publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 15 Junho , 2011, 18:35

 

Sorrisos expressamente dedicados ao Manuel António Ribeiro, emigrante numa localidade algures em França.

Sorrisos felizes, do casal Sr. Renato Ribeiro e Dª Ester Ribeiro, que o disparo fotográfico captou na noite de Santo António, com esta exclusiva intenção: voarem direitinhos e cheios de ternura para seu filho Manuel António.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 14 Junho , 2011, 16:51

 

Problemas de “ADSL” impediram-nos, tal como noticiámos, de operacionalizar os serviços do Miradouro, em conformidade com a sua habitual normalidade. Daí que não tenhamos noticiado o batizado do Filipe Miguel no tempo mais oportuno, ou seja, em data simultânea à realização do ato, ocorrido no último Sábado, na Igreja Matriz de Vila Cova.

Mas, seguindo o velho ditado do “vale mais tarde do que nunca”, aqui fica a notícia do acontecimento, com a publicação da foto “oficial” do batizado de Filipe Miguel.

 

Parabéns ao Filipe e aos pais, Dr. Artur Miguel Fonseca e Dra. Tânia Isabel Mendes.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 13 Junho , 2011, 14:49

 

Ora quem diria! Em noite de festejos de Santo António de Lisboa, em plena Praça, com o vetusto Pelourinho a cerimoniar o acontecimento, eis que nos surge “urbi et orbi” a imagem do celebrado santinho legendada, e logo em francês, com os dizeres de que o Santo é António, sim, mas de Pádua. 

Gaita! É que andam os nossos mais doutos historiadores a querer convencer o mundo de que o santo é portuguesinho da silva e, mais ainda, lisboeta, para que, sem quaisquer cerimónias, o pessoal de Vila Cova não tenha o mínimo rebuço em afirmar que afinal a naturalidade do santo é lá dos lados de uma cidade de Itália.  

Mas isso é um descaramento, uma afronta ao nosso orgulho português - dirá alguém mais circunspecto.

Não vou por aí. Há nesta afirmação, a do nosso Santo ser de Pádua, um desconhecimento e inocência, tão genuínos, que resvalam para um cunho bem popular.

E popular foi mesmo esta festa da noite de Santo António em Vila Cova. O perfume do rosmaninho a arder, a saborosa sardinha a assar, uns tintos a acompanhar, o caldo verde a fumegar e o povo a festejar. Sim, povo e bem povo. Povo da nossa portuguesinha Vila Cova e povo de outras partes do mundo, como ingleses, holandeses e por aí fora…

Tudo em bom convívio minha gente.

Então, que se lixe essa do Santo ser de Pádua. Sejamos até benevolentes! Que o Santo seja de Pádua, de Paris, de Londres, da Cochichina! Que seja até de todo o mundo.   

Apenas com uma ressalva. Antes de ser dos outros ele é bem português. É que, porra, disso ninguém duvide!

 

Nuno Espinal

 

 

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 12 Junho , 2011, 11:47

 

Mais uma edição da “Feira das Freguesias, em Arganil.

Vila Cova esteve representada em duas frentes e cumpriu as suas tarefas honrosamente.

Ontem pudemos assistir a um mini concerto da Flor do Alva, no coreto da Fonte dos Amandos.

A nossa Filarmónica em grande plano, ainda que as condições de acústica não fossem as melhores dada a dimensão do Largo, com o som a chegar a baixa altura aos assistentes.

Muita gente a assistir, ainda que o frio se tenha tornado algo desagradável. Cerca de dez graus de temperatura, o que em pleno Junho não deixa de ser surpreendente.

A representação na “Tasquinha” esteve a cargo do Sr. Armando Lourenço, que convidou para chefe da cozinha, sua irmã, a afamada Dª Lisete Lourenço. Pratos bem confeccionados, com uma especialidade gastronómica africana, a famosa moamba de galinha.

Pena foi de facto o frio, que desmotivou a vinda de mais gente e levou a que muitos dos visitantes debandassem para as suas casas precocemente. Seja como for estas feiras das freguesias são um atractivo e já fazem parte das agendas culturais e gastronómicas anuais do concelho.

 

Nuno Espinal

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 11 Junho , 2011, 14:46

 

 

Por ocasião da feira de sabores adquiri o DVD gravado pela Filarmónica Flor do Alva.

Visualizei-o hoje, Dia De Portugal, e ouvi o concerto.

Sob forte emoção e a quente, decidi colocar no papel a impressão que me causou.

Faço-o, porém, em dois compassos separados no tempo por cerca de 50 anos: eu, miúdo, e a Filarmónica e eu, maduro, e a Filarmónica.

 

Eu, miúdo

 

Tenho a minha casa junto da casa que, durante muitos anos, foi a sede da Filarmónica.

Habituei-me, pois, a ouvi-la nos ensaios e não raras vezes adormeci ao som repetido do seu reportório; assisti, vezes sem conta, à sua saída para as festas que ia abrilhantar; constatei outras tantas vezes à sua chegada e, algumas vezes notei que o tom de algumas vozes mais exaltadas (sempre tive a dúvida se era um copito a mais ou a menos - discussões que eram trovoadas de Maio, com ameaças de “não volto mais à música” – tretas, no ensaio seguinte lá estavam todos), enfim, diria que era a vida própria da colectividade.

 

Destacava-se, com muita ênfase, que a Filarmónica era o veículo do nome de Vila Cova , o que era e é verdade.

 

Mas eu lembro-me muito bem do que pensava então. E recordo que perpassava pelo meu pensamento quanta dedicação e amor à música havia naqueles homens (ao tempo, a filarmónica ainda não tinha executantes femininas), que depois de um dia de trabalho no campo ainda se dispunham a vir ensaiar à noite; e lembro-me de ver naquele conjunto de pessoas exemplos de dignidade, de bondade, de referência para os mais novos, eles eram seguramente dos melhores que Vila Cova possuía.

 

Vim a perceber, mais tarde, que cultivavam a arte e a cultura, que escreviam a história de Vila Cova sendo actores, eram pessoas de grande qualidade. Gostava de referir nomes mas temo esquecer algum importante o que não faria por menos consideração, mas não posso deixar de referir o nome do Sr. Adelino de Oliveira que, durante anos e anos, foi o “Mestre da Música”. A ele se deve, em boa medida, a continuidade da filarmónica até aos nossos dias pois lhe assegurou sempre a direcção artística em épocas de crise.

 

E eu sentia, então, uma falta na minha formação de jovem, eu não estive entre eles, não frequentei aquela escola de valores e como me sentiria orgulhoso se a tivesse frequentado.

 

Eu, maduro

 

Ao visualizar hoje o DVD, constato que a Flor do Alva enriqueceu, tem-lhe corrido bem a vida, não foi atingida pela crise …

 

Confesso que não sei que mais admirar, porque as diferenças são muitas, sendo certo que na base, os valores são os mesmos.

 

Desde logo, a sua Direcção Artística, actualizada e competente, impulsionando vários escalões etários, isto é, semeando desde já naquele coro infantil as plantas que mais tarde assegurarão o projecto da Filarmónica e desenvolvendo um reportório moderno que evidencia os vários naipes da banda.

 

Uma palavra para as monitoras com postura profissional, quais maestrinas um dia.

 

Depois, a juventude dos seus executantes, a sua composição democrática, jovens com alguns (poucos) mais velhos, rapazes e raparigas e já com muitos solistas, seguramente puxados pelo maestro António Simões, que são uma garantia de qualidade: o trompete, a flauta, qual canário a anunciar a chegada da Primavera, a “conversa entre clarinetes”, enfim, dá gosto ouvir e apreciar.

 

É caso para dizer, com todo o respeito pelos tempos idos, que “agora a música é outra”…

 

Vi o DVD de uma penada, já que ao iniciar, não consegui despegar do ecran. De vez em quando uma lágrima rebelde, chata, escapou-se ora de um ora de outro dos meus olhos de cor diferente, mas combinaram e abriram a torneira em simultâneo ao ouvirem a voz cristalina que cantou a Ave Maria.

 

Não há direito e logo no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Lusíadas, dantes chamado o Dia da Raça, dia de orgulho dum povo com nove séculos de História.

 

Para mim foi, com orgulho, o dia da Filarmónica Flor do Alva, com nove dezenas de anos de História. Só tenho pena de não ter estado entre eles …

 

José Oliveira Alves

 

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 11 Junho , 2011, 14:43

Quinta-feira passada, técnicos da PT procederam, na minha zona residencial em Vila Cova, a certos arranjos do equipamento exterior de fios e cabos de telefone, pelo que, em resultado destas operações, fiquei sem telefone e consequentemente, face ao sistema ADSL, sem Internet. 

Ao fim daquele dia verifiquei que já dispunha de telefone, mas de Internet nada. De imediato contactei os serviços da PT e, após várias chamadas telefónicas e cerca de duas horas em indagações, acabei por perceber que teria havido uma troca de cabos, pelo que o meu número de telefone tinha sido trocado com um vizinho. Assim passei a receber e a efectuar chamadas em nome desse meu vizinho e este, do mesmo modo, passou a receber e a efectuar chamadas em meu nome.

Quanto ao meu serviço de Internet, como que se conclui, fiquei sem ele e, como o meu vizinho dele não dispõe (nem sequer tem computador), terei que esperar que a situação seja corrigida para tornar a navegar e dispor das suas utilidades.

Ora, nestas circunstâncias, os serviços do Miradouro ficam afectados, por inoperacionalidade dos habituais recursos de que me sirvo para a sua publicação.

Protestei, reclamei, cheguei mesmo a indignar-me com uma certa dureza. De nada valeu.

-Só segunda-feira está agendada a reparação desta falha, responderam-me.

-Só segunda-feira?, retorqui.

-Sabe… há um feriado e o fim de semana…

-Mas há acima de tudo um erro vosso, que coloca telefones em risco de violação de foros privados, de despesas alheias por chamadas efectuadas e me priva da Internet… Será que não têm um piquete que possa solucionar a situação?...

Pois sim, a minha argumentação de nada valeu. 

-Só segunda-feira, foi a resposta invariavelmente prestada.

E viva a PT! Grande empresa! Grande eficiência! 

Quanto ao Miradouro, vai-me valer a disponibilidade de um amigo, que me permite colocar, hoje, um excelente artigo do Oliveira Alves. Apesar do percalço, contem comigo amanhã!

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 09 Junho , 2011, 15:31

 

Quando há cerca de dois meses lhe telefonei, o Carlos Alberto, o Carlinhos como era carinhosamente conhecido em Vila Cova, surpreendeu-me com o anúncio de que a sua saúde não andava lá muito bem. Conhecendo-o como sempre o conheci, lutador e determinado, convenci-me que, rapidamente, ultrapassaria este obstáculo que tão inesperadamente lhe apareceu pela frente.

Para nossa grande tristeza, o Carlos Alberto faleceu ontem ao final da tarde.

Era um dos da "malta" e um dos que, em 2009, animou o nosso II Encontro na Senhora da Graça. Seria a última vez que visitava a Vila Cova de que tanto gostava e que durante alguns anos lhe serviu como destino de férias.

Carlinhos, as Saudades já são muitas!

A "Malta" vai recordar-te para sempre!

 

Antero Madeira

 

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Junho , 2011, 11:13

 

Os áudio visuais são já uma constante imprescindível. Uma realidade com que contactamos permanentemente, através de diversificados meios, que nos informam do presente, nos registam para o futuro, sendo, para o futuro, mostras de um passado incólume às interpretações que a memória tende, por vezes, a não fidelizar nos diversos contornos da realidade.

É esta a grande virtude do CD/Vídeo, posto à venda desde a “Mostra de Sabores e Lavores”, que grava um dos momentos mais fantásticos de todo o historial da Filarmónica Flor do Alva. Trata-se de uma gravação de um concerto da Flor do Alva, o “Concerto de Natal 2010”, na Igreja do Convento, que reúne interpretações de um “Coro Infantil”, de um “Grupo de Instrumentos de Sopro” e da própria “Filarmónica”.

Mais do que a pomposidade a que a expressão “concerto” nos pode conduzir, a gravação vale por um especial momento. A evidência de uma “Flor do Alva” diferente, com roupagens e preocupações estéticas, reveladora de uma diferenciação cultural relativamente à sua existência passada, ainda que sempre envolvida no status amador de todos os seus executantes. A gravação atrai-nos a um ambiente algo místico/religioso, afectuoso, de uma simplicidade cativante e até emocional.

 Vale a pena adquirir este “CD/Vídeo”, que a “alma vilacovense” mais ajuda ainda a desejar.

 Parabéns aos intérpretes, ao maestro António Simões e aos dirigentes da “Flor do Alva. Parabéns ainda aos responsáveis da “Visor”, a empresa que captou a gravação e procedeu à montagem do vídeo.

 Pelo momento e pela sua permanência no futuro, um bem-haja a todos.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 07 Junho , 2011, 07:01

 

O apontamento estava escrito e teria saído no último Sábado. Referia-se à comemoração do “Dia da Espiga” pelos utentes do Centro de Dia. Contudo, nesse mesmo Sábado fomos surpreendidos pela morte da “tia Ju”, que tão festivamente tinha participado, na tarde de quinta-feira, nesse convívio que promovemos em alusão ao “dia a espiga”.

Suspendemos, então, a publicação do apontamento, que retratava a boa disposição e animado convívio de algumas horas bem passadas junto à capela do nosso S. João Batista.

Enfim… a vida é isto mesmo, prega-nos destas partidas. Passadas algumas horas e a “tia Ju” deixar-nos-ia para sempre.

Mas, pronto! A vida continua e há que vivê-la.  

Dessa tarde de convívio publicamos estas fotos, uma delas em sua homenagem, que regista a sua presença e, quem diria, a sua última foto de sempre.

Obrigado por tudo “tia Ju”. Sabe? Deixa-nos a todos muitas saudades…

 

Todos nós do Centro de Dia

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Junho , 2011, 21:10

PPD/PSD

 

 

45,16%

126 votos

PS

 

 

34,05%

95 votos

CDS-PP

 

 

5,73%

16 votos

PCP-PEV

 

 

3,23%

9 votos

B.E.

 

 

1,79%

5 votos

MEP

 

 

1,08%

3 votos

PPM

 

 

1,08%

3 votos

MPT

 

 

0,72%

2 votos

PND

 

 

0,72%

2 votos

PTP

 

 

0,72%

2 votos

PCTP/MRPP

 

 

0,72%

2 votos

PAN

 

 

0,36%

1 votos

PPV

 

 

0%

0 votos

PNR

 

 

0%

0 votos

 

EM BRANCO

 

1,43%

4 votos

NULOS

 

3,23%

9 votos


comentários recentes
O meu profundo sentir á minha querida amida Sra D....
os azulejos lhe davam valor e beleza. muito perdeu
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
Junho 2011
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10

17


29


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds