publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 01 Dezembro , 2011, 23:45

 

Nasci em Lisboa. Sou, portanto, apreciador do fado de Lisboa. E é sempre com muita emoção que oiço a voz da Grande Amália. E vibro igualmente com a tonalidade da Ana Moura e da Marisa. E muitas outras e outros fadistas que fizeram a história do Fado e todos aqueles que são o presente desta tão característica canção portuguesa. Mas não ponho o Fado de Coimbra em plano inferior. Antes pelo contrário. Tiro-me mais depressa dos meus cuidados caseiros para ir assistir a uma Serenata Coimbrã do que para ir assistir a um espectáculo de fado Lisboeta. Neste último caso, é preciso que os intérpretes sejam de peso e me façam sair de casa. Ou então um encontro de amigos numa qualquer tertúlia  fadista, para um naco de chouriço assado e uma boa sangria .Quanto à canção Coimbrã já me motivam factores que vão para além do simples entretenimento. Tenho no fado de Coimbra uma costela que nada conseguirá apagar. A SAUDADE. E se gosto do fado de Lisboa, AMO o fado de Coimbra .De qualquer modo, exultei com esta distinção de Património Imaterial da Humanidade.

" Ó Coimbra do Mondego/E dos amores que lá tive..."

Viva o Fado.

Abraços.

Quim Espiñal


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