publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Agosto , 2012, 20:19

 

O troço da estrada nacional entre Vila Cova e Avô sempre foi reconhecido pelo seu pitoresco, ladeado por encostas onde se cavava o leito do Alva. Muito raramente, dada a densa vegetação, o rio, neste trecho, era visível.

Já não é assim agora. O rio está visível em largos espaços da estrada. O incêndio devorou uma quantidade enorme de pinheiros e restante arvoredo, e substituiu o verde pelo desolador cinza do chão e pelo preto de troncos queimados.

 

NE

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Agosto , 2012, 18:01

 

Devorando vários hectares de mata, o incêndio que ontem deflagrou em áreas de Oliveira do Hospital e Arganil, foi dado como dominado cerca das 22 horas e 45 minutos, após cerca de cinco horas de atividade.

A população de Vila Cova assistiu, com receios compreensíveis, ao deflagrar do incêndio e à sua progressão para os lados de Avô e Anseriz.

Uma espessa nuvem de fumo negro cobriu os céus da aldeia, ao mesmo tempo que os carros de bombeiros, em grande número, vindos de Arganil e Coja, percorriam a estrada em direção aos vários locais onde o incêndio se manifestava.

Apesar de dominado antes da meia noite de ontem, os bombeiros continuam em estado de alerta, tendo em consideração prováveis reacendimentos.

Hoje de manhã alguns dos bombeiros envolvidos no combate ao incêndio, após uma noite vigília, estacionaram as viaturas em Vila Cova e aproveitaram para retemperar forças.

 

Fotos de Alberto e Elsa Leal

 

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Agosto , 2012, 14:26

 

Hoje de manhã Vila Cova acordou com um cheiro a fumo intenso, em rescaldo ao pavor ontem vivido. Quis o destino que o vento empurrasse as labaredas noutra direção que não a da nossa aldeia. Tudo começou, e as foto de José Artur Leitão são bem elucidativas, junto à estrada que segue da Digueifel para Vila Pouca da Beira. O fogo alastrou, empurrado pelo forte vento que se fazia sentir, na direção noroeste, ameaçando Anceriz e beliscando casas na orla de Avô, uma delas, pelo menos, vítima de avultados estragos. Também a casa do casal Franck e Arlette, situada junto à zona de onde se propagou o incêndio, esteve ameaçada, perante o desespero dos seus proprietários.

O incêndio foi combatido por cerca de 300 bombeiros, vindos de várias corporações do país, sendo que a maioria era de Coja e Oliveira do Hospital e ainda três helicópteros.

Dado que o incêndio teve origem junto à estrada é presumível que a sua origem se deva a incúria humana.

 

Nuno Espinal

 

 

 


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