publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 10 Novembro , 2011, 21:55

 

Realizou-se mais uma vez em Santarém o Festival Nacional de Gastronomia. Mas o que terá este festival a ver com Vila Cova ou com o Miradouro, dirão alguns. E de facto teriam razão, não fosse este certame um quase obrigatório ponto de encontro dos amantes do bem comer. Sem a avalancha da multidão de outros anos (efeitos da crise), não deixa este festival de nos fornecer, para além da degustação de muito boas e bem elaboradas iguarias, outros motivos de emoção e prazer. Para quem, como eu, por razões que não vêem ao caso, esteve presente nos dezoito dias em que o mesmo decorreu, acresce a emoção quando aí nos cruzamos com pessoas a quem, por circunstâncias da vida, estamos ligados por algum afecto. Este afecto a que me refiro tem um elo comum: o amor a Vila Cova do Alva, que nestes últimos três anos nos acolhe para o “encontro da malta dos anos 60 e 70”. Pois bem, o prolongamento desses afectos revela-se depois noutros locais, e é sempre com alegria renovada que encontramos a tal “Malta” que Vila Cova uniu. Foi pois com enorme prazer que vi por estas paragens do Festival as manas Ana Maria e Isabel e Maria João Abreu e Teresa Abreu. E nas despedidas ficaram já os votos de “então até Vila Cova”.

 

Abraços

 

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 10 Novembro , 2011, 17:52


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 09 Novembro , 2011, 20:27

De facto, o começo não está a ser o que todos desejaríamos. Um empate e uma derrota, quatro golos sofridos e apenas um golo marcado constituem “score” que está longe dos habituais resultados do Vilacovense em outras épocas. Mas, nada de dramas. Ainda há muito campeonato em jogo.

Contudo, se a equipa não atingir a “performance” a que nos habituou em outras épocas, há que aceitar e continuar, jogo a jogo, a apoiá-la.

O mais importante continua cumprido. Haver em cada ano equipa que represente Vila Cova. E num concelho em que equipas representativas na área do futebol não serão mais de meia dúzia, há que saudar dirigentes e jogadores pelo seu empenho em que Vila Cova permaneça representada.

Uma coisa é certa. A equipa continua a arrastar adeptos, o que foi comprovado no último domingo no jogo que disputou em Alvoco.

Perdeu? Paciência… Os jogadores bateram-se com denodo e souberam honrar a camisola que vestem.

Um abraço a todos os jogadores, treinador e demais equipa técnica e um agradecimento muito especial aos dirigentes do Vilacovense. Sem estes Vila Cova não se poderia orgulhar de possuir uma estrutura que presta um reconhecido contributo em termos de  formação desportiva e social.

Constituição da equipa no jogo disputado em Alvoco:

Guarda redes: Hugo

Defesas: Fábio, Kikas, Wilson (Bruno Santos aos 55 miunutos) e Nelson Amaral (Marco Oliveira aos 40 minutos);

 Médios: António Cruz, Luís Quaresma, Sérgio Gaspar e António Pereira

 Avançados: Eduardo Girio (Paulo Sérgio aos 40 minutos)e Rui Mota

 

Suplentes (não utilizados): Adriano e João;

 

Treinador: Rui Mota

Massagista: Fernando Figueiredo

 

 

Nuno Espinal/Fábio Leitão


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 08 Novembro , 2011, 20:45

 

Muitos bons dias....

Venho por este meio divulgar a minha preocupação com as constantes e continuadas mesquinhices e desdéns que continuam a "assolar" Vila Cova de Alva. Espero que o que se "ouve", o que se "comenta", infelizmente já há alguns anos para cá, não venha a concretizar-se.

Pois será mau para a terra e para as colectividades que sim, essas, divulgam e lutam ano após ano para que mais uma terra não seja esquecida como vemos por esse país fora. Não consigo compreender como se pode trabalhar e evoluir tanto nessas colectividades G.D. Vilacovense, S.F. Flor do Alva) e ao mesmo tempo, por que certas pessoas saiam dessas coletividades, se destrói (ou se pensa nessa hipótese muitas vezes) o trabalho e a evolução que foi atingida até então.

Parece que existe sempre o desejo de que o "Eu" tem de ser melhor que o "Tu" a qualquer custo.

Eu, como pessoa que nasceu fora de Vila Cova e que por razões inexplicáveis tenho o afecto muito grande por essa terra, venho também, não só alertar para isto mas também para apelar a que todos os Vilacovenses se unam e se reúnam para o bem de todos...

Desejo uma boa semana a todos e que fique a ideia...

"A União faz a Força"


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Novembro , 2011, 21:44

A foto, tirada há algum tempo nas instalações do Centro de Dia, diz respeito ao Orlando Marques. Faz hoje 59 anos de idade. Não será um dia de festejos. O Orlando continua internado nos HUC e o seu estado de saúde continua a inspirar cuidados. Mas, vamos torcer para que melhore e torne à sua terra, correspondendo aos sentidos anseios que tem manifestado.

Vamos acreditar e ter fé. Só que o Orlando, caso venha a recuperar e quiser viver mais uns anitos, terá que ter muito juízo. Nos cá estaremos para o ajudar. E que não haja um, em gesto pretensamente amigo, que o presenteie com o presente mais envenenado que o Orlando poderá receber. Um copo de vinho que seja será um longo passo da curta distância que o separará da morte.

As melhoras Orlando!


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 07 Novembro , 2011, 09:35

 

Caro Nuno:

Cá estou de novo a alimentar o teu arquivo de fotos antigas e que contribuem para ilustrar a história de Vila Cova. Estas 2 fotos devem datar de 1948/1950. Creio, de entre outros, identificar os seguintes foliões...: Carlos Gabriel, Quinzinho (teu avô), Arsénio, António Mendes Esponso (meu tio) , Mário Mendes Madeira (meu pai) e Delfina Madeira (minha mãe e única mulher presente - vísivel apenas numa das fotos), António Fernandes (teu tio "Petas"), José Pereira da Fonseca, António da Silva Ferrão (teu tio avô), Fernando e Augusto Gabriel, Benjamim Leitão, António Gabriel, Abilio Gonçalves, Alfredo Ribeiro (teu primo).

O local escolhido foi o Salgueiral, sendo bem vísivel a ponte ao fundo da foto. A avaliar pelo número de cabazes, panelas de ferro e garrafões, o repasto não deve ter sido nada pesado...

Grande Abraço,

Antero Madeira


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 06 Novembro , 2011, 19:59

Crónica do jogo mais tarde


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 05 Novembro , 2011, 20:46

Completou hoje 84 anos de idade a Sr.ª D.ª Normélia Santos. As nossas afetivas saudações e uma calorosa mensagem de Parabéns.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 04 Novembro , 2011, 20:36

Foi recentemente sujeito a uma intervenção cirúrgica nos HUC o Sr. Abílio Fonseca, vilacovense de nascimento e residente com a esposa no Barril de Alva.

Encontra-se em franca recuperação, pelo que se espera que brevemente lhe seja concedida alta hospitalar e regresse a sua casa.

Recordamos que o Sr. Abílio da Fonseca é o associado mais antigo da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vila Cova de Alva, pelo que lhe está atribuído o número de sócio 1.

Desejamos-lhe continuação das melhoras.

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 04 Novembro , 2011, 11:37

 

Há dias a Flor do Alva festejou, com um magusto, o encerramento da época 2010-2011. Agora, com um recém-chegado Maestro, novos desafios se lhe depara, pelo que a nova época desde já a ser preparada, tendo como principal objetivo as festas do verão de 2012.

Até lá uma ou outra esporádica saída e um ou outro concerto, sendo certo o que na época de Natal e de Ano Novo costuma ser oferecido aos Vilacovenses.

Mas, tudo a seu tempo. Para já os ensaios semanais, com a preparação de novas peças musicais, o aperfeiçoamento de outras, inclusive as que costumam ser apresentadas nas procissões, ponto muitas vezes alto das festividades das várias localidades onde a Flor do Alva é convidada a participar.

E a propósito, apresentamos hoje uma foto, que julgamos ser de 1945, com a nossa Flor do Alva a integrar uma procissão realizada em Vila Cova. Mas uma procissão porquê? – Haverá quem pergunte. A foto vinha assim legendada? Por acaso até não. Só que, diz quem sabe, era tradição da Filarmónica participar em cerimónias religiosas com os músicos sem chapéu a cobrir-lhes a cabeça. Este procedimento era uma manifestação de respeito, segundo os usos de então. Mudou o entendimento e hoje as procissões são feitas com os músicos com chapéu posto na cabeça, de resto complemento integral das suas fardas. Mudam-se os preceitos, ainda que o respeito, esse, em nada foi alterado.

 

Nuno Espinal


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