas com que a Natureza dotou a minha querida e privilegiada Vila Cova, a qual se orgulha de ter a seus pés, deslizando suavemente, um amante eterno – o rio Alva.

Tal e qual, como ele, também eu sou um fiel enamorado e um fervoroso admirador de tudo quanto se relaciona com o nome sublime e sedutor de Vila Cova de Alva.”

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 17 Março , 2013, 18:30

O ponto conquistado sabe a pouco, já que o Vilacovense merecia a vitória. Mas para início desta 2ª. Fase do Inatel-Coimbra, um ponto adquirido fora pode vir a ser um bom estímulo.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 16 Março , 2013, 23:31

Lamentavelmente somos confrontados vezes demais com este tipo de obra. Lamentavelmente somos informados que, ao apontar deficiências, a obra é prevista e realizada por técnicos credenciados... como aliás se passou em Coja numa malfadada rua que atravessa uma preenchida praça... Em suma: gastam-se verbas em barbaridades, dinheiros em disparates, fundos em erros. Lamentavelmente, o que Vila Cova precisa é de quem perceba o património que lá existe e não apenas que se dedique a "borrar" muros... E para isso não é preciso nenhum organismo estatal. Apenas quem sinta o que é nosso!

 

Nuno Mata


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 14 Março , 2013, 22:44

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 13 Março , 2013, 23:14

 

 

Éramos uns tantos à volta de uma mesa, num acolhedor “tasco”, nos arredores de Coimbra. No prato, um gostoso cozido à portuguesa. Um casal sexagenário, proprietário do rústico estabelecimento, gere as operações, ela na cozinha, ele na melhor conformidade do serviço aos clientes. Com os dois uma filha, uma jovem universitária, que nas horas de sobra lá vai dando uma ajuda aos pais. Alice, é este o seu nome, que responde por uns olhos lindos, numa tez morena, em que condizem cabelos longos, fartos, escuros.

Ao balcão, extra convivas do almoço, há quem se deleite no escorropichar de um copo, seja um tinto ou uma loira imperial. Entre estes, o Sr. Alfredo, homem de biscates, desde canalizador, jardineiro e pedreiro.

Alguém gaba os olhos da Alice. E já afoito, pela liberdade de uns copos, aventura-se ao piropo:

-"A Alice, com esses olhos poderia bem ser uma modelo…"

- "Ora - responde a Alice, o pior são os quilos que tenho a mais. Bem me sacrifico em dietas, saladas, verduras e quase sempre peixe. Mas nada… é do meu metabolismo! E sabe que mais? Vê os meus pais, bem anafados? Pois olhe, está bem à vista! Herança genética!..."

O Sr. Alfredo ouve a conversa, perscrutador atento e não enjeitando pitada do que em seu redor se vai passando.

Dos da mesa há quem o conheça.

-"Oh, Sr. Alfredo, não alinha no nosso cozido. Sente-se connosco homem e dê lá uma trincadela, nem que seja num destes chouriços!"

-"Obrigado amigo, mas não posso. Se pudesse acredite que alinhava. Mas tenho a boca num inferno, para a semana já vou a Coimbra tratar dos dentes. Sabe? Quem sai aos seus!... É que já o meu pai era uma desgraça com os dentes. Já estou como a menina Alice. Herança fonética!..."

 

Nuno Espinal   

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 11 Março , 2013, 20:12

Uma pequena amostra...

 

 

 


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