publicado por Miradouro de Vila Cova | Sexta-feira, 25 Junho , 2010, 10:42

Bastante gente na festa, tanto à tarde, quando actuou a Flor do Alva, como à noite, com o conjunto TSN, que recriou muito do repertório de Quim Barreiros.

Boa animação, ainda que a debandada se tenha dado cedo, porque ao outro dia o trabalho não dava tréguas.

Os festejos prosseguem hoje e espera-se que se prolonguem até mais tarde, já que amanhã, sábado, é, para muitos, dia de descanso semanal.

Entretanto, muitos dos da “malta 60 e 70” já vão estar presentes no arraial desta noite e reforçar a animação com a sua alegria e entusiasmo.

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 20:35

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 20:14

O funeral do Sr. José Ramos Lourenço, falecido hoje em sua casa, em Vila Cova, pouco passava das 13 horas,realiza-se amanhã, às 19 horas, para o cemitério local.

O Sr. José Lourenço deixa viúva a Srª Dª Maria Júlia Cruz e tinha 78 anos de idade.


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 15:00
Acabámos de ter conhecimento do falecimento do Sr. José Lourenço. Apresentamos condolências a toda a família.
Aguardamos novas informações.

publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 10:38

Parece que ouço meu avô: “Isto foi mesmo a valer! Foguetada de rachar!”

 

E de facto até foi.

 

“Lançaram-no para lá do meio da ponte, já em Oliveira!". “No concelho de Arganil não autorizam!”, comentava alguém.

 

Pouco importa. Os ouvidos não fazem fronteiras e o foguetório, de categoria, estrondeava nas alturas e galgou distâncias, mesmo longínquas! Até um surdo, em Côja, o ouvia!

 

Foram, sem exageros, uns quinze minutos sempre a dar-lhe. Ainda não eram sete horas, Vila Cova acordou, os cães entraram em desatino.

 

A alvorada, como antigamente! Foi bom! Viva o S. João!

 

Nuno Espinal   


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 10:28

Ontem já houve um cheirinho a festejos de S. João. Um mero aperitivo, há que reconhecê-lo, que atraiu pouca gente. Já lá vai o tempo em que uma sardinha era cobiça de muitos e só dava, e muito das vezes, como engano da fome de uns três.

Os tempos são outros. Hoje uma sardinhada, mesmo de borla, pelos vistos, já não atrai gente. Os que lá foram apenas o foram pelo convívio. Eram de facto pouquitos, com alguns “estranjas” de permeio.

Faltou a nossa Filarmónica. À última da hora não pôde vir. “Um compromisso para os lados de Seia…”, comentava alguém.

Hoje, assim se espera, a Festa já vai ser diferente.  

 

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quinta-feira, 24 Junho , 2010, 10:12

À noite, já passeiam estrada fora, já conversam nas tílias, já se juntam em almoçaradas. Claro, ainda são poucos. O grosso da malta virá sexta-feira. E Sábado a Senhora da Graça lá estará a abençoar afectos e recordações.

Nuno Espinal


publicado por Miradouro de Vila Cova | Quarta-feira, 23 Junho , 2010, 08:45

Ontem, passaria das 18 horas em Arganil, qualquer visitante da vila ficaria surpreendido com a espectacularidade de uma marcha de S. João que, em percurso pelas ruas e com o multicolorido de trajes e adereços, era precedida por um simpático casal o qual, à maneira do que é timbre nestes cortejos típicos dos santos populares, acenava à populaça que o saudava na sua condição de “padrinhos” da marcha.  

O par era constituído pelo eclético e quase ubíquo Professor Coimbra e pela bela e famosa (e linda) artista do nosso “musical” Micaela.

Quanto à marcha, era representativa da Santa Casa de Misericórdia de Arganil e integrada por utentes do escalão etário mais idoso, crianças que pertencem ao ATL e ainda algumas das jovens técnicas que naquela Instituição prestam serviço. O corpo musical era constituído, ao que nos foi informado, por elementos da Filarmónica da vila.

Foi bonito de se ver e quanto mais não seja, como alguém de passagem por Arganil comentava, deixou-nos na retina um momento de graça, cor e festa.     

 

Nuno Espinal

 


publicado por Miradouro de Vila Cova | Terça-feira, 22 Junho , 2010, 21:44

Porque algo está a funcionar mal…e porque será?

Porque tem de haver sempre o desejo de atingir outro patamar. Mas um maestro pode fazer um trabalho razoável e estar consciente das limitações que enfrenta, por isso não deve desesperar se os resultados tardarem. Estou a falar de um período em que não se avança nada. Quem vive a música realmente a sério sofre, vai para casa triste. Na semana seguinte, tenta arranjar uma estratégia para corrigir os erros do último ensaio, da gramática musical. No dia seguinte está tudo bem. Claro que há sempre maus momentos.

Comecei a preparar o futuro da banda, numa perspectiva de evolução, na senda de outros projectos mais sérios e mais amplos, com todo o respeito pelas festas populares, sem as quais as bandas não existiriam. Temos de ser realistas. As romarias fazem parte das bandas filarmónicas. O que acho é que quem agora deve evoluir são precisamente as romarias, as bandas já estão nesse caminho.


Gostei da ideia do CD…mas fico à espera para ver, fala a experiência.


António Simões, Maestro


publicado por Miradouro de Vila Cova | Segunda-feira, 21 Junho , 2010, 16:13

“No tempo da miséria…”

 

Eis uma frase por vezes invocada e que marca um tempo.

 

Pois muito bem, mas desse tempo, por vezes, não me furto às saudades. Mas atenção: Não saudades desse tempo. Saudades, isso sim de momentos desse tempo. E não mais do que isso: Glorificar esses tempos, só de tolice, estupidez ou maldade.

Tempos dos carros de boi, das ruas cheias de bosta, do pé descalço, de uma só sardinha dividida por três, do Povo na sua condição pobretana e simplória.

 

Daí que sejam sábias as palavras de Agostinho da Silva:

 

/…/Amam o povo, mas não desejariam, por interesse do próprio amor, que saísse do passo em que se encontra; deleitam-se com a ingenuidade da arte popular, com o imperfeito pensamento, as superstições e as lendas; vêem-se generosos e sensíveis, quando se debruçam sobre a classe inferior e traduzem, na linguagem adamada, o que dela julgam perceber; é muito interessante o animal que examinam, mas que não tente o animal libertar-se da sua condição; estragaria todo o quadro, toda a equilibrada posição; em nome da estética e de tudo o resto convém que se mantenha. /…/.  

 

 

 Nuno Espinal


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