publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 09 Dezembro , 2010, 03:48

 

De Pé      - Victor Travassos, Wilson Saraiva, António Pereira, António Cruz, Paulo Sérgio e Rui Mota.

1º Plano - Tiago Fernandes, Fábio Leitão, Gonçalo Sergio, Bruno Lopes e Kikas.

 

 

Pediram-nos que passássemos a legendar as fotos da formação do Vilacovense, com o nome dos jogadores. Eis então a primeira foto legendada, foto relativa ao último jogo disputado pela equipa. Um jogo de má memória pelo trabalho de um árbitro que arquitectou todo um expediente, que permitiu que a equipa adversária obtivesse um golo em absoluta violação das regras que vigoram para o futebol de onze.  

Entretanto, apesar da derrota contra o Bobadela, o Vilacovense mantém o primeiro lugar na série “B” do Inatel de Coimbra:

 

                                     Pontos      J       V    D     E   GM   GS      DG

 

1 GD Vilacovense               10       5     3     1     1    11     5       6

2 GD Alvôco Várzeas         10       5     3     1     1    12     8       4

3 GD de S. Gião                  10       6     3     1     2    11    10      1

4 GD da Bobadela               9        5     3     0     2    10     8       2

5 ARM Vila do Mato             7        5     2     1     2      9     5       4

6 CDR Vasco da Gama         6       5     2     0     3       7    12    -5

7 AP St. António do Alva     0        5     0     0    5       5    17   -12

 

O próximo jogo do Vilacovense será disputado em casa, pelas 15 horas de Domingo, contra o St. António do Alva.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 08 Dezembro , 2010, 05:11

 

Vítima de uma queda que ocorreu no Domingo passado, foi internado numa unidade hospitalar de Lisboa o Sr. Jorge Ferrão, natural de Vila Cova e actualmente a residir em Azeitão (Setúbal). A queda provocou-lhe a fractura da cabeça do fémur, o que implicou a necessidade de uma intervenção cirúrgica, efectuada na terça-feira.

A intervenção cirúrgica, ao que o Miradouro apurou, correu bem, pelo que o Sr. Jorge Ferrão se encontra agora em recuperação.

Desejamos-lhe rápido restabelecimento.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 07 Dezembro , 2010, 10:53

publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 06 Dezembro , 2010, 10:13

 

 

 Bobadela 3  Vilacovense 1

 

Nunca tivemos por hábito e até nos recusamos a tal, por princípio, censurar arbitragens dos campeonatos do Inatel, nestas páginas do Miradouro. Compreendemos, até, quão ingrato é ser-se árbitro nas condições em que os jogos do Inatel são disputados, sem presença policial e segurança confiável, perante espectadores, alguns deles, tantas vezes a ultrapassar os limites do tolerável, em reacção a presumíveis erros de arbitragens. Errar é humano e muito mais desculpável será o erro quando as exigências a estes árbitros devem ser enquadradas em todo o ambiente, filosofia e sistema em que estes jogos são organizados e disputados. Jogos entre trabalhadores que, aos Domingos, como jogadores amadores, representam camisolas de associações quase sempre representativas de localidades pequenas, tidas por aldeias.  Exigir-se a um jogador amador performances das requeridas a profissionais é um disparate em que só um atrasado mental incorre. Do mesmo modo, exigir-se a um árbitro performances das que se pedem nos campeonatos federados tem a mesma definição que a premissa anterior. Por isso, por tudo o referido, a nossa vénia e respeito para com os árbitros do Inatel. E sobre isto ponto final.

Agora, o que não podemos calar são erros grosseiros, completamente inadmissíveis, cometidos por quem não deixa de ter obrigações elementares em juízos e decisões arbitrais destes jogos de futebol. E é esta obrigação elementaríssima que aqui evidenciamos, em prol da verdade desportiva que deve sempre presidir em qualquer confronto, seja a que nível for disputado. Mas vamos aos factos:

Decorria cerca de meia hora de jogo quando o jogador Gonçalo marcou um golo de belo efeito, dos melhores que temos visto nestes campeonatos, pondo o Vilacovense a ganhar por uma bola a zero. Um golo que coroava e justiçava a melhor equipa no terreno até então. Acto contínuo, os jogadores do Vilacovense confraternizaram, festejando especialmente o marcador do golo, que correu de pronto para o banco de suplentes da equipa, abraçando companheiros e treinador. Neste cenário tão típico de jogos de futebol, o árbitro, como lhe competia, encaminhou-se para a linha divisória de meio campo. Foi então que se deu o inesperado. Com sinal de apronto para jogadores do Bobadela, o árbitro deu por reiniciado o jogo, com o meio campo do Vilacovense deserto dos seus jogadores. Um jogador do Bobadela dá um toque na bola para a frente, em direcção a um seu companheiro, que corre uns metros sem qualquer adversário, claro, e remata para a baliza vazia, até porque o guarda redes do Vilacovense, Vitor Travassos, tinha corrido para além da linha de meio campo para comemorar o golo com os seus companheiros. O remate do jogador do Bobadela, com toda a facilidade, levou a bola a entrar na baliza, concretizando um golo que, caricatamente, foi validado pelo árbitro. Incrível! Ninguém queria acreditar. Jogadores e público completamente atónitos perante o que se estava a passar. Erro grosseiro e técnico, ninguém duvida, do árbitro.

 

“Lei 8 dos regulamentos de futebol:

Pontapé de saída e recomeço do jogo /…/

O pontapé de saída é um processo de começar ou recomeçar o jogo /…/ depois de ser marcado um golo /…/.

Procedimento:

Todos os jogadores devem encontrar-se no seu próprio meio campo /…/.”

 

De facto, mau demais para que nos calemos, sejam beneficiadas ou prejudicadas esta ou aquela equipa, chamem-se Vilacovense, chamem-se Bobadela, sejam elas quais forem.

 

Uma palavra para os jogadores que estiveram em campo. Perante as péssimas condições do terreno e meteorológicas (chuva e vento constantes) as equipas proporcionaram um bom espectáculo, entregando-se estoicamente ao jogo. O Vilacovense decresceu depois deste golo incrível que sofreu, acusando psicologicamente este erro inqualificável que a prejudicou. Não ganhando, demonstrou, uma vez mais, ser uma excelente equipa, que merece o maior apoio dos seus adeptos, que uma vez mais compareceram em bom número, mesmo tendo de se deslocar alguns quilómetros e sujeitado a frio, chuva e vento. Quanto ao Bobadela é uma equipa raçuda, com bons jogadores (excelente o número 10 a defender) e que por certo fará um bom campeonato.

 

 

Nuno Espinal   


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Dezembro , 2010, 23:39

Crónica mais tarde


publicado por Miradouro de Vila Cova | Domingo, 05 Dezembro , 2010, 23:09

A chuva, que na altura caía, impediu que a fotografia fosse recebida com melhor qualidade. Mas, para o caso, o mais importante nem será isso. O que importa registar é a imagem que nos informa da já vivência em Vila Cova de algum ambiente de Natal. Talvez um pouco prematuro já que para o natal o calendário ainda terá de caminhar três semanas. Ou talvez não, dirão alguns. Se este espírito de natal, feito também de festa, de cor e de milhentas luzes, que dia após dia vão surgindo por todo o lado, nos ajuda na disposição e no ânimo, então que tremeliquem luzes e que venha a festa.

E se o natal é das crianças então a festa dos mais pequenitos de Vila Cova até já começou. É que os ensaios, os ensaios da peça que apresentarão, dia 19, sobre um tema alusivo ao natal, acabam por ser uma verdadeira festa. Brincam, divertem-se, convivem.

Mas sobre festa ainda há mais, conquanto agora envolva em muito os mais adultos. A  Festa que no dia 18 a Flor do Alva irá apresentar na Igreja do Convento. Um concerto com temas alusivos ao Natal. Os ensaios vão prosseguindo e o concerto promete uma Flor de Alva muito natalícia e ao nível dos seus patamares mais elevados.

Patamar esse que atingiu em pleno na festa do Feijó. Contou-me, quem lá esteve, que a Flor do Alva surpreendeu tudo e todos. Houve até quem chorasse de tanto orgulho. Parabéns aos músicos e ao grande Maestro António Simões.

No meio de tudo isto um senão, ou talvez melhor um desabafo. Nem uma fotografia enviada ao “Miradouro”. Que diabo, custa assim tanto? Afinal, um “espiritozito” de natal de vez em quando. Eu por mim confesso-vos que para o Miradouro o vou tendo todos os dias. E acreditem, isto por vezes até custa um bocado…

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sábado, 04 Dezembro , 2010, 11:02

 

Com uma infecção na vesícula e necessidade de intervenção cirúrgica, está internada numa unidade dos HUC a Srª. Dª. Margarida Fernandes, residente em Coimbra e que frequentemente visita Vila Cova, sua terra natal, onde de resto participa em inúmeras actividades de âmbito social, nomeadamente como membro dos Orgãos Sociais da Santa Casa e do Grupo Desportivo Vilacovense.

Desejamos-lhe rápido restabelecimento.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 03 Dezembro , 2010, 09:15

 

Teria uns 7 anos e julgo ter sido na idade da infância o único Dezembro, o de 1953, que passei em Vila Cova. Um Dezembro inesquecível. Claro, o natal desse ano marcou-me muito nesse mês de Dezembro. Um natal diferente, cheio de novidades, com a missa do galo, o presépio monumental feito na igreja, o musgo recolhido pelas crianças, a procissão das oferendas, a geada que deixava tudo branco, o gelo que se acumulava no chafariz…

Mas um acontecimento houve que tenho vivíssimo na memória. Dia um de Dezembro. Músicos da Flor do Alva tocavam um hino que vim a saber ser o hino da Restauração. Músicos desfardados, povo, foguetes no ar e a explicação simples e conveniente de minha mãe sobre o porquê da arruada. “Os espanhóis mandavam em Portugal e os portugueses puseram-nos a andar. Tornou a ser um rei português a governar Portugal”. O hino achei-o lindo, de imediato me entrou no ouvido, cantarolado por minha mãe: “portugueses celebremos o dia da restauração, em que valentes guerreiros nos deram livre a nação”.

Somei aos meus conhecimentos e formação mais um dado a consolidar o meu nacionalismo, basista é certo, mas inquestionável. Mais tarde, já jovem, rebelde e contestatário equacionei a razão da independência. Tornei-me mesmo, no fervilhar dos impulsos juvenis, um acérrimo defensor de uma “nação ibérica”

Entretanto, os anos foram passando e já são muitos. Nacionalismo? Iberismo? Há causas para mim esquecidas. Perdi-lhes a pachorra e paixão. Mas será tanto assim? É que há dias fiquei danado com os cinco a zero com que aviaram, o José Mourinho, o Cristiano Ronaldo e o Ricardo Carvalho… E nem foi a selecção!  

 

Nuno Espinal  


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 02 Dezembro , 2010, 00:30

De manhãzinha, campos e telhados surgem caiados de um branco que aos poucos se dilui, logo que são acariciados por amarelentos e anémicos raios de sol.

Ressurge o movimento, despontam gente e vozes.

Mas mal o sol se apresta ao esconderijo, cresce um pesado silêncio nas ruas e uma total apreensão de ausência. Nada de vivalma.

Longe estes tempos dos tempos em que as tabernas, mesmo em noites de friagem, se animavam aos goles de aguardente, que aquentavam corpos moídos de trabalho.

De uma dessas noites do passado, numa noite de Dezembro, na taberna da Dª Isabel, bem recordo umas broas doces de pinhão.

Eram broas de natal, assim diziam. Tão fantásticas quanto esses fantásticos natais de então.

 

Nuno Espinal

 


comentários recentes
O meu profundo sentir á minha querida amida Sra D....
os azulejos lhe davam valor e beleza. muito perdeu
Pode publicar. Achamos importante que o faça. Obri...
É uma informação muito importante.Espero que não s...
O texto relaciona.se, de facto, com minha tia e ma...
Sim, de facto Maria Espiñal, minha tia, era escrit...
Minha Mãe sempre me disse que a madrinha dela era ...
Uma foto lindíssima.
Olá :)Estão as duas muito bonitas.Ainda bem que a ...
PARABÉNS à nossa FILARMÓNICA!
Dezembro 2010
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10

17
18

25

27
30


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds