publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Junho , 2011, 21:02

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publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Junho , 2011, 00:20

 

 

 

O encontro da “malta de 60/70” foi, como é já seu timbre, um êxito. Será sempre um êxito, uma vez que os laços que nos unem, para além das características pessoais, tem como pano de fundo um elo comum que nos reaproxima cada vez mais.  Esse elo chama-se VILA COVA DE ALVA. E não se estranhe, já que a intensidade com que aí consumimos tantas energias nas horas passadas no rio ou nas tílias, ou ainda nas mimosas ou na mata do convento, etc., etc., nas longas passeatas nocturnas estrada abaixo estrada acima (senhor Tenente, senhor Tenente, um passo p’ra trás um passo p’rá frente), sem o pesadelo dos carros a ensombrar o nosso sossego, na ociosidade dos momentos no café do Vasco nas horas de maior calor, e, claro, os namoricos, tudo isto e muito mais que não vem agora ao caso, marcaram indelevelmente as nossas memórias. É tão natural para nós o que essas vivências nos provocaram, que até dá a impressão, como muito bem a Juca comentou, que parece que foi ontem. À margem do “bacalhau à lagareiro”, esse fiel amigo que primou pela ausência, outros fiéis amigos se abraçaram numa jornada de grande convívio em que se evocaram pessoas e acontecimentos por nós protagonizados. E o nosso decano, esse grande Manuel Fernandes de alma enorme, fez jus a essas evocações ao trazer à lembrança essa outra grande alma que fez parte desta nossa família: o padre Januário. Muitos outros amigos, que não estiveram presentes por este ou aquele motivo, também estiveram connosco, já que o espírito que nos envolve nos não faz esquecer tantos outros companheiros dessas jornadas inesquecíveis. Para aqueles que já partiram, a nossa profunda saudade. Para os outros, a esperança de um próximo reencontro. Obrigado Nuno. Obrigado Antero. Que o vosso entusiasmo na organização dos encontros seja para vós tão gratificante quanto é para nós a sua concretização. As expectativas já começaram.

O IV Encontro da Malta de 60 e 70 já é passado.

Viva o V Encontro.

Abraços para todos.

Quim Espiñal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Junho , 2011, 11:27

É com o maior pesar que informamos o falecimento da nossa utente, Sra. Dª Maria de
Jesus Oliveira, conhecida por “tia Ju”, de oitenta e seis anos de idade.

A “Funeráriade Alva” terá a seu cargo os serviços de funeral, que se realizará amanhã para
o cemitério de Vila Cova às 17 horas e 30 minutos.

Apresentamos aos familiares as nossas condolências.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Junho , 2011, 06:46

 

Um breve apontamento da Juca Mariazinha sobre o quanto têm de significado estes encontros da “malta” em Vila Cova:

 

"Quero aqui agradecer por todos os momentos maravilhosos passados nestes dias em Vila Cova. Já passaram tantos anos e parece que a malta deixou de se ver ontem! Claro que envio aqui um abraço muito especial ao Antero e ao Nuno Espinal, grandes dinamizadores destes encontros! Não posso deixar de referir que essa terra tem algo de místico que nos atrai a todos. Até à próxima meus amigos!"

 

(Fotos de António Cardoso)

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Junho , 2011, 06:28

 

Sem protagonismos, numa entrega generosa e solidária, é a eles e a elas que se deve, (nem todos surgem nas fotos) no essencial, o sustentáculo da” Mostra”. Muito trabalho e esforço em defesa das suas instituições e “terras”.

Só assim se consegue…

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 02 Junho , 2011, 09:44

 

Recebi de “desconhecidos e anónimos” comentários, alguns a resvalarem para um certo azedume, por não ter publicado no “Miradouro” uma única fotografia que fosse relativamente à actuação da Tuna de Cantares de Coja, na Mostra. Pelo mesmo motivo, amigos meus da Tuna manifestaram-me, entretanto, a sua estranheza.

Sendo um admirador da Tuna, nunca seria meu propósito ignorá-la ou menosprezá-la, até pelo reconhecimento que mereceu a sua participação em uma manifestação em prol de Vila Cova.

Aconteceu porém que, perto da hora da sua exibição, fui obrigado a deixar a “Praça”, local onde decorria a “Mostra”, o que me impediu de assistir e obter fotografias da actuação da “Tuna”, apesar de ter feito todos os esforços por regressar a tempo de poder ainda assistir a parte do espectáculo que apresentou.

Acto imediato, diligenciei de modo a que amigos me pudessem enviar fotografias da actuação da Tuna, o que só veio a acontecer ontem ao final da tarde, graças à disponibilidade, que agradeço, do Dr. Manuel Fernandes.

Assim, é com o maior prazer que publico estas fotos da Tuna, enviando um abraço e um pedido de desculpas a todos os seus elementos, inclusivamente ao seu dirigente, o meu amigo, Augusto Calinas.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 02 Junho , 2011, 09:41

 

 

Encontra-se hospitalizada desde Domingo, nos HUC, com uma bronco-pneumonia, a Sra. Dª Maria da Glória Antunes Pais, estando, contudo, já a experimentar algumas melhoras. Desejamos-lhe continuação da melhoria do seu estado de saúde.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Junho , 2011, 07:20

De entre as dezenas de fotografias captadas na “Mostra” algumas há que nos provocam um sorriso ou mesmo uma gargalhada, pela graça das expressões ou trejeito, naquele preciso momento, de rostos. Seleccionei estas quatro, com a manifesta preferência para a do nosso amigo Zé Oliveira Alves, na sua cantoria do Fado de Coimbra.

 

Nuno Espinal

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 01 Junho , 2011, 06:46

 

 

 

Sobre as evocações feitas ao Sr. António Paiva (vidé apontamento "Vila Cova Mostra o que Vale", considerado o mentor da "Mostra" recebemos de sua filha, Drª Andreia Paiva, o seguinte comentário:

 

Boa noite a todos os leitores do miradouro.

Ao ler esta notícia não podia deixar de expressar algumas palavras a todos quantos nesta feira recordaram ou pelos menos em algum instante guardam na memória o meu querido pai tal como eu o tenho no meu coração. E foram muitos os vilacovenses que me abordaram ao longo desta mostra e me fizeram sentir que pela atitude positiva a força de vontade que ele tinha e uma disponibilidade para vila cova faziam dele uma pessoa muito estimada por todos.

As palavras da Drª. Cidalina na “mostra” ou do Dr. Nuno neste apontamento (Vila Cova “Mostra” o que vale) vão realmente ao encontro de todos os pensamentos e ideias que há alguns anos vínhamos conversando em casa de que uma mostra tão rica em gastronomia e artesanato só poderia elevar o nome da freguesia de vila cova e das suas instituições culturais, desportivas e sociais.

Foi este espírito de persistência, entrega e dedicação que o meu pai me transmitiu que por muito que fosse doloroso participar nesta feira sem a sua presença fisicamente não o poderia deixar de fazer pois mostrar vila cova enaltecer o seu nome sempre foram objectivos que nos transmitia e com os quais nos motivava a levar cada vez mais longe vila cova, pois para o meu pai ser vilacovense era ter sonho, ter garra, ter paixão era trazer no corpo a marca de ter vila cova no coração.

 

Andreia Paiva

 


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