publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 11 Março , 2012, 16:59

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 09 Março , 2012, 18:41

 

Hoje, depois de ter visitado o Miradouro, constatei que o projeto de reabilitação de Vila Cova, no âmbito do programa "Aldeias do Xisto", parece deixar algo a desejar. Na minha modesta opinião, substituir a zona central da calçada centenária por uma passadeira de granito que vai facilitar a circulação dos residentes, e não só, estamos de acordo. Agora, que a colocação dessa passadeira de granito desvirtue essa mesma calçada, isso é que não! O cimento que invade por completo as juntas entre as pedras é, a meu ver, inadmissível. Quanto aos passeios que vão ser construídos, vou esperar para ver. E como diz o outro..."prognósticos só no fim do jogo".

Em anexo, envio uma foto da Rua da Ribeira - anos 50, que ilustra bem a beleza e autenticidade das ruas de Vila Cova (outras há, felizmente, que ainda são disso testemunho). Que bom seria que o projeto das "Aldeias do Xisto", previsse a reposição desta e de todas as outras ruas de Vila Cova, que por este ou aquele motivo têm vindo a sofrer de alguns atentados à sua beleza e autenticidade.

Um Abraço Amigo.

 

Antero Madeira

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 08 Março , 2012, 23:05

 

As obras em Vila Cova, no âmbito de intervenção de “Aldeia do Xisto”, prosseguem, havendo já ruas que nos mostram nova face, com faixa no meio em granito.

A partir de agora vai ser iniciada a intervenção na estrada, com a colocação de passeios, o que se admite que venha a causar alguns incómodos, não só no estacionamento de carros, como na circulação de trânsito, que eventualmente poderá sofrer restrições.

 

Fotos: Manuela Antunes

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 07 Março , 2012, 19:32

 

Ouço uma morna de Cesária Évora. A propósito:

Já lá vão uns vinte e cinco anos quando pela primeira vez estive em Cabo Verde. Uma noite, no Mindelo, fui levado a um bar onde atuava Cesária Évora. Descalça, um copo já a mais, cigarro permanente entre dedos, Cesária exibia uma voz divinal, quente, que agarrava.

Já em Lisboa, um amigo meu cabo-verdiano, convidou-me para ir até ao Bairro da Graça, a uma festa de naturais do arquipélago, onde Cesária iria estar presente. Acedi sem hesitações, apesar de já ter um bilhete comprado para um espetáculo de bailado no S. Luís.  

Para não perder dinheiro, resolvi, antes de ir para a Graça, deslocar-me ao S. Luís a fim de vender o bilhete. Quando à porta daquela sala de espetáculos, um conhecido meu abeirou-se em alta vozearia, para que todos o ouvissem:

“Nuno, folgo muito em ver-te aqui. Não te conhecia como fã de tão nobre arte. Sim senhor, os meus parabéns”.

Talvez, por um impulso, respondi-lhe: “Não, estás enganado, vou a um espetáculo sim, mas não é este. Vou ver a Cesária”.

 Surpreso logo me perguntou.

“Cesária, o que é isso?”

"É uma cantora cabo-verdiana, de mornas e coladeras”.

"O quê? Trocas este espetáculo por uma coisa de pretos?”

Incomodado, nem lhe respondi e fui à minha vida.

Anos mais tarde Cesária Évora ganhou nomeada internacional. Tudo começou em Paris. Os franceses reconheceram-lhe talento e a partir daí o seu nome começou a ser badalado em todo o mundo da música. Convites e mais convites e atuações em salas nobres. Veio ao S. Luís e uma vez mais decidi-me a ir fruí-la.

Então não é que o tal indivíduo estava lá outra vez? E logo que me viu, lá veio ter comigo com a mesma exuberância.

“Nuno, folgo muito em te ver aqui. Vais assistir a uma grande espetáculo. World Music, World Music… Esta mulher é divinal. Sim senhor, os meus parabéns pelo teu interesse na cultura. Cultura etno".

Mentalmente mandei-o logo à merda. Grande cretino!

 

Nuno Espinal

  


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 07 Março , 2012, 19:11

Não podia deixar de dar importância visto ser, apesar de tudo, um assunto bem grave.
Toda a gente sabe das dificuldades que as pessoas têm em gerir as colectividades hoje em dia. Como tal, senão houver uma união, compreensão e respeito de ambas as partes, por mais trabalho e planos que haja não se irá a lado algum...
Independentemente de ser um campeonato competitivo ou não deve se encarar uma inscrição como um compromisso para com a respectiva entidade... Da mesma maneira que a essa entidade exige-se depois instrumentos e condições para trabalhar. Penso que no aspecto directivo o clube tem tudo para evoluir e ter sucesso, agora é preciso também não esquecer que é um clube de futebol e para isso existe. Assim sendo tem de haver uma responsabilidade maior da parte desportiva (jogadores, treinadores).
Posso vos dizer que, com base no meu irmão, este disputa o mesmo tipo de campeonato com um clube que nem sempre lhes dá jantar depois do jogos... E já teve diversos gastos ao nível de equipamentos e outros materiais. Claro que depois é dele mas, se não fosse pelo futebol, ele de certeza nem se preocupava...
É isto que falta a muita gente hoje em dia, preocupação com o que se faz e não fazer por fazer...
Beijos Andreia e que o Vilacovense tenha todo o sucesso possível... Assim como Vila Cova de Alva...
Abraço Grande

 

José Martins


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 06 Março , 2012, 22:04


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 05 Março , 2012, 17:33

 

O mais importante é, sem dúvida, estar em campo e demonstrar atitude e, ainda que as dificuldades no jogo de ontem tenham sido muitas, queria aqui dignificar a grande atitude dos jogadores que se deslocaram ao campo do Podentes.
Este resultado não será para estes jogadores motivo de derrota, mas sim de orgulho face ás dificuldades com que defrontaram o adversário.

Quando se vai para um jogo com os 11 jogadores à risca e colocamos o nosso próprio treinador em campo, o qual com grande mérito foi o autor do nosso golo, é bem elucidativo das dificuldades com que nos deparámos. Colocámos ainda o guarda-redes suplente dee extremo recurso e outros atletas em posições de campo fora dos seus lugares habituais para suprir a falta de outros colegas.

Ainda assim este foi sem dúvida um jogo do qual poderíamos ter tirado vantagem quando estávamos a perder por 2-1. No entanto, uma desorientação, por irregularidades da arbitragem, é a razão do nosso clube sofrer 3 golos em praticamente 5 minutos, quebrando assim a moral dos nossos atletas, que tentando reduzir a vantagem viram o nosso avançado ser várias vezes colocado em de fora de jogo, impedindo-o de prosseguir isolado em situações que poderiam ter dado golo.

Mas quando até em grandes jogos assistimos a arbitragens duvidosas, a Inatel é assim mesmo... Participar…

 

Andreia Paiva


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Março , 2012, 18:12

O mais importante é estar lá...

Força Vilacovense.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 03 Março , 2012, 20:56

Olá Nuno

 

Aos anos que eu procurava por fotos deste nevão. Estamos em 1983, mais precisamente a 15 de Fevereiro. Na altura, diziam os mais antigos que ia para 40 anos que não nevava em Vila Cova. Já lá vão mais 29 anos e a neve teima em não reaparecer. Mais três documentos raros para a história da nossa Vila Cova. As fotos foram-me enviadas pela Ana Cristina Nascimento.

Grande Abraço.

 

Antero Madeira

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 03 Março , 2012, 18:17

 

As mimosas já se mostram e outras são as flores, amareladas na sua maioria, que ganham de dia para dia mais espaço. Claro prenúncio da Primavera. E tudo estaria bem não fosse a falta de chuva. Mas, esta circunstância, se esporádica, não seria drama de maior.  O problema será a sua atestada diminuição nas últimas décadas. Segundo a ciência, “observações portuguesas são consistentes com um padrão de aquecimento global em aceleração, apresentando taxas de aquecimento acima da média global. Os cenários disponíveis sugerem importantes alterações climáticas no continente e nas ilhas. O aquecimento é mais dramático no Continente e mais moderado nos Açores. A alteração do regime de precipitação é preocupante no Continente (menos precipitação, redução da duração da estação pluviosa).

Dizem que caminhamos em Portugal para uma africanização do clima.

Será? Acredito na ciência mas não me vou martirizar em previsões. Por acaso hoje até chove.

 

Nuno Espinal


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