publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 13 Julho , 2011, 17:45

 

Há um lastro de odores silvestres

Neste reviver de passados em que florias

Na juventude que partilhávamos

Nos beijos que trocávamos e nas libidos em que apertávamos abraços

E encostávamos os sexos

Ávidos de aventuras que se exultavam nos nossos corpos e nos transbordavam etereamente.

 

Hoje, olho pachorrento as águas do Alva,

E os teus cabelos brancos estão espelhados de negro como outrora.

 

E o meu vigor quebrantado ganha alento

Nos açoites prateados de espuma

Do velho caneiro do Salgueiral.

 

Nuno Espinal


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