publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 17 Dezembro , 2011, 10:17

 

A dimensão das coisas relativiza-se às suas circunstâncias. É assim que um simples presépio pode ser mais que um simples presépio. Por exemplo: Para mim o presépio da nossa Santa Casa. Com algodão a fingir de neve. Kitsch? Claro, mas é o presépio da Santa Casa. Bem ao lado do presépio crepita a lareira. Ao redor os velhotes, em silêncio, olhos a olhar longe, olhares em passados velhos de idade. Quem sabe se os olhares não revisitam o presépio de então? Emociono-me.  Ah! O presépio de então, o presépio da Igreja, o presépio do Padre Januário! Lindo! Grandioso!

Recordo-o bem, criança que fui… e ainda havia a Missa do Galo, o Cepo que ardia na Praça, a Procissão das Oferendas… Ah! E os meus velhotes de então?… Meus Avós, minhas Tias, Ti Manel Antunes, Tia Conceição e muitos outros…

Foi o meu único Natal, quando criança, em Vila Cova. Tantos os afetos! Igual? Nunca mais...

 

Nuno Espinal


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