publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 10 Dezembro , 2011, 13:07

 

Há dias respondi a um inquérito sobre temática europeia. Uma das perguntas era esta: Sente-se europeu? Numa escala de 0 a 10 respondi, no respetivo quadradinho, com o número 2. Um número baixo, é evidente. Mas fui sincero. Claro que, em termos de localização geográfica, sou inexoravelmente europeu. Mas, não era essa a pergunta. A pergunta dirigia-se ao sentimento. Sente-se europeu? Pouco ou quase nada, foi literalmente a (minha) resposta. Não digo que não haja na Europa nações com povos com os quais não sinta muitas ou algumas afetividades. Espanha, Itália… Mas fico-me por aqui. O resto são-me estranhos ou quase estranhos. Na Alemanha senti-me , mesmo, um verdadeiro estrangeiro. E até em Inglaterra. Gente distante, fria, antipática até. Tão diferentes do que somos! Curiosamente, em países da América Latina tudo muda. E nem falo do Brasil. Basta-me citar, com ênfase, Cuba. Cinco estrelas, como é corrente dizer-se. Que gente! Por isso, meus amigos, como Europeu, de sentimento, sou uma verdadeira desgraça. Eu e muitos de nós. Sei o que digo. Conheço bem a nossa gente.

 

Mas, atenção. Uma coisa bem diferente é a relação contratualizada inter-nações europeias, chamada “União Europeia”. Claro, uma relação meramente económica e política. Meramente? Pois aqui é que a porca parece torcer o rabo. São as tais potenciais e reais vantagens que não devemos nem podemos ignorar. Daí que, já em mudança de contexto, de modo algum hesite e afirme e bem alto: Viva a “União”, “Viva a Europa”!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 09 Dezembro , 2011, 15:25


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 08 Dezembro , 2011, 02:25

Vilacovense 4 VS  Lourosa 5

 

 

 

Mais uma derrota e pouco há a comentar ao que já foi dito em jogos anteriores. De facto, a explicação é a mesma: os anos pesam em alguns jogadores e as pernas já não têm a força e velocidade de outros tempos. Mas, em sede de desporto amador, o importante é a participação. E os vilacovenses só têm de estar agradecidos aos jogadores que representam as cores da sua terra. Sem eles não havia “Vilacovense”. Ganhem ou percam, merecem um grande obrigado de todos nós.

 

Constituição da equipa:

 

Guarda-Redes: Hugo Madeira;

Defesas: Kikas, António Cruz (capitão), Wilson e Fábio (Nelson Amaral aos 40 minutos);

Médios: Marco Oliveira (Filipe Tavares aos 25 minutos), Sérgio Gaspar, João, António Pereira e Bruno Carvalho;

Avançado: Eduardo Girio (Luís Quaresma aos 40 minutos).

 

Suplentes não utilizados: Bruno Santos e Adriano Silva.

 

 Os golos foram repartidos por Bruno Carvalho e Luís Quaresma.

 

Treinador:  Rui Mota

 

Domingo o Vilacovense joga fora com o S. Gião.

 

 

Nuno Espinal /Fábio Leitão

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 07 Dezembro , 2011, 10:25

 

Extinção de Freguesias? Reordenamento territorial? Novas regras para as autarquias? Eis três perguntas, de entre outras de idêntica temática, que não motivam interesse ou recebem um encolher de ombros da maioria dos cidadãos.

E o Documento Verde? Quem já o leu? Quase aposto que não exagerarei se lançar um número. Um por cento da população e quem sabe se menos ainda.

O Documento até propõe o debate. Mas o alheamento geral é um facto, ainda que com algumas exceções: Para além das de cidadãos que, com seriedade, são contestatários do Documento, há as de autarcas que se sentem ameaçados nos seus interesses, as de populações que se presumem injustiçadas pela perda de estatuto das suas localidades e as de apaniguados partidários reverenciados a vozes liderantes.   

Neste contexto, uma grande percentagem, por despropositadas razões, é contra o Documento Verde.

Por mim, recuso-me, contudo, a entrar nessa onda, assumindo-me, até, em contra-corrente à atitude que vinga no grupo da minha própria filiação partidária, não como um apoiante total do Documento, que entendo passível, em algumas proposições, de crítica, mas como um seu aceitante, que o acolhe como instrumento que contém algumas virtudes, nomeadamente a que concorre para a suscitação de um debate que se reclama sério e expetável de resultados.   

O Documento parte de condições. As impostas pelo memorando da Troika, memorando que moralmente vincula os dois principais partidos portugueses: O PS e o PSD. Parte, ainda, da imposição de um prazo, o que força a que, na sua exiguidade temporal de debate, sejam os dados objetivos que devam prevalecer, com a ignorância de dados subjetivos (tradição, história, cultura, etc.) reclamantes, na discussão, de outra disponibilidade de tempo.

Eis, pois, no essencial, a razão porque não me revejo no grupo dos que, “tout court”, contestam liminarmente o Documento. Ademais, a porta do debate está aberta. Já a transpus, até porque nunca me revi em qualquer política de “terra queimada”. Os tempos e as suas circunstâncias reclamam, julgo eu como muitos, outras atitudes e mentalidades na forma de estar na política.  

É isso que tento e tentarei fazer. E é com esta disposição que, sobre este assunto, voltarei ao assunto nas páginas do Miradouro. Fico na expectativa de outros o também fazerem.   

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 05 Dezembro , 2011, 19:44

Foto de Arquivo: Festa de Natal das crianças de Casal de S. João, em 2008

 

Pede-nos o Sr. António Tavares que corrijamos a notícia ontem publicada, sobre a festa de Natal a ser realizada no próximo dia 17, em Vila Cova, na frase em que é referido que “Casal de S. João não quis participar”.

De facto, trata-se de uma informação que não corresponde à verdade e que poderá induzir, quem lê a notícia, de que houve da parte de Casal de S. João uma intenção deliberada em não participar na referida Festa.

Conforme nos informou o Sr. António Tavares, em Casal de S. João sempre foi realizada a festa de natal para as crianças daquela localidade.

Entretanto, há seis anos, já com o Sr. Alfredo Lourenço como Presidente da Junta, foi cada uma das localidades da freguesia incentivada a organizar a sua própria festa. E assim aconteceu, até que Vinhó deixou de a organizar.

Para que as crianças de Vinhó não ficassem privadas da sua festa de natal, foi então decidido juntá-las às crianças de Vila Cova, situação que já o ano passado ocorreu e que se manterá este ano, pelo que as crianças de Vila cova e Vinhó estarão juntas em Vila Cova e as de Casal de S. João terão a sua festa na sua própria terra.

Agradecemos a colaboração do Sr. António Tavares e pedimos desculpa pelo erro.

 

O Miradouro


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 04 Dezembro , 2011, 12:34

 

A Festa de Natal, oferecida aos Vilacovenses conjuntamente pela Junta de Freguesia e pela Filarmónica “Flor do Alva”, está marcada para dia dezassete, a partir das dezanove horas, no Salão da Casa do Povo.

Na Festa participam as crianças de Vinhó e Vila Cova (Casal de S. João não quis participar) e a “Flor do Alva”, que protagonizará um concerto, exclusivamente com os seus músicos permanentes, quebrando uma prática que vinha sucedendo ultimamente. 

Após o Concerto será oferecido um lanche de confraternização .

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 01 Dezembro , 2011, 23:45

 

Nasci em Lisboa. Sou, portanto, apreciador do fado de Lisboa. E é sempre com muita emoção que oiço a voz da Grande Amália. E vibro igualmente com a tonalidade da Ana Moura e da Marisa. E muitas outras e outros fadistas que fizeram a história do Fado e todos aqueles que são o presente desta tão característica canção portuguesa. Mas não ponho o Fado de Coimbra em plano inferior. Antes pelo contrário. Tiro-me mais depressa dos meus cuidados caseiros para ir assistir a uma Serenata Coimbrã do que para ir assistir a um espectáculo de fado Lisboeta. Neste último caso, é preciso que os intérpretes sejam de peso e me façam sair de casa. Ou então um encontro de amigos numa qualquer tertúlia  fadista, para um naco de chouriço assado e uma boa sangria .Quanto à canção Coimbrã já me motivam factores que vão para além do simples entretenimento. Tenho no fado de Coimbra uma costela que nada conseguirá apagar. A SAUDADE. E se gosto do fado de Lisboa, AMO o fado de Coimbra .De qualquer modo, exultei com esta distinção de Património Imaterial da Humanidade.

" Ó Coimbra do Mondego/E dos amores que lá tive..."

Viva o Fado.

Abraços.

Quim Espiñal


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