publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 21 Agosto , 2011, 10:58

 

Estive ontem na sacristia da Igreja do Convento, na companhia da minha amiga Guida Figueiredo.

Fomos confrontados por um espetáculo deprimente. Excrementos de morcego fazem montículos que se espalham pelo chão e aparadores. As janelas, sem vidros e abertas ao exterior, permitem a entrada daqueles mamíferos voadores que naquela divisória procuram abrigo e aposento.

Os painéis e frescos da sacristia estão assim sujeitos à degradação corrosiva daqueles excrementos.

O espetáculo é chocante e afrontoso. Há que fazer algo! E não me venham com a história de que o problema é da Igreja e da Fábrica da Igreja.

A questão é também (e muito) nossa e tudo o que por nós puder ser salvaguardado e a que tivermos capacidade de acudir, não nos deverá merecer sequer hesitação, em defesa da nossa memória colectiva, do respeito pelos nossos antepassados, do resguardo dos nossos património histórico e arte sacra.  

E o que há a fazer, para esta situação, nem sequer é obra de monta. Vidraças e redes hão-de resolver o problema.

 

Nuno Espinal


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